array(31) {
["id"]=>
int(137024)
["title"]=>
string(47) "Chacina de Unaí completa 18 anos de impunidade"
["content"]=>
string(2872) "O site recebeu a seguinte manifestação do ex-delegado regional do Trabalho de Minas e atualmente assessor da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Carlos Calazans, sobre a Chacina de Unaí. Nesse crime, quatro servidores do Ministério do Trabalho foram executados em 2004. Hoje, Calazans se dedica a manter viva a memória do dia 28 de janeiro de 2004.
A luta por justiça continua
“Seguimos lutando por justiça, apesar de a desesperança bater em nossa porta. Nós, os amigos das vítimas, seus familiares e todos os auditores fiscais do trabalho que lutam por justiça e pelas causas sociais não iremos desistir. Este crime foi contra o Estado Brasileiro e suas Instituições. Passados 18 anos é com tristeza que constatamos a impunidade sobre os mandantes e a liberdade dos assassinos”.
Em 2004, quatro servidores do Ministério do Trabalho foram assassinados, sendo três auditores do trabalho – Aratóstenes de Almeida Gonsalves , João Batista Soares Lage, Nelson Perreira da Silva e o motorista Ailton Pereira de Oliveira. Todas as vítimas foram executadas com tiros na cabeça.
Passados 18 anos do crime, todos os envolvidos na chacina estão soltos, alguns aguardando o cumprimento de sentença. É o caso dos mandantes dos crimes, Norberto Mânica, Hugo Pimenta e José Alberto de Castro. Cada um desses mandantes condenado a mais de 60 anos de prisão.
À espera da Justiça Federal
Apontado pelo Ministério Público como um dos articuladores da chacina e condenado pelo júri popular a mais de 80 anos de prisão, Antero Mânica, ex-prefeito da cidade de Unaí (Noroeste). Ele teve sua condenação anulada pelo TRF-1 por falhas processuais e aguarda novo julgamento. Já os executores , Erinaldo de Vasconcelos, Rogerio Alan do Santos e Willian Gomes de Miranda foram condenados a mais de 100 anos.
Todos cumprem prisão domiciliar, sendo que Rogerio Alan do Santos está foragido após se envolver em outro crime. Chico Elder Pinheiro, que contratou os pistoleiros para o crime, morreu na prisão em 2013 sem ser julgado. Humberto Ribeiro dos Santos teve a pena já prescrita.
Fonte:alemdofato.uai.com.br
"
["author"]=>
string(14) "Orion Teixeira"
["user"]=>
NULL
["image"]=>
array(6) {
["id"]=>
int(588254)
["filename"]=>
string(17) "antero-manica.jpg"
["size"]=>
string(5) "94356"
["mime_type"]=>
string(10) "image/jpeg"
["anchor"]=>
NULL
["path"]=>
string(17) "ffotosiinternass/"
}
["image_caption"]=>
string(69) " Antero Mânica, ex-prefeito acusado como mandante/ foto Portal Unaí"
["categories_posts"]=>
NULL
["tags_posts"]=>
array(0) {
}
["active"]=>
bool(true)
["description"]=>
string(0) ""
["author_slug"]=>
string(14) "orion-teixeira"
["views"]=>
int(253)
["images"]=>
NULL
["alternative_title"]=>
string(0) ""
["featured"]=>
bool(false)
["position"]=>
int(0)
["featured_position"]=>
int(0)
["users"]=>
NULL
["groups"]=>
NULL
["author_image"]=>
NULL
["thumbnail"]=>
NULL
["slug"]=>
string(46) "chacina-de-unai-completa-18-anos-de-impunidade"
["categories"]=>
array(1) {
[0]=>
array(9) {
["id"]=>
int(435)
["name"]=>
string(5) "Minas"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(5) "minas"
}
}
["category"]=>
array(9) {
["id"]=>
int(435)
["name"]=>
string(5) "Minas"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(5) "minas"
}
["tags"]=>
NULL
["created_at"]=>
object(DateTime)#539 (3) {
["date"]=>
string(26) "2022-01-28 11:32:36.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["updated_at"]=>
object(DateTime)#546 (3) {
["date"]=>
string(26) "2022-01-28 11:32:36.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["published_at"]=>
string(25) "2022-01-28T11:30:00-03:00"
["group_permissions"]=>
array(4) {
[0]=>
int(1)
[1]=>
int(4)
[2]=>
int(2)
[3]=>
int(3)
}
["image_path"]=>
string(34) "ffotosiinternass/antero-manica.jpg"
}
O site recebeu a seguinte manifestação do ex-delegado regional do Trabalho de Minas e atualmente assessor da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Carlos Calazans, sobre a Chacina de Unaí. Nesse crime, quatro servidores do Ministério do Trabalho foram executados em 2004. Hoje, Calazans se dedica a manter viva a memória do dia 28 de janeiro de 2004.
A luta por justiça continua
“Seguimos lutando por justiça, apesar de a desesperança bater em nossa porta. Nós, os amigos das vítimas, seus familiares e todos os auditores fiscais do trabalho que lutam por justiça e pelas causas sociais não iremos desistir. Este crime foi contra o Estado Brasileiro e suas Instituições. Passados 18 anos é com tristeza que constatamos a impunidade sobre os mandantes e a liberdade dos assassinos”.
Em 2004, quatro servidores do Ministério do Trabalho foram assassinados, sendo três auditores do trabalho – Aratóstenes de Almeida Gonsalves , João Batista Soares Lage, Nelson Perreira da Silva e o motorista Ailton Pereira de Oliveira. Todas as vítimas foram executadas com tiros na cabeça.
Passados 18 anos do crime, todos os envolvidos na chacina estão soltos, alguns aguardando o cumprimento de sentença. É o caso dos mandantes dos crimes, Norberto Mânica, Hugo Pimenta e José Alberto de Castro. Cada um desses mandantes condenado a mais de 60 anos de prisão.
À espera da Justiça Federal
Apontado pelo Ministério Público como um dos articuladores da chacina e condenado pelo júri popular a mais de 80 anos de prisão, Antero Mânica, ex-prefeito da cidade de Unaí (Noroeste). Ele teve sua condenação anulada pelo TRF-1 por falhas processuais e aguarda novo julgamento. Já os executores , Erinaldo de Vasconcelos, Rogerio Alan do Santos e Willian Gomes de Miranda foram condenados a mais de 100 anos.
Todos cumprem prisão domiciliar, sendo que Rogerio Alan do Santos está foragido após se envolver em outro crime. Chico Elder Pinheiro, que contratou os pistoleiros para o crime, morreu na prisão em 2013 sem ser julgado. Humberto Ribeiro dos Santos teve a pena já prescrita.
Fonte:alemdofato.uai.com.br