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Até agora Portugal somente autorizava em certificado as vacinas aprovadas pela Agência Européia do Medicamento (EMA). Por isso, o fato de que não havia nesta lista da EMA uma vacina aplicada em massa e produzida no Brasil dificultava bastante o ingresso de brasileiros no país. Estes necessitavam apresentar testes negativos, mesmo estando vacinados, para poder entrar nos locais onde o documento digital é exigido, que abrangem aeroportos, hotéis, cinemas, restaurantes, sala de espetáculos entre outros. O certificado digital da UE é considerado o passaporte vacinal, que é obrigatório para liberar o deslocamento entre fronteiras e dispensa a comprovação de teste negativo.
O imunizante da Oxford, que é fabricado em parceria com a farmacêutica anglo-sueco AstraZeneca, foi a partir de janeiro a ser elaborado completamente pela Fiocruz, logo depois que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a inclusão do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) feito no Brasil.
Além da vacina produzida na Fiocruz, também começaram a ser validadas para o certificado e serem autorizados os produtores Verity Pharmaceuticals (Canadá), R-Pharm (Rússia) e, ainda os imunizantes chineses Sinopharm (Vero Cell) e Sinovac (Coronavac), assim como a Bharat Biotech International (Covaxin), da Índia.
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Nesta terça-feira (8), as entidades portuguesas Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) e a Direção Geral da Saúde (DGS) declararam em nota que a vacina contra a Covid-19 produzida pela instituição brasileira Fiocruz foi incluída na relação dos imunizantes aceitos para emissão de certificado digital da União Europeia (UE).
Até agora Portugal somente autorizava em certificado as vacinas aprovadas pela Agência Européia do Medicamento (EMA). Por isso, o fato de que não havia nesta lista da EMA uma vacina aplicada em massa e produzida no Brasil dificultava bastante o ingresso de brasileiros no país. Estes necessitavam apresentar testes negativos, mesmo estando vacinados, para poder entrar nos locais onde o documento digital é exigido, que abrangem aeroportos, hotéis, cinemas, restaurantes, sala de espetáculos entre outros. O certificado digital da UE é considerado o passaporte vacinal, que é obrigatório para liberar o deslocamento entre fronteiras e dispensa a comprovação de teste negativo.
O imunizante da Oxford, que é fabricado em parceria com a farmacêutica anglo-sueco AstraZeneca, foi a partir de janeiro a ser elaborado completamente pela Fiocruz, logo depois que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a inclusão do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) feito no Brasil.
Além da vacina produzida na Fiocruz, também começaram a ser validadas para o certificado e serem autorizados os produtores Verity Pharmaceuticals (Canadá), R-Pharm (Rússia) e, ainda os imunizantes chineses Sinopharm (Vero Cell) e Sinovac (Coronavac), assim como a Bharat Biotech International (Covaxin), da Índia.