array(31) {
["id"]=>
int(142151)
["title"]=>
string(71) "Milhares de pessoas protestam na Hungria a favor dos direitos LGBTQIAP+"
["content"]=>
string(2138) "Milhares de pessoas se manifestaram em defesa dos direitos LGBTQIAP+ neste sábado (23) em Budapeste, capital da Hungria. Os protestos aconteceram um ano após uma lei considerada descriminatória entrar em vigor na União Europeia (UE).
Entre bandeiras e faixas com as cores do arco-íris, os manifestantes condenaram o texto adotado no verão passado, que proíbe a "representação ou promoção" da homossexualidade, resignação de gênero ou mudança de sexo entre menores.
"É uma ferramenta para dividir as pessoas e colocá-las umas contra as outras", disse Armin, um especialista em Marketing que preferiu não informar o sobrenome. "Para ser honesto, a situação é deprimente", destacou Pal Vas, de 18 anos. Ele deixará a Hungria em setembro para estudar.
"Tenho a sorte da minha família e amigos serem abertos, mas conheço tantas pessoas LGBTQIAP que precisam se esconder", explica o jovem, que disse ter sido insultado na rua recentemente. "Só porque usava uma camiseta rosa", acrescenta.
Em uma ponte da cidade, um grupo de manifestantes removeu uma faixa que comparava a homossexualidade com a pedofilia, na margem da nova norma.
O texto provocou uma onda de indignação na Europa e, depois de sua adoção, a Comissão Europeia lançou um processo de infração contra a Hungria, antes de encaminhar o assunto ao Tribunal de Justiça da UE em meados de julho.
Entretanto, o primeiro-ministro nacionalista e ultraconservador Viktor Orban, cujo país está na mira de Bruxelas por minar o Estado de Direito, insiste que a lei não é homofóbica e visa "proteger os direitos das crianças".
"
["author"]=>
string(3) "AFP"
["user"]=>
NULL
["image"]=>
array(6) {
["id"]=>
int(594212)
["filename"]=>
string(14) "turquilgbt.png"
["size"]=>
string(6) "451865"
["mime_type"]=>
string(9) "image/png"
["anchor"]=>
NULL
["path"]=>
string(9) "marquivo/"
}
["image_caption"]=>
string(25) " Foto: FERENC ISZA / AFP"
["categories_posts"]=>
NULL
["tags_posts"]=>
array(0) {
}
["active"]=>
bool(true)
["description"]=>
string(0) ""
["author_slug"]=>
string(3) "afp"
["views"]=>
int(101)
["images"]=>
NULL
["alternative_title"]=>
string(0) ""
["featured"]=>
bool(false)
["position"]=>
int(0)
["featured_position"]=>
int(0)
["users"]=>
NULL
["groups"]=>
NULL
["author_image"]=>
NULL
["thumbnail"]=>
NULL
["slug"]=>
string(70) "milhares-de-pessoas-protestam-na-hungria-a-favor-dos-direitos-lgbtqiap"
["categories"]=>
array(1) {
[0]=>
array(9) {
["id"]=>
int(428)
["name"]=>
string(13) "Internacional"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(13) "internacional"
}
}
["category"]=>
array(9) {
["id"]=>
int(428)
["name"]=>
string(13) "Internacional"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(13) "internacional"
}
["tags"]=>
NULL
["created_at"]=>
object(DateTime)#539 (3) {
["date"]=>
string(26) "2022-07-23 23:23:28.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["updated_at"]=>
object(DateTime)#546 (3) {
["date"]=>
string(26) "2022-07-23 23:23:28.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["published_at"]=>
string(25) "2022-07-23T23:20:00-03:00"
["group_permissions"]=>
array(4) {
[0]=>
int(1)
[1]=>
int(4)
[2]=>
int(2)
[3]=>
int(3)
}
["image_path"]=>
string(23) "marquivo/turquilgbt.png"
}
Milhares de pessoas se manifestaram em defesa dos direitos LGBTQIAP+ neste sábado (23) em Budapeste, capital da Hungria. Os protestos aconteceram um ano após uma lei considerada descriminatória entrar em vigor na União Europeia (UE).
Entre bandeiras e faixas com as cores do arco-íris, os manifestantes condenaram o texto adotado no verão passado, que proíbe a "representação ou promoção" da homossexualidade, resignação de gênero ou mudança de sexo entre menores.
"É uma ferramenta para dividir as pessoas e colocá-las umas contra as outras", disse Armin, um especialista em Marketing que preferiu não informar o sobrenome. "Para ser honesto, a situação é deprimente", destacou Pal Vas, de 18 anos. Ele deixará a Hungria em setembro para estudar.
"Tenho a sorte da minha família e amigos serem abertos, mas conheço tantas pessoas LGBTQIAP que precisam se esconder", explica o jovem, que disse ter sido insultado na rua recentemente. "Só porque usava uma camiseta rosa", acrescenta.
Em uma ponte da cidade, um grupo de manifestantes removeu uma faixa que comparava a homossexualidade com a pedofilia, na margem da nova norma.
O texto provocou uma onda de indignação na Europa e, depois de sua adoção, a Comissão Europeia lançou um processo de infração contra a Hungria, antes de encaminhar o assunto ao Tribunal de Justiça da UE em meados de julho.
Entretanto, o primeiro-ministro nacionalista e ultraconservador Viktor Orban, cujo país está na mira de Bruxelas por minar o Estado de Direito, insiste que a lei não é homofóbica e visa "proteger os direitos das crianças".