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string(2738) "O atual cenário da pandemia de Covid-19 em Minas deve atingir um novo patamar nesta semana. A expectativa é que o pico da doença seja alcançado nesta terça-feira (1º), com quase 50 mil casos registrados em 24 horas. A avaliação é do secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti.
O novo panorama esperado pelo titular da pasta é considerado, diante do aumento na disseminação do vírus por conta da variante Ômicron, mais transmissível quando comparada a outras cepas.
“A nossa expectativa é de que a gente atingisse agora, no dia 1º de fevereiro, o nosso pico, de 48 mil casos de previsão. Obviamente esse número varia porque muitos testes são feitos em farmácias e em alguns locais que não temos dados, mas, de qualquer forma, essa semana será de maior transmissibilidade do vírus”, disse Baccheretti em entrevista para a Rádio Itatiaia nesta segunda-feira (31).
Segundo o secretário, porém, a tendência é que o número de novos casos comece a cair em seguida. “Em meados de fevereiro já vamos ver a pressão diminuindo. O que a gente percebe é que, quando o crescimento é exponencial e rápido, a queda também é rápida. No nosso caso, pela Ômicron e em uma vida normal que estamos vivendo, ela sobe muito rápido e desce muito rápido”, afirmou.
Transmissão acelerada
Devido a alta transmissão, o Estado vem registrando recordes de confirmações de novos casos. O último deles, com 40.753 notificações em um dia, foi registrado na última sexta-feira (28). E o cenário fez com que o sistema de saúde voltasse a ficar sobrecarregado, com leitos de terapia intensiva e enfermaria lotados.
“Estamos liberando R$ 47 milhões aos municípios para conseguir sobreviver nessas próximas semanas, com leitos. Na Fhemig, abrimos 20 leitos de CTI nessa semana, sendo dez pediátricos, e mais 102 de enfermaria. É um momento de grande esforço para receber esse paciente. Mas como a vacinação avançou bem, vamos conseguir sair dessa e daqui a pouco normalizar a vida”, concluiu.
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O novo panorama esperado pelo titular da pasta é considerado, diante do aumento na disseminação do vírus por conta da variante Ômicron, mais transmissível quando comparada a outras cepas.
“A nossa expectativa é de que a gente atingisse agora, no dia 1º de fevereiro, o nosso pico, de 48 mil casos de previsão. Obviamente esse número varia porque muitos testes são feitos em farmácias e em alguns locais que não temos dados, mas, de qualquer forma, essa semana será de maior transmissibilidade do vírus”, disse Baccheretti em entrevista para a Rádio Itatiaia nesta segunda-feira (31).
Segundo o secretário, porém, a tendência é que o número de novos casos comece a cair em seguida. “Em meados de fevereiro já vamos ver a pressão diminuindo. O que a gente percebe é que, quando o crescimento é exponencial e rápido, a queda também é rápida. No nosso caso, pela Ômicron e em uma vida normal que estamos vivendo, ela sobe muito rápido e desce muito rápido”, afirmou.
Transmissão acelerada
Devido a alta transmissão, o Estado vem registrando recordes de confirmações de novos casos. O último deles, com 40.753 notificações em um dia, foi registrado na última sexta-feira (28). E o cenário fez com que o sistema de saúde voltasse a ficar sobrecarregado, com leitos de terapia intensiva e enfermaria lotados.
“Estamos liberando R$ 47 milhões aos municípios para conseguir sobreviver nessas próximas semanas, com leitos. Na Fhemig, abrimos 20 leitos de CTI nessa semana, sendo dez pediátricos, e mais 102 de enfermaria. É um momento de grande esforço para receber esse paciente. Mas como a vacinação avançou bem, vamos conseguir sair dessa e daqui a pouco normalizar a vida”, concluiu.