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string(4298) "As Forças Armadas de Israel receberam instruções para ampliar as operações militares no Líbano, afirmou nesta quinta-feira (12) o ministro da Defesa israelense, Israel Katz. A decisão ocorre após o Hezbollah lançar uma nova onda de ataques com foguetes contra o território israelense na noite de quarta-feira (11).
Katz afirmou ter alertado o governo libanês de que, caso não consiga impedir as ações do grupo extremista, Israel poderá avançar por conta própria sobre o território. “O Hezbollah lançou ontem uma forte barragem de foguetes contra o Estado de Israel. As Forças de Defesa de Israel responderam com força em Dahiyeh e contra alvos do Hezbollah em todo o Líbano”, disse o ministro.
Segundo ele, o governo libanês precisa controlar o território e evitar novos ataques. “Alertei o presidente do Líbano que, se o governo não souber controlar o território e impedir o Hezbollah de ameaçar as comunidades do norte e disparar contra Israel, tomaremos o território e faremos isso nós mesmos”, afirmou.
Katz acrescentou que ele e o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, determinaram que o Exército se prepare para ampliar as operações militares no país vizinho. O objetivo, segundo o ministro, é restabelecer a segurança nas comunidades do norte de Israel.
Após as declarações, o Exército israelense emitiu novas ordens de evacuação para áreas do sul do Líbano, ampliando significativamente a zona que os moradores devem abandonar. As forças orientaram que a população se desloque para regiões ao norte do rio Zahrani.
De acordo com um mapa divulgado na rede social X por um porta-voz militar, as áreas destacadas em vermelho indicam que cerca de 10% do território libanês já foi alvo de ordens de evacuação emitidas por Israel.
O Hezbollah afirmou na noite de quarta-feira que disparou dezenas de foguetes contra Israel na maior operação do grupo desde o início do atual conflito. Em comunicado, a milícia declarou que a ofensiva foi uma resposta aos ataques israelenses contra cidades e bairros do sul de Beirute.
Segundo o governo israelense, aproximadamente 200 foguetes e cerca de 20 drones foram lançados contra o país durante a noite, em uma ação coordenada com ataques vindos do Irã, que teriam incluído também mísseis balísticos. O Hezbollah e o governo iraniano não confirmaram esses números.
O ministro da Informação do Líbano informou que os ataques israelenses já deixaram pelo menos 687 mortos no país desde 2 de março. De acordo com Paul Marcos, entre as vítimas estão 98 crianças e 52 mulheres.
Na quarta-feira, a ministra de Assuntos Sociais do Líbano, Haneen Sayed, afirmou que o número de deslocados internos já chega a 816 mil pessoas. Desse total, cerca de 126 mil estão abrigadas em centros de acolhimento.
O Hezbollah entrou no conflito em apoio ao Irã, que foi alvo de ataques militares dos Estados Unidos e de Israel no início do mês. O presidente americano Donald Trump e o primeiro-ministro israelense Binyamin Netanyahu afirmam que a ofensiva busca enfraquecer o programa nuclear iraniano e promover mudanças no regime do país.
Durante os ataques, o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi morto. Dias depois, seu filho Mojtaba Khamenei assumiu a liderança do país.
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Katz afirmou ter alertado o governo libanês de que, caso não consiga impedir as ações do grupo extremista, Israel poderá avançar por conta própria sobre o território. “O Hezbollah lançou ontem uma forte barragem de foguetes contra o Estado de Israel. As Forças de Defesa de Israel responderam com força em Dahiyeh e contra alvos do Hezbollah em todo o Líbano”, disse o ministro.
Segundo ele, o governo libanês precisa controlar o território e evitar novos ataques. “Alertei o presidente do Líbano que, se o governo não souber controlar o território e impedir o Hezbollah de ameaçar as comunidades do norte e disparar contra Israel, tomaremos o território e faremos isso nós mesmos”, afirmou.
Katz acrescentou que ele e o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, determinaram que o Exército se prepare para ampliar as operações militares no país vizinho. O objetivo, segundo o ministro, é restabelecer a segurança nas comunidades do norte de Israel.
Após as declarações, o Exército israelense emitiu novas ordens de evacuação para áreas do sul do Líbano, ampliando significativamente a zona que os moradores devem abandonar. As forças orientaram que a população se desloque para regiões ao norte do rio Zahrani.
De acordo com um mapa divulgado na rede social X por um porta-voz militar, as áreas destacadas em vermelho indicam que cerca de 10% do território libanês já foi alvo de ordens de evacuação emitidas por Israel.
O Hezbollah afirmou na noite de quarta-feira que disparou dezenas de foguetes contra Israel na maior operação do grupo desde o início do atual conflito. Em comunicado, a milícia declarou que a ofensiva foi uma resposta aos ataques israelenses contra cidades e bairros do sul de Beirute.
Segundo o governo israelense, aproximadamente 200 foguetes e cerca de 20 drones foram lançados contra o país durante a noite, em uma ação coordenada com ataques vindos do Irã, que teriam incluído também mísseis balísticos. O Hezbollah e o governo iraniano não confirmaram esses números.
O ministro da Informação do Líbano informou que os ataques israelenses já deixaram pelo menos 687 mortos no país desde 2 de março. De acordo com Paul