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Após a localização do corpo do último desaparecido em Juiz de Fora, o menino Pietro de 9 anos, nesse sábado (28), os trabalhos de busca foram finalizados na cidade da Zona da Mata, que permanece em situação de calamidade pública. Os esforços seguem nas áreas com risco de deslizamentos de terra, com recomendação de que as famílias não retornem às casas. Além disso, as atenções estão no amparo aos atingidos e restabelecimento dos serviços públicos.
Na manhã deste domingo (1º), a Defesa Civil Estadual e o Corpo de Bombeiros informaram que 186 profissionais ligados das áreas de engenharia e geologia serão distribuídos pelo município para vistoriar os locais atingidos. O grupo conta com 36 militares especializados em riscos geológicos.
Segundo o coordenador estadual adjunto da Defesa Civil, tenente-coronel Wenderson Duarte Marcelino, a operação conta com parceria entre o órgão estatal e o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas (Crea-MG).
Conforme a prefeitura do município, o serviço de acolhimento às vítimas da tragédia será mantido. O último balanço disponibilizado sobre o número de pessoas que precisaram deixar as próprias casas estava em 8,5 mil, entre desabrigados e desalojados.
A Prefeitura de Juiz de Fora ainda afirmou que os trabalhos de monitoramento em áreas de risco - realizado de maneira conjunta com a Defesa Civil Estadual - permanecerá.
*Estagiário, sob a supervisão de Renato Fonseca
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Após a localização do corpo do último desaparecido em Juiz de Fora, o menino Pietro de 9 anos, nesse sábado (28), os trabalhos de busca foram finalizados na cidade da Zona da Mata, que permanece em situação de calamidade pública. Os esforços seguem nas áreas com risco de deslizamentos de terra, com recomendação de que as famílias não retornem às casas. Além disso, as atenções estão no amparo aos atingidos e restabelecimento dos serviços públicos.
Na manhã deste domingo (1º), a Defesa Civil Estadual e o Corpo de Bombeiros informaram que 186 profissionais ligados das áreas de engenharia e geologia serão distribuídos pelo município para vistoriar os locais atingidos. O grupo conta com 36 militares especializados em riscos geológicos.
Segundo o coordenador estadual adjunto da Defesa Civil, tenente-coronel Wenderson Duarte Marcelino, a operação conta com parceria entre o órgão estatal e o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas (Crea-MG).
Conforme a prefeitura do município, o serviço de acolhimento às vítimas da tragédia será mantido. O último balanço disponibilizado sobre o número de pessoas que precisaram deixar as próprias casas estava em 8,5 mil, entre desabrigados e desalojados.
A Prefeitura de Juiz de Fora ainda afirmou que os trabalhos de monitoramento em áreas de risco - realizado de maneira conjunta com a Defesa Civil Estadual - permanecerá.
*Estagiário, sob a supervisão de Renato Fonseca