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Depois de alguns dias de trégua, um temporal atingiu Belo Horizonte na tarde de ontem e a previsão indica novas chuvas nesta sexta-feira (30/1). Segundo a Defesa Civil municipal, o dia terá chuva forte com acumulado significativo.
Conforme a previsão, o dia é de céu nublado a encoberto com chuvas e rajadas de vento ocasionais a qualquer hora e possibilidade de raios isolados, a partir da tarde.
A temperatura mínima registrada nesta terça foi de 16,6°C, na estação Mangabeiras, na Região Centro-Sul. A máxima pode chegar a 24°C e a umidade relativa do ar mínima fica em torno de 70%, à tarde.
Mínimas registradas por regional em 30/1
Barreiro: 17,8 °C
Centro Sul: 16,6 °C
Oeste: 17,1 °C, com sensação térmica de 13,1 °C, às 3h.
Pampulha: 17,7 °C com sensação térmica de 19,8 °C, às 2h.
Venda Nova: 17,9 °C
Chuva em janeiro
Apesar de muita chuva no primeiro mês de 2026, a meteorologia já previa um acumulado alto de precipitação em BH para janeiro, que é tradicionalmente chuvoso. De acordo com a Defesa Civil municipal, a média climatológica de precipitações é de 330,9 milímetros (mm) em janeiro para cada regional.
O volume é considerado bastante alto, uma vez que, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), uma taxa de chuva de 1 milímetro por minuto equivale a 1 litro de água por minuto em uma área de 1 metro quadrado. Por exemplo, se chover 20 milímetros, isso significa que, em cada metro quadrado, caíram 20 litros de água.
Em apenas cinco dias, a capital registrou chuva intensa e constante, sendo que a maioria das regiões registraram mais de 100mm no período. As regionais Nordeste, Oeste e Pampulha foram as que contabilizaram mais volume de chuva, somando mais da metade do total esperado para o mês em menos de uma semana.
Temporal de quinta-feira
Entre às 17h e 19h30 de ontem, BH registrou um volume de chuva considerável. A Região Pampulha liderou o ranking e registrou 51,6mm, o que representa 15,6% do esperado para o mês. Na mesma região, os ventos chegaram a 41,4 km/h entre 18h e 19h.
Já a Região Centro-Sul, que contabilizou inúmeros estragos, somou 47,2mm no período, o que representa 14,3% do total esperado para o mês. Nessa região, a velocidade dos ventos chegou a 41,7 km/h entre 17h e 19h.
De acordo com a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), a área de meteorologia da companhia na capital registrou mais de 300 descargas atmosféricas ontem. A maioria concentrada durante o temporal, entre o final da tarde e o decorrer da noite. A Cemig também constatou que a velocidade dos ventos superou os 87 km/h.
Acumulado de chuvas (mm) entre 17h e 19h30 do dia 29/1
Barreiro: 39,4 mm (11,9%)
Centro-Sul: 47,2 mm (14,3%)
Hipercentro: 27,2 mm (8,2%)
Leste: 15,2 mm (4,6%)
Nordeste: 28,2 mm (8,5%)
Noroeste: 45,8 mm (13,8%)
Norte: 45,0 mm (13,6%)
Oeste: 44,2 mm (13,4%)
Pampulha: 51,6 mm (15,6%)
Venda Nova: 45,5 mm (13,8%)
Maiores rajadas de vento por regional
Centro-Sul: 41,7 km/h entre 17 e 19 horas;
Oeste: 52,2 km/h entre 17 e 19 horas;
Pampulha: 41,4 km/h entre 18 e 19 horas.
Como fica o tempo em Minas?
De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia, o cenário de instabilidade também marca o restante de Minas Gerais. O instituto explica que a condição climática é causada por uma área de baixa pressão formada no litoral paulista.
A instabilidade no centro-sul e oeste do estado é intensificada nesta sexta. Nas demais regiões, o dia terá típicas pancadas de chuva de verão, que devem ocorrer principalmente à tarde.
A partir de sábado, todo o estado tende a ficar nublado com chuva a qualquer hora. Segundo o Inmet, a situação deve persistir até terça-feira (dia 3/2).
Conforme a previsão, o dia será de céu parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas no Triângulo, Alto Paranaíba, Oeste, Sul, Sudoeste, Campo das Vertentes, Zona da Mata, Metropolitana e Central. Nas demais regiões, céu parcialmente nublado com pancadas de chuva e
trovoadas.
O que fazer em caso de chuva?
O órgão municipal recomenda que, em caso de fortes chuvas, a população evite áreas de inundação e não trafegue em ruas sujeitas a alagamentos ou perto de córregos e ribeirões, além de não se abrigar ou estacionar veículos embaixo de árvores.
Recomendações
Não enfrente alagamentos: evite atravessar vias alagadas, mesmo de carro. A força da enxurrada pode ser perigosa, e a água pode esconder bueiros abertos ou buracos.
