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Os leitos vão atender pacientes no Hospital Infantil João Paulo II. A unidade registrou disparada nos atendimentos entre fevereiro e março, passando de 2 mil casos no primeiro mês para quase 5 mil no mês seguinte. “Tivemos um crescimento no número de atendimentos e precisamos nos preparar para o pico que deve acontecer daqui a um mês. Esses leitos serão disponibilizados para que consigamos internar esses pacientes em curto prazo”, afirmou o secretário da SES-MG, Fábio Baccheretti.
Atualmente, a unidade opera com 80% dos leitos de UTI ocupados. Para garantir o atendimento diante do aumento da demanda, o hospital será equipado com mais sete leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), 19 leitos de enfermaria, dois consultórios médicos e oito salas de decisão clínica. Para ampliar o quadro de profissionais, o estado contratou 34 médicos, 18 fisioterapeutas, 10 enfermeiros e 69 técnicos de enfermagem.
“Esses leitos passam a estar disponíveis antes porque a doença sazonal cresce rapidamente. Estamos nos antecipando para melhor atender à população. O paciente que mais nos preocupa não é aquele com sintomas leves, mas sim quem apresenta falta de ar e precisa de atendimento especializado”, afirmou.
Questionado sobre a ampliação de leitos para adultos e idosos, Baccheretti afirmou que a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) já está preparada para garantir o atendimento. “Mantivemos boa parte dos leitos no Hospital Júlia Kubitschek abertos, o que já é suficiente. Reforçamos o pronto atendimento, assim como no Eduardo de Menezes”, disse.
Idosos são os mais afetados
Entre os mais afetados por doenças respiratórias no estado estão os idosos entre 65 e 72 anos, que somam mais de 9 mil internações. Para Baccheretti, o número está associado à queda rápida da imunidade nessa faixa etária. “A imunidade nos idosos se perde em cerca de 10 meses. Precisamos considerar como se ele não tivesse se vacinado no ano passado. Por isso, priorizamos a imunização deles e insistimos para que busquem os postos de saúde o quanto antes”, afirmou.
Vacinação é principal estratégia para conter avanço dos casos
O secretário de Saúde reforça que a vacinação segue como a principal forma de prevenir casos graves e reduzir internações. Minas Gerais já recebeu as primeiras doses da vacina contra influenza e iniciou a campanha com foco nos grupos prioritários, como crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos e gestantes, entre outros.
Para ampliar a cobertura, o Governo de Minas vai promover um Dia D de mobilização no sábado (11/4), com ações em municípios de todas as regiões do estado.
Além da vacina contra a gripe, o calendário inclui imunizantes importantes para a prevenção de doenças respiratórias, como covid-19, pneumocócica e Haemophilus influenzae tipo b (Hib).
Neste ano, uma das estratégias é a vacinação contra o vírus sincicial respiratório para gestantes a partir da 28ª semana. A proteção é transferida para o bebê ainda durante a gestação, reduzindo o risco de formas graves após o nascimento. Também há a aplicação do anticorpo monoclonal nirsevimabe para proteger crianças com maior risco de complicações.
Casos
Até o momento, Minas Gerais registrou 6.189 notificações de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) com hospitalização, sendo 323 por covid-19, 250 por influenza e 120 por vírus sincicial respiratório (VSR).
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Os leitos vão atender pacientes no Hospital Infantil João Paulo II. A unidade registrou disparada nos atendimentos entre fevereiro e março, passando de 2 mil casos no primeiro mês para quase 5 mil no mês seguinte. “Tivemos um crescimento no número de atendimentos e precisamos nos preparar para o pico que deve acontecer daqui a um mês. Esses leitos serão disponibilizados para que consigamos internar esses pacientes em curto prazo”, afirmou o secretário da SES-MG, Fábio Baccheretti.
Atualmente, a unidade opera com 80% dos leitos de UTI ocupados. Para garantir o atendimento diante do aumento da demanda, o hospital será equipado com mais sete leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), 19 leitos de enfermaria, dois consultórios médicos e oito salas de decisão clínica. Para ampliar o quadro de profissionais, o estado contratou 34 médicos, 18 fisioterapeutas, 10 enfermeiros e 69 técnicos de enfermagem.
“Esses leitos passam a estar disponíveis antes porque a doença sazonal cresce rapidamente. Estamos nos antecipando para melhor atender à população. O paciente que mais nos preocupa não é aquele com sintomas leves, mas sim quem apresenta falta de ar e precisa de atendimento especializado”, afirmou.
Questionado sobre a ampliação de leitos para adultos e idosos, Baccheretti afirmou que a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) já está preparada para garantir o atendimento. “Mantivemos boa parte dos leitos no Hospital Júlia Kubitschek abertos, o que já é suficiente. Reforçamos o pronto atendimento, assim como no Eduardo de Menezes”, disse.
Idosos são os mais afetados
Entre os mais afetados por doenças respiratórias no estado estão os idosos entre 65 e 72 anos, que somam mais de 9 mil internações. Para Baccheretti, o número está associado à queda rápida da imunidade nessa faixa etária. “A imunidade nos idosos se perde em cerca de 10 meses. Precisamos considerar como se ele não tivesse se vacinado no ano passado. Por isso, priorizamos a imunização deles e insistimos para que busquem os postos de saúde o quanto antes”, afirmou.
Vacinação é principal estratégia para conter avanço dos casos
O secretário de Saúde reforça que a vacinação segue como a principal forma de prevenir casos graves e reduzir internações. Minas Gerais já recebeu as primeiras doses da vacina contra influenza e iniciou a campanha com foco nos grupos prioritários, como crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos e gestantes, entre outros.
Para ampliar a cobertura, o Governo de Minas vai promover um Dia D de mobilização no sábado (11/4), com ações em municípios de todas as regiões do estado.
Além da vacina contra a gripe, o calendário inclui imunizantes importantes para a prevenção de doenças respiratórias, como covid-19, pneumocócica e Haemophilus influenzae tipo b (Hib).
Neste ano, uma das estratégias é a vacinação contra o vírus sincicial respiratório para gestantes a partir da 28ª semana. A proteção é transferida para o bebê ainda durante a gestação, reduzindo o risco de formas graves após o nascimento. Também há a aplicação do anticorpo monoclonal nirsevimabe para proteger crianças com maior risco de complicações.
Casos
Até o momento, Minas Gerais registrou 6.189 notificações de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) com hospitalização, sendo 323 por covid-19, 250 por influenza e 120 por vírus sincicial respiratório (VSR).