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Monumentos sem mãos e até sem cabeça. Este é o cenário de algumas das esculturas da Praça Rui Barbosa, no Centro de Belo Horizonte. Ao percorrer o local, além dos sinais do tempo, destacam-se a ação de vândalos.
Uma das mais tradicionais estátuas do hipercentro faz parte do conjunto arquitetônico da área. Um leão, que teve a cabeça quebrada há mais de dois anos. E assim segue pela manhã deste domingo (12).
O vandalismo ocorreu em abril de 2020, quando agentes da Guarda Municipal encontraram a peça jogada no chão. Segundo a prefeitura da capital mineira, a substituição da estátua, que seria uma réplica, está sendo viabilizada pela Fundação Municipal de Cultura.
“A praça, especificamente, conta com uma Unidade de Segurança Preventiva (USP), que garante a presença de agentes no local 24 horas por dia, todos os dias da semana”, informou sobre a segurança no local.
As ações de prevenção, ainda de acordo com a administração municipal, são otimizadas por meio de monitoramento de imagens captadas pelo Centro de Operações, com ajuda de câmeras que possibilitam a identificação e prisão em flagrante dos autores, “bem como o encaminhamento dos envolvidos às Centrais de Flagrantes (Ceflans) da Polícia Civil, para as devidas providências”.
Os belo-horizontinos também podem auxiliar, denunciando casos de vandalismo pelo telefone 153 ou pelo 190.
Praça da Estação
A PBH também informou que um projeto de restauração urbanística da Praça da Estação, pertencente ao Conjunto Urbano Praça Rui Barbosa e Adjacências, foi aprovado em abril deste ano e prevê a recuperação das fonte, propõe intervenções de paisagismo e mobiliário urbano, que visam a melhoria da qualidade, além de evitar o estacionamento de veículos no local.
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Monumentos sem mãos e até sem cabeça. Este é o cenário de algumas das esculturas da Praça Rui Barbosa, no Centro de Belo Horizonte. Ao percorrer o local, além dos sinais do tempo, destacam-se a ação de vândalos.
Uma das mais tradicionais estátuas do hipercentro faz parte do conjunto arquitetônico da área. Um leão, que teve a cabeça quebrada há mais de dois anos. E assim segue pela manhã deste domingo (12).
O vandalismo ocorreu em abril de 2020, quando agentes da Guarda Municipal encontraram a peça jogada no chão. Segundo a prefeitura da capital mineira, a substituição da estátua, que seria uma réplica, está sendo viabilizada pela Fundação Municipal de Cultura.
“A praça, especificamente, conta com uma Unidade de Segurança Preventiva (USP), que garante a presença de agentes no local 24 horas por dia, todos os dias da semana”, informou sobre a segurança no local.
As ações de prevenção, ainda de acordo com a administração municipal, são otimizadas por meio de monitoramento de imagens captadas pelo Centro de Operações, com ajuda de câmeras que possibilitam a identificação e prisão em flagrante dos autores, “bem como o encaminhamento dos envolvidos às Centrais de Flagrantes (Ceflans) da Polícia Civil, para as devidas providências”.
Os belo-horizontinos também podem auxiliar, denunciando casos de vandalismo pelo telefone 153 ou pelo 190.
Praça da Estação
A PBH também informou que um projeto de restauração urbanística da Praça da Estação, pertencente ao Conjunto Urbano Praça Rui Barbosa e Adjacências, foi aprovado em abril deste ano e prevê a recuperação das fonte, propõe intervenções de paisagismo e mobiliário urbano, que visam a melhoria da qualidade, além de evitar o estacionamento de veículos no local.