Evite contato com a água: não toque em águas de inundações, pois há risco de contaminação e de choque elétrico.
Proteja-se contra raios: não se abrigue debaixo de árvores ou próximo a postes. Durante tempestades, desligue aparelhos elétricos para evitar danos causados por descargas.
Previna-se em casa: mantenha calhas e ralos limpos para facilitar o escoamento da água da chuva e evite descartar lixo em locais que possam entupir bueiros.
Busque ajuda: em situações de emergência, como risco de deslizamento ou desabamento, acione imediatamente a Defesa Civil (199) ou o Corpo de Bombeiros (193).
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PREVISÃO DO TEMPO
Depois de alguns dias de trégua, um temporal atingiu Belo Horizonte na tarde de ontem e a previsão indica novas chuvas nesta sexta-feira (30/1). Segundo a Defesa Civil municipal, o dia terá chuva forte com acumulado significativo.
Conforme a previsão, o dia é de céu nublado a encoberto com chuvas e rajadas de vento ocasionais a qualquer hora e possibilidade de raios isolados, a partir da tarde.
A temperatura mínima registrada nesta terça foi de 16,6°C, na estação Mangabeiras, na Região Centro-Sul. A máxima pode chegar a 24°C e a umidade relativa do ar mínima fica em torno de 70%, à tarde.
Mínimas registradas por regional em 30/1
Barreiro: 17,8 °C
Centro Sul: 16,6 °C
Oeste: 17,1 °C, com sensação térmica de 13,1 °C, às 3h.
Pampulha: 17,7 °C com sensação térmica de 19,8 °C, às 2h.
Venda Nova: 17,9 °C
Chuva em janeiro
Apesar de muita chuva no primeiro mês de 2026, a meteorologia já previa um acumulado alto de precipitação em BH para janeiro, que é tradicionalmente chuvoso. De acordo com a Defesa Civil municipal, a média climatológica de precipitações é de 330,9 milímetros (mm) em janeiro para cada regional.
O volume é considerado bastante alto, uma vez que, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), uma taxa de chuva de 1 milímetro por minuto equivale a 1 litro de água por minuto em uma área de 1 metro quadrado. Por exemplo, se chover 20 milímetros, isso significa que, em cada metro quadrado, caíram 20 litros de água.
Em apenas cinco dias, a capital registrou chuva intensa e constante, sendo que a maioria das regiões registraram mais de 100mm no período. As regionais Nordeste, Oeste e Pampulha foram as que contabilizaram mais volume de chuva, somando mais da metade do total esperado para o mês em menos de uma semana.
Temporal de quinta-feira
Entre às 17h e 19h30 de ontem, BH registrou um volume de chuva considerável. A Região Pampulha liderou o ranking e registrou 51,6mm, o que representa 15,6% do esperado para o mês. Na mesma região, os ventos chegaram a 41,4 km/h entre 18h e 19h.
Já a Região Centro-Sul, que contabilizou inúmeros estragos, somou 47,2mm no período, o que representa 14,3% do total esperado para o mês. Nessa região, a velocidade dos ventos chegou a 41,7 km/h entre 17h e 19h.
De acordo com a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), a área de meteorologia da companhia na capital registrou mais de 300 descargas atmosféricas ontem. A maioria concentrada durante o temporal, entre o final da tarde e o decorrer da noite. A Cemig também constatou que a velocidade dos ventos superou os 87 km/h.
Acumulado de chuvas (mm) entre 17h e 19h30 do dia 29/1
Barreiro: 39,4 mm (11,9%)
Centro-Sul: 47,2 mm (14,3%)
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Noroeste: 45,8 mm (13,8%)
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Pampulha: 51,6 mm (15,6%)
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Maiores rajadas de vento por regional
Centro-Sul: 41,7 km/h entre 17 e 19 horas;
Oeste: 52,2 km/h entre 17 e 19 horas;
Pampulha: 41,4 km/h entre 18 e 19 horas.
Como fica o tempo em Minas?
De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia, o cenário de instabilidade também marca o restante de Minas Gerais. O instituto explica que a condição climática é causada por uma área de baixa pressão formada no litoral paulista.
A instabilidade no centro-sul e oeste do estado é intensificada nesta sexta. Nas demais regiões, o dia terá típicas pancadas de chuva de verão, que devem ocorrer principalmente à tarde.
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O que fazer em caso de chuva?
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Recomendações
Não enfrente alagamentos: evite atravessar vias alagadas, mesmo de carro. A força da enxurrada pode ser perigosa, e a água pode esconder bueiros abertos ou buracos.
Evite contato com a água: não toque em águas de inundações, pois há risco de contaminação e de choque elétrico.
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Previna-se em casa: mantenha calhas e ralos limpos para facilitar o escoamento da água da chuva e evite descartar lixo em locais que possam entupir bueiros.
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