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Entre aqueles municípios que não têm oferta própria de leitos e UTI, 59,2% dizem que o direcionamento de vagas para os pacientes das cidades é insuficiente ou muito insuficiente. Mesmo entre as cidades com estrutura para internação, a percepção 50% dos secretários entrevistados é que o número de leitos não é suficiente para suprir a demanda. Outros 3,6% dizem que é muito insuficiente.
“A fila anda devagar, o leito não aparece e, enquanto isso, o município segura paciente em UPA, assume custo que não é seu e responde sozinho à Justiça”, reclama um dos secretários em trecho de depoimento disponível pesquisa DATATEMPO.
Secretários também apontam falhas na atenção primária à saúde
Quando convidados a avaliar os serviços de responsabilidade direta dos municípios, 61% dos secretários dizem que a cobertura da saúde da família chega a 90%. Quanto ao abastecimento de medicamentos, 46,8% admitem faltas pontuais e 22,1% relatam recorrência na ausência de itens. Questionados sobre a oferta de consultas e exames, um terço (33,8%) confirmam que há fila de espera significativa para atendimento.
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Entre aqueles municípios que não têm oferta própria de leitos e UTI, 59,2% dizem que o direcionamento de vagas para os pacientes das cidades é insuficiente ou muito insuficiente. Mesmo entre as cidades com estrutura para internação, a percepção 50% dos secretários entrevistados é que o número de leitos não é suficiente para suprir a demanda. Outros 3,6% dizem que é muito insuficiente.
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Secretários também apontam falhas na atenção primária à saúde
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