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Os números mostram um cenário desigual na infraestrutura escolar mineira. Enquanto itens básicos como energia elétrica (100%), água potável (100%) e alimentação (99%) estão praticamente universalizados, a acessibilidade segue como um dos principais gargalos.
Infraestrutura desigual
Além da acessibilidade, outros pontos revelam defasagens importantes. Apenas 61% das escolas contam com biblioteca, enquanto 52% possuem quadra de esportes. Ainda conforme o levantamento, apenas 45% das unidades têm laboratório de informática e 14% contam com laboratório de ciências.
Os dados também indicam que 24% das escolas não possuem ligação com rede pública de esgoto, dependendo de fossas, e que 11% ainda recorrem à queima de lixo como forma de descarte. Por outro lado, alguns indicadores aparecem em níveis mais elevados, como acesso à internet (97%), banda larga (90%) e coleta periódica de lixo (89%).
Desafio da inclusão
Segundo o levantamento, 63% das escolas possuem sanitários acessíveis e 80% têm dependências com algum tipo de adaptação, mas isso ainda não garante que o ambiente escolar seja plenamente inclusivo. A própria definição do que é considerado “acessível” pode variar conforme os critérios técnicos adotados, o que reforça a necessidade de esclarecimentos por parte do poder público.
Estado é questionado
Diante do cenário, a reportagem procurou a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE-MG) para esclarecer quais critérios são utilizados para classificar uma escola como acessível e quais políticas estão em andamento para ampliar esse percentual.
Também foram solicitadas informações sobre investimentos recentes em infraestrutura e metas para universalização da acessibilidade nas unidades da rede pública. Até o fechamento desta matéria, não houve retorno.
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Infraestrutura desigual
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Segundo o levantamento, 63% das escolas possuem sanitários acessíveis e 80% têm dependências com algum tipo de adaptação, mas isso ainda não garante que o ambiente escolar seja plenamente inclusivo. A própria definição do que é considerado “acessível” pode variar conforme os critérios técnicos adotados, o que reforça a necessidade de esclarecimentos por parte do poder público.
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Diante do cenário, a reportagem procurou a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE-MG) para esclarecer quais critérios são utilizados para classificar uma escola como acessível e quais políticas estão em andamento para ampliar esse percentual.
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