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Citando "ataques de negros contra asiáticos, brancos e judeus", ele afirma que existe um "racismo negro", que reproduz um "projeto supremacista". A quantidade de asneiras logo no primeiro parágrafo é nauseante para leitura em uma manhã de domingo: ele fala em "neorracismo identitário".
"Quem hoje figura na posição de oprimido pode ter sido opressor no passado e voltar a ser no futuro", escreve. O "antropólogo" parece ter ido a fundo na Fenomenologia do Espírito, capítulo IV. Porém, não demonstra familiaridade com a crítica fanoniana. Ou talvez seja só racismo nu e cru mesmo. De qualquer forma, vá estudar.
O racismo fica evidente, aqui: só cita casos nos EUA, e mesmo assim, dispara: "Hoje, o Black Lives Matter pede a morte dos judeus em manifestações públicas".
Mais uma: "Militantes pretos, como pastores evangélicos, querem o poder".
Depois, tenta atenuar o ódio que destilou, com o tradicional discursinho: "O mesmo microscópio deve enquadrar todo e qualquer racismo, venha de onde vier".
Não é a primeira vez que a Folha dá espaço ao racismo. Em setembro do ano passado, o jornalista Leandro Narloch escreveu texto relativizando a escravidão, intitulado: "Luxo e riqueza das 'sinhás pretas' precisam inspirar o movimento negro".
O professor de Direito Thiago Amparo escreveu um artigo no mesmo jornal rebatendo. “Abro este jornal. Nele, um artigo sobre ‘negras prósperas no ápice da escravidão’. Eu pauso. Verifico a data do jornal: não é o século 19. Continuo a leitura. O autor promete ‘complicar as narrativas de ativistas’; afirma que a ‘culpada é a época e seus valores diferentes dos nossos’; e que nos traria ‘maturidade e conciliação’ as ‘lindas histórias de vida das sinhás pretas'", escreveu.
Listando alguns casos recentes, que se tornaram públicos, de racismo no Brasil:
Racismo: acusado de roubo na Zara, homem negro é retirado de banheiro para ‘devolver’ mochila que comprou
Documentário "Povo negro unido é povo negro forte" da TV 247 revela a revolta contra o Carrefour
Racismo: jornalista diz que Mano Brown exige vacinação, mas não antecedentes criminais
Atlas: negros têm mais do que o dobro de chance de serem assassinados no Brasil. São 77% das vítimas de homicídio
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Citando "ataques de negros contra asiáticos, brancos e judeus", ele afirma que existe um "racismo negro", que reproduz um "projeto supremacista". A quantidade de asneiras logo no primeiro parágrafo é nauseante para leitura em uma manhã de domingo: ele fala em "neorracismo identitário".
"Quem hoje figura na posição de oprimido pode ter sido opressor no passado e voltar a ser no futuro", escreve. O "antropólogo" parece ter ido a fundo na Fenomenologia do Espírito, capítulo IV. Porém, não demonstra familiaridade com a crítica fanoniana. Ou talvez seja só racismo nu e cru mesmo. De qualquer forma, vá estudar.
O racismo fica evidente, aqui: só cita casos nos EUA, e mesmo assim, dispara: "Hoje, o Black Lives Matter pede a morte dos judeus em manifestações públicas".
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Racismo: jornalista diz que Mano Brown exige vacinação, mas não antecedentes criminais
Atlas: negros têm mais do que o dobro de chance de serem assassinados no Brasil. São 77% das vítimas de homicídio