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string(76) "Trump contesta agência e diz que conversa com Irã segue em ritmo acelerado"
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string(4578) "Horas após a agência de notícias iraniana Tasnim citar que as negociações do Irã com os EUA estariam suspensas, o presidente Donald Trump contestou a informação e declarou na Truth Social que as conversas continuam em "ritmo acelerado".
Trump afirmou que não recebeu nenhum comunicado do Irã sobre uma suposta interrupção nas negociações. "As negociações com a República Islâmica do Irã continuam em ritmo acelerado. Agradeço a sua atenção a este assunto!", escreveu.
Ele também garantiu a continuidade do cessar-fogo após uma "conversa produtiva" com Israel e com o Hezbollah. Trump anunciou que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, não enviaria tropas para Beirute. "Quaisquer tropas que estivessem a caminho já foram impedidas de entrar", disse. O presidente do EUA também citou que conversou com representantes de alto escalão do Hezbollah. "Eles concordaram que todos os disparos cessarão -que Israel não os atacará e que eles não atacarão Israel".
O Irã exige a interrupção imediata dos bombardeios de Israel contra o Líbano. "Diante da continuidade dos ataques do regime israelense no Líbano, e considerando que o Líbano era uma das pré-condições para um cessar-fogo -que agora foi violado em todas as frentes, inclusive no Líbano -a equipe de negociação iraniana está suspendendo as conversas e as trocas de textos por meio de mediadores", informou a Tasnim, hoje mais cedo.
O regime iraniano também pede a retirada completa do exército israelense do Líbano, disse a Tasnim. "Até que a posição do Irã e da resistência sobre essas questões seja atendida, não haverá negociações", acrescenta o comunicado.
Teerã e grupos militantes aliados na região incluíram em sua agenda o fechamento completo do Estreito de Hormuz. Além disso, também ameaçaram fechar o Estreito de Bab el-Mandeb, no extremo sul do Mar Vermelho, onde os rebeldes houthis do Iêmen, apoiados pelo Irã, já lançaram ataques contra embarcações.
Hoje, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, instruiu as forças armadas israelenses a atacar o distrito de Dahieh, em Beirute. O local é um subúrbio ao sul da cidade e reduto do Hezbollah. Um oficial israelense disse à CNN que os planos para atacar Beirute foram coordenados com os Estados Unidos.
A guerra começou em 28 de fevereiro com a ofensiva israelense-americana. O conflito provocou milhares de mortes e abalou a economia mundial, com um forte aumento nos preços do petróleo.
Nos últimos dias, os dois países pareciam estar próximos de um acordo. Mas o jornal "The New York Times" informou no sábado que Trump endureceu a proposta de negociação com o Irã. Trump, cuja prioridade declarada é acabar com o programa nuclear iraniano e reabrir o Estreito de Hormuz, pediu mais firmeza por parte de seus negociadores.
O canal CBS informou ontem que a nova proposta americana prevê uma prorrogação de 60 dias do cessar-fogo. As cláusulas preveem a reabertura de Hormuz e um cronograma para retomar as negociações nucleares. Mas, segundo o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, "não aconteceu nenhuma negociação sobre os detalhes do dossiê nuclear. Nesta etapa, nossa prioridade é encerrar a guerra".
O Irã, que reivindica o direito a um programa nuclear civil, nega a tentativa de desenvolver uma arma atômica. Teerã pretende abordar o tema em uma segunda fase, em caso de um acordo com Washington, e exige a suspensão imediata das sanções impostas contra o país.
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Trump afirmou que não recebeu nenhum comunicado do Irã sobre uma suposta interrupção nas negociações. "As negociações com a República Islâmica do Irã continuam em ritmo acelerado. Agradeço a sua atenção a este assunto!", escreveu.
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O Irã exige a interrupção imediata dos bombardeios de Israel contra o Líbano. "Diante da continuidade dos ataques do regime israelense no Líbano, e considerando que o Líbano era uma das pré-condições para um cessar-fogo -que agora foi violado em todas as frentes, inclusive no Líbano -a equipe de negociação iraniana está suspendendo as conversas e as trocas de textos por meio de mediadores", informou a Tasnim, hoje mais cedo.
O regime iraniano também pede a retirada completa do exército israelense do Líbano, disse a Tasnim. "Até que a posição do Irã e da resistência sobre essas questões seja atendida, não haverá negociações", acrescenta o comunicado.
Teerã e grupos militantes aliados na região incluíram em sua agenda o fechamento completo do Estreito de Hormuz. Além disso, também ameaçaram fechar o Estreito de Bab el-Mandeb, no extremo sul do Mar Vermelho, onde os rebeldes houthis do Iêmen, apoiados pelo Irã, já lançaram ataques contra embarcações.
Hoje, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, instruiu as forças armadas israelenses a atacar o distrito de Dahieh, em Beirute. O local é um subúrbio ao sul da cidade e reduto do Hezbollah. Um oficial israelense disse à CNN que os planos para atacar Beirute foram coordenados com os Estados Unidos.
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Nos últimos dias, os dois países pareciam estar próximos de um acordo. Mas o jornal "The New York Times" informou no sábado que Trump endureceu a proposta de negociação com o Irã. Trump, cuja prioridade declarada é acabar com o programa nuclear iraniano e reabrir o Estreito de Hormuz, pediu mais firmeza por parte de seus negociadores.
O canal CBS informou ontem que a nova proposta americana prevê uma prorrogação de 60 dias do cessar-fogo. As cláusulas preveem a reabertura de Hormuz e um cronograma para retomar as negociações nucleares. Mas, segundo o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, "não aconteceu nenhuma negociação sobre os detalhes do dossiê nuclear. Nesta etapa, nossa prioridade é encerrar a guerra".
O Irã, que reivindica o direito a um programa nuclear civil, nega a tentativa de desenvolver uma arma atômica. Teerã pretende abordar o tema em uma segunda fase, em caso de um acordo com Washington, e exige a suspensão imediata das sanções impostas contra o país.