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Na decisão, Moraes explica que existe o risco real de que, se for solto, o réu possa cometer novos crimes. Ele relembrou que o homem fugiu de Brasília logo após o atentado frustrado no aeroporto e somente foi preso em junho deste ano, em Mato Grosso, após ser procurado pela polícia.
“Há, portanto, fortes e graves indícios do risco concreto da reiteração delitiva e à aplicação de lei penal, em razão da fuga após a prática dos crimes, considerando o início da instrução criminal, após o recebimento da denúncia”, escreveu o ministro Alexandre de Moraes.
O magistrado destacou, na decisão publicada nesta quarta-feira (31), não haver qualquer fato novo que mude a atual situação.
“Destaca-se a necessidade de resguardar a ordem pública e da instrução criminal, inexistindo qualquer fato superveniente que possa afastar a necessidade de manutenção da custódia cautelar”, afirmou o ministro.
Em outubro, o ministro já havia negado o pedido de soltura feito pela defesa do condenado.
Tentativa de golpe
O homem está preso desde junho deste ano por decisão do ministro, após a Procuradoria Geral da República (PGR) apresentar denúncia contra ele e outras duas pessoas pelos crimes de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e associação criminosa armada, além de requerer sua prisão preventiva.
* Com informações da Agência Brasil
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O magistrado destacou, na decisão publicada nesta quarta-feira (31), não haver qualquer fato novo que mude a atual situação.
“Destaca-se a necessidade de resguardar a ordem pública e da instrução criminal, inexistindo qualquer fato superveniente que possa afastar a necessidade de manutenção da custódia cautelar”, afirmou o ministro.
Em outubro, o ministro já havia negado o pedido de soltura feito pela defesa do condenado.
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O homem está preso desde junho deste ano por decisão do ministro, após a Procuradoria Geral da República (PGR) apresentar denúncia contra ele e outras duas pessoas pelos crimes de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e associação criminosa armada, além de requerer sua prisão preventiva.
* Com informações da Agência Brasil