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"Apreciaríamos o papel de mediador da Santa Sé para acabar com o sofrimento humano" na Ucrânia, tuitou Zelensky após um telefonema com o papa, depois que o Kremlin julgou que as negociações atuais com Kiev não foram suficientemente "substanciais".
O presidente ucraniano declarou que informou a "Sua Santidade sobre a situação humanitária difícil e o bloqueio dos corredores humanitários pelas tropas russas" e agradeceu as "orações pela Ucrânia e pela paz" feitas pelo papa.
Zelensky pediu ao papa "que venha ao nosso país neste momento muito importante", em um vídeo divulgado na noite desta terça-feira. "Acredito que podemos organizar esta importante visita que fornece um apoio significativo a cada um de nós, a cada ucraniano."
Desde o início da ofensiva russa na Ucrânia, que deixou milhares de mortos, principalmente civis, o papa Francisco reiterou os apelos à paz.
Em uma oração pública em 16 de março, pediu perdão a Deus em nome dos humanos que "continuam bebendo o sangue dos mortos destruídos pelas armas".
Ucrânia, um país majoritariamente ortodoxo, conta com uma importante minoria greco-católica dependente do Vaticano, concentrada principalmente no oeste do país.
Esta confissão católica de rito oriental, que é a terceira Igreja na Ucrânia, afirma ter 5,5 milhões de fiéis na ex-república soviética, que antes da guerra tinha cerca de 40 milhões de habitantes.
Quase 9% dos ucranianos afirma pertencer a esta Igreja, enquanto 58% se reivindica como parte da Igreja ortodoxa independente e 25% como parte do Patriarcado de Moscou, segundo uma pesquisa de 2021.
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"Apreciaríamos o papel de mediador da Santa Sé para acabar com o sofrimento humano" na Ucrânia, tuitou Zelensky após um telefonema com o papa, depois que o Kremlin julgou que as negociações atuais com Kiev não foram suficientemente "substanciais".
O presidente ucraniano declarou que informou a "Sua Santidade sobre a situação humanitária difícil e o bloqueio dos corredores humanitários pelas tropas russas" e agradeceu as "orações pela Ucrânia e pela paz" feitas pelo papa.
Zelensky pediu ao papa "que venha ao nosso país neste momento muito importante", em um vídeo divulgado na noite desta terça-feira. "Acredito que podemos organizar esta importante visita que fornece um apoio significativo a cada um de nós, a cada ucraniano."
Desde o início da ofensiva russa na Ucrânia, que deixou milhares de mortos, principalmente civis, o papa Francisco reiterou os apelos à paz.
Em uma oração pública em 16 de março, pediu perdão a Deus em nome dos humanos que "continuam bebendo o sangue dos mortos destruídos pelas armas".
Ucrânia, um país majoritariamente ortodoxo, conta com uma importante minoria greco-católica dependente do Vaticano, concentrada principalmente no oeste do país.
Esta confissão católica de rito oriental, que é a terceira Igreja na Ucrânia, afirma ter 5,5 milhões de fiéis na ex-república soviética, que antes da guerra tinha cerca de 40 milhões de habitantes.
Quase 9% dos ucranianos afirma pertencer a esta Igreja, enquanto 58% se reivindica como parte da Igreja ortodoxa independente e 25% como parte do Patriarcado de Moscou, segundo uma pesquisa de 2021.