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Um call center ilegal, com cerca de 200 funcionários, foi fruto de uma operação da Polícia Civil nessa quarta-feira (25), em Belo Horizonte. No local, um grupo aplicava golpes que consistiam em vendas de consórcios falsos.
Conforme informou a corporação, a quadrilha alcançava mais de R$10 milhões por mês, grande parte obtida por meio de fraudes. Durante a ação, 30 pessoas foram conduzidas à delegacia, sendo sete em flagrante.
PublicidadeQuatro veículos, documentos diversos, celulares, computadores e outros objetos de procedência duvidosa também foram apreendidos pelos policiais.
O golpe
A associação contava com um setor de captação, responsável pela criação de anúncios de veículos, com imagens aleatórias disponíveis na internet, para divulgação em uma rede social e plataforma on-line de compra e venda. As publicações apresentavam condições de compras facilitadas, como crédito para negativados nos sistemas de proteção ao crédito, parcelas com juros abaixo do mercado e veículos com preços muito abaixo da tabela Fipe.
Dessa forma, eram coletados dados de interessados, que eram encaminhados para um atendimento presencial em outras unidades do grupo, sendo uma imobiliária e uma empresa de financiamento. Nestes locais, as vítimas eram obrigadas a pagar taxas referentes a aquisição de consórcios, entradas de financiamentos e taxas administrativas, “sempre sob a promessa de que, em um curto prazo, o bem oferecido nos falsos anúncios estaria disponível para entrega''.
Levantamentos ainda indicam que, na maioria dos casos, o grupo atraía vítimas de baixa renda, “as quais adquiriam, sem consentimento, produtos financeiros diversos do anunciado''.
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PublicidadeQuatro veículos, documentos diversos, celulares, computadores e outros objetos de procedência duvidosa também foram apreendidos pelos policiais.
O golpe
A associação contava com um setor de captação, responsável pela criação de anúncios de veículos, com imagens aleatórias disponíveis na internet, para divulgação em uma rede social e plataforma on-line de compra e venda. As publicações apresentavam condições de compras facilitadas, como crédito para negativados nos sistemas de proteção ao crédito, parcelas com juros abaixo do mercado e veículos com preços muito abaixo da tabela Fipe.
Dessa forma, eram coletados dados de interessados, que eram encaminhados para um atendimento presencial em outras unidades do grupo, sendo uma imobiliária e uma empresa de financiamento. Nestes locais, as vítimas eram obrigadas a pagar taxas referentes a aquisição de consórcios, entradas de financiamentos e taxas administrativas, “sempre sob a promessa de que, em um curto prazo, o bem oferecido nos falsos anúncios estaria disponível para entrega''.
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