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O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) ajuizou ação contra a mineradora AngloGold Ashanti, após materiais industriais da empresa vazarem no córrego Cuiabá e no ribeirão Sabará, interligados ao rio das Velhas, em Sabará, no último sábado (12). O MPMG pede à Justiça o bloqueio de R$ 100 milhões das contas do empreendimento.
O valor seria destinado a atividades de recuperação e compensação ambiental e à elaboração de plano de comunicação dirigido à comunidade impactada pelo vazamento. Além disso, o Ministério Público pede que a AngloGold Ashanti fique impedida de mexer na mina, nas pilhas, nas barragens e em outras estruturas operacionais da empresa, até que sejam comprovadas a segurança e a estabilidade das atividades.
A ação cautelar foi ajuizada por meio da Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente de Sabará e do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente (Caoma).
Água turva
Os produtos da baía de secagem da planta operacional da mina Cuiabá deixaram cinza a água do córrego Cuiabá e do ribeirão Sabará. A AngloGold alega que as águas mudaram de cor porque o material que caiu nos rios é parte de rocha, naturalmente cinza, extraída do subsolo. Após passar pelo processo produtivo, é classificada como rejeito não-perigoso.
A empresa ainda afirma que a água do córrego Cuiabá, em Sabará, já retornou à coloração normal.
Resposta
A AngloGold Ashanti diz ainda não ter sido notificada, afirma estar colaborando com todas as informações e ações necessárias para minimizar o impacto do vazamento e reforça que irá cumprir todas as obrigações legais. A companhia informa ter contratado uma empresa especializada em atendimento a emergências ambientais, que está trabalhando na limpeza do córrego Cuiabá 24h por dia. Além disso, diz estar monitorando os cursos d’água envolvidos.
“A empresa contratou empresa especializada que já percorreu os principais córregos da região e não encontrou mortandade de peixes. Salientamos também que a ocorrência não tem nenhuma relação com a barragem da empresa que, por sua vez, se encontra segura e estável. A AngloGold Ashanti deu início imediato aos protocolos ambientais e de segurança, junto com as autoridades competentes, que foram comunicadas e acompanham a situação”, informa a mineradora, em nota.
A empresa diz ter inspecionado toda a superfície da Mina Cuiabá e área externa (percurso ao longo do Córrego Cuiabá e Ribeirão Sabará); implantado sistema preventivo de contenção de sedimentos ao longo das canaletas e áreas afetadas e limpado a canaleta pluvial atingida e a calha do córrego Cuiabá.
“Seguindo as exigências das autoridades, se encontra em curso um processo interno de investigação para identificação da causa da ocorrência e será feito um Plano de Ação contemplando todas as ações estruturantes visando evitar que ela se repita. A AngloGold Ashanti lamenta profundamente o ocorrido e reforça seu compromisso ambiental”, diz a nota da mineradora.
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