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De acordo com a Polícia Civil, a decisão de liberar o delegado se deu após “análise técnica-jurídica” e oitiva de testemunhas.
A informação foi encaminhada pela polícia na manhã desta quarta-feira (27/7). Em nota, a corporação informou que o delegado se apresentou espontaneamente às autoridades, teve a arma apreendida e alegou legítima defesa após narrar a versão dos fatos.
A liberação, feita pela “autoridade policial responsável pelo inquérito”, tem como fundamento a “apresentação espontânea” e a falta de “elementos jurídicos para a prisão do autor do fato”.
A Polícia Civil afirmou ainda que, no curso do inquérito, todas as diligências investigativas possíveis serão realizadas, como depoimentos de outras testemunhas, análise de laudos periciais e arrecadação de imagens de câmeras de vigilâncias.
“Tudo para que se chegue ao esclarecimento completo de todas as circunstâncias do crime, de maneira a proporcionar ao Ministério Público e ao Poder Judiciário os elementos necessários ao processo criminal. Além disso, foi instaurado procedimento disciplinar para apuração rigorosa acerca da responsabilidade administrativa existente”, concluiu.
Assim como informado ontem, a PCMG garante que a corregedoria adotou medidas imediatas para apuração sobre os fatos e assegura que o inquérito policial será concluído no prazo legal de 30 dias, “com impessoalidade, imparcialidade e transparência, repudiando atitudes violentas, insensatas e incivilizadas de quaisquer pessoas, especialmente de seus servidores”.
Entenda
A discussão teria começado após o carro em que o delegado estava ser fechado pelo veículo da vítima. Durante um bate-boca, o policial saiu do automóvel, enquanto o outro motorista teria acelerado contra ele.
O delegado então sacou a arma e atirou em direção ao caminhão, atingindo a vítima no pescoço. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital João XXIII, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
O caso ocorreu na Avenida do Contorno, perto do cruzamento com a Rua Mato Grosso, na saída do Viaduto Oeste.
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A liberação, feita pela “autoridade policial responsável pelo inquérito”, tem como fundamento a “apresentação espontânea” e a falta de “elementos jurídicos para a prisão do autor do fato”.
A Polícia Civil afirmou ainda que, no curso do inquérito, todas as diligências investigativas possíveis serão realizadas, como depoimentos de outras testemunhas, análise de laudos periciais e arrecadação de imagens de câmeras de vigilâncias.
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Entenda
A discussão teria começado após o carro em que o delegado estava ser fechado pelo veículo da vítima. Durante um bate-boca, o policial saiu do automóvel, enquanto o outro motorista teria acelerado contra ele.
O delegado então sacou a arma e atirou em direção ao caminhão, atingindo a vítima no pescoço. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital João XXIII, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
O caso ocorreu na Avenida do Contorno, perto do cruzamento com a Rua Mato Grosso, na saída do Viaduto Oeste.