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O belorizontino terá que enfrentar, nesta quarta-feira (23), mais um dia de metrô com horário reduzido e viagens apenas entre 10h e 17h. No fim da tarde, às17h30, os metroviários têm assembleia marcada, na Praça da Estação, região central da cidade, para definir os rumos da paralisação. E haverá outras manifestações de grevistas em vários locais da cidade.
Mais cedo, no período da manhã, os trabalhadores da saúde irão realizar uma manifestação, a partir das 10h, na porta do hospital João XXIII, região hospitalar da capital.
A manifestação foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores da rede Fhemig (Sindpros) e pela Associação dos Trabalhadores em Hospitais do Estado de Minas Gerais (Asthemg), sindicatos que representam a categoria.
Eles exigem que o Governo de Minas cumpra a promessa de reajuste na gratificação e ajuda de custo dos trabalhadores da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig). Segundo o sindicato, o reajuste foi anunciado em fevereiro para todo funcionalismo, mas até hoje os trabalhadores dos hospitais não tiveram a correção definida.
Greve na educação
Os servidores da educação estadual também decidiram manter a greve e irão realizar manifestação na porta da Assembleia Legislativa (ALMG), nesta quarta-feira (23), a partir das 14h. Eles exigem o cumprimento do piso da categoria, mas o governo estadual insiste que não é possível conceder nenhum reajuste acima dos 10,06% oferecido a todas as categorias.
Em reunião da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da ALMG, realizada terça-feira (22), deputados e representantes dos trabalhadores afirmaram que existem recursos e que não há razões para o governo negar o pagamento do piso da categoria. Porém, representantes do governo disseram, novamente, que o poder executivo não tem condições de pagar o aumento de 33,2% solicitado pela categoria.
A educação municipal de Belo Horizonte também manteve a greve. Segundo o Sindicato dos trabalhadores em educação da rede pública municipal de Belo Horizonte (SindRede), que representa a categoria, a paralisação conta com mais de 60% das escolas do ensino fundamental e 30% da educação infantil. Segundo o sindicato, a prefeitura ainda não apresentou uma proposta que atenda e valorize os trabalhadores. Por isso, na rede municipal, os servidores da educação continuam em greve pelo menos até a próxima sexta-feira (25), quando será realizada uma nova assembleia da categoria.
Greve na segurança
Os servidores da segurança mantêm a “operação estrita legalidade”, na qual os trabalhadores são orientados a cumprir todos os requisitos da legislação e não trabalhar se não forem atendidas todas as exigências, como condições de segurança, manutenção de viaturas e qualidade do espaço de trabalho dos servidores.
Segundo a Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Minas Gerais (Aspra), a categoria deve articular, na Assembleia, a aprovação de emendas ao projeto de lei que reajusta o salário dos servidores e que possibilitem atender as reivindicações dos trabalhadores.
Segundo a associação, novas manifestações estão previstas apenas para a votação do projeto em segundo turno e, posteriormente, para pressionar o governador Romeu Zema (Novo) e evitar vetos às emendas de parlamentares.
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Mais cedo, no período da manhã, os trabalhadores da saúde irão realizar uma manifestação, a partir das 10h, na porta do hospital João XXIII, região hospitalar da capital.
A manifestação foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores da rede Fhemig (Sindpros) e pela Associação dos Trabalhadores em Hospitais do Estado de Minas Gerais (Asthemg), sindicatos que representam a categoria.
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Greve na educação
Os servidores da educação estadual também decidiram manter a greve e irão realizar manifestação na porta da Assembleia Legislativa (ALMG), nesta quarta-feira (23), a partir das 14h. Eles exigem o cumprimento do piso da categoria, mas o governo estadual insiste que não é possível conceder nenhum reajuste acima dos 10,06% oferecido a todas as categorias.
Em reunião da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da ALMG, realizada terça-feira (22), deputados e representantes dos trabalhadores afirmaram que existem recursos e que não há razões para o governo negar o pagamento do piso da categoria. Porém, representantes do governo disseram, novamente, que o poder executivo não tem condições de pagar o aumento de 33,2% solicitado pela categoria.
A educação municipal de Belo Horizonte também manteve a greve. Segundo o Sindicato dos trabalhadores em educação da rede pública municipal de Belo Horizonte (SindRede), que representa a categoria, a paralisação conta com mais de 60% das escolas do ensino fundamental e 30% da educação infantil. Segundo o sindicato, a prefeitura ainda não apresentou uma proposta que atenda e valorize os trabalhadores. Por isso, na rede municipal, os servidores da educação continuam em greve pelo menos até a próxima sexta-feira (25), quando será realizada uma nova assembleia da categoria.
Greve na segurança
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