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Dois dias após ser atingido pelo mais forte terremoto de sua história, a situação humanitária em Mianmar se agrava a cada hora. O país sofreu novos tremores de magnitude 5,1 neste domingo (30). De acordo com agências internacionais, o número de mortos já alcançou a trágica marca de 1.700, com 3.400 feridos e mais de 300 pessoas ainda desaparecidas sob os escombros.
O terremoto principal, de magnitude 7,7, que ocorreu na sexta-feira (28) próximo a Mandalay, a segunda maior cidade do país, deixou um rastro de destruição generalizada. Em Mandalay, o ar já carrega o odor de corpos em decomposição, enquanto moradores, sob um calor intenso de 41°C, prosseguem com esforços desesperados para encontrar sobreviventes em meio aos escombros de edifícios que desabaram.
“É uma destruição generalizada – muitos edifícios desabaram no chão”, relatou Han Zin, residente de Sagaing, cidade próxima ao epicentro, à agência Reuters. Ele descreveu a situação precária na região, com extensos cortes de energia elétrica desde o desastre e o rápido esgotamento das reservas de água potável. “Não recebemos ajuda e não há equipes de resgate à vista”, lamentou.
O impacto do terremoto também se fez sentir na vizinha Tailândia. Em Bangkok, localizada a cerca de 1,3 mil quilômetros do epicentro, um arranha-céu em construção desabou, resultando na morte de 18 pessoas até o momento, segundo informações das autoridades tailandesas, que continuam as buscas por ao menos 83 pessoas que permanecem soterradas nos escombros.
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Dois dias após ser atingido pelo mais forte terremoto de sua história, a situação humanitária em Mianmar se agrava a cada hora. O país sofreu novos tremores de magnitude 5,1 neste domingo (30). De acordo com agências internacionais, o número de mortos já alcançou a trágica marca de 1.700, com 3.400 feridos e mais de 300 pessoas ainda desaparecidas sob os escombros.
O terremoto principal, de magnitude 7,7, que ocorreu na sexta-feira (28) próximo a Mandalay, a segunda maior cidade do país, deixou um rastro de destruição generalizada. Em Mandalay, o ar já carrega o odor de corpos em decomposição, enquanto moradores, sob um calor intenso de 41°C, prosseguem com esforços desesperados para encontrar sobreviventes em meio aos escombros de edifícios que desabaram.
“É uma destruição generalizada – muitos edifícios desabaram no chão”, relatou Han Zin, residente de Sagaing, cidade próxima ao epicentro, à agência Reuters. Ele descreveu a situação precária na região, com extensos cortes de energia elétrica desde o desastre e o rápido esgotamento das reservas de água potável. “Não recebemos ajuda e não há equipes de resgate à vista”, lamentou.
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