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string(97) "Nações Unidas, União Europeia entre outras organizações pedem trégua humanitária no Sudão"
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Desde abril de 2023, o Sudão está mergulhado numa guerra devastadora entre o exército e o grupo paramilitar Forças de Apoio Rápido (RSF), que causou a maior crise humanitária do mundo, com cerca de 34 milhões de pessoas que precisam de ajuda, das quais 17,3 milhões são crianças.
Em um comunicado conjunto, as organizações pedem à interrupção imediata da escalada militar no Sudão, incluindo o uso de meios de guerra cada vez mais destrutivos, que estão causando danos devastadores aos civis. As organizações alertaram, em especial, a rápida deterioração da situação na região de Kordofan e no estado do Nilo Azul, onde há relatos de ataques mortais e cercos cada vez mais intensos, que afetam infraestruturas civis críticas, incluindo hospitais, escolas e recursos humanitários.
Além disso, existem registros de deslocações forçadas e severas restrições ao acesso humanitário, incluindo ameaças a importantes corredores de abastecimento e bombardeios a comboios de ajuda humanitária. Os organismos destacaram a urgência de uma ação imediata para prevenir mais atrocidades a população civil.
"Os civis não devem mais arcar com o custo das hostilidades em curso. Violações graves do direito internacional humanitário não podem ficar impunes. Os perpetradores devem ser responsabilizados", aponta um trecho da nota divulgada pelo gabinete do secretário-geral da ONU, António Guterres.
A guerra no Sudão já provocou a morte de milhares de pessoas, com estimativas que indicam mais de 150 mil. No ápice dos combates, aproximadamente 14 milhões de pessoas foram forçadas a fugir. Segundo o último balanço do Quadro Integrado de Classificação da Segurança Alimentar, agência das Nações Unidas, mais de 21 milhões de pessoas enfrenta insegurança alimentar grave, e dois terços da população necessitam urgentemente de ajuda.
As cinco organizações sublinharam que com a aproximação do mês sagrado do Ramadã, os envolvidos no conflito aproveitem a oportunidade oferecida pelos esforços em curso para negociar uma trégua humanitária e reduzir imediatamente as hostilidades, a fim de se evitar mais mortes e permitir a prestação de assistência vital. "Uma trégua humanitária desse tipo poderia servir como um passo importante rumo a uma cessação mais ampla das hostilidades", defendem no comunicado.
Também enfatizaram o compromisso de facilitar um diálogo político inter-sudanês inclusivo e liderado pelos sudaneses, com o objetivo de pôr fim à guerra e lançar as bases para uma transição política pacífica.
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Desde abril de 2023, o Sudão está mergulhado numa guerra devastadora entre o exército e o grupo paramilitar Forças de Apoio Rápido (RSF), que causou a maior crise humanitária do mundo, com cerca de 34 milhões de pessoas que precisam de ajuda, das quais 17,3 milhões são crianças.
Em um comunicado conjunto, as organizações pedem à interrupção imediata da escalada militar no Sudão, incluindo o uso de meios de guerra cada vez mais destrutivos, que estão causando danos devastadores aos civis. As organizações alertaram, em especial, a rápida deterioração da situação na região de Kordofan e no estado do Nilo Azul, onde há relatos de ataques mortais e cercos cada vez mais intensos, que afetam infraestruturas civis críticas, incluindo hospitais, escolas e recursos humanitários.
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A guerra no Sudão já provocou a morte de milhares de pessoas, com estimativas que indicam mais de 150 mil. No ápice dos combates, aproximadamente 14 milhões de pessoas foram forçadas a fugir. Segundo o último balanço do Quadro Integrado de Classificação da Segurança Alimentar, agência das Nações Unidas, mais de 21 milhões de pessoas enfrenta insegurança alimentar grave, e dois terços da população necessitam urgentemente de ajuda.
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