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"Há um elefante atrapalhando a discussão a respeito do preço dos combustíveis, que a classe política teima em não querer enxergar: o domínio da Petrobras sobre o mercado de refino no Brasil. Mesmo que, desde 1997, a estatal legalmente não detenha mais o monopólio, na prática a concorrência não chegou ao setor. Das 17 refinarias que produzem combustível no país, quatro são privadas, mas elas respondem por apenas 1,3% do petróleo processado, segundo o último anuário da Agência Nacional do Petróleo.
O resto é controlado pela Petrobras, cuja política de preços determina o valor cobrado na bomba", escreve o editorial do jornal da família Marinho. "Para que isso se torne realidade, é preciso mais que o presidente Jair Bolsonaro se dizer disposto a privatizar a Petrobras amanhã. A classe política tem de entender que a melhor forma de impor limites aos poderes da estatal sobre os preços é criar um mercado competitivo para valer."
O jornal dos Marinho, que sempre combateu a Petrobrás e a independência energética do Brasil, ignora que as refinarias privadas cobram mais caro e que todos os especialistas sérios em energia, como o professor Gilberto Bercovici, da Universidade de São Paulo, apontam que a política de preços da Petrobrás, imposta aos brasileiros após o golpe de estado de 2016 apoiado pelo Globo, trouxe fome, miséria e desemprego.
Confira: https://www.youtube.com/watch?v=ktX9L91qV7E&t=55s
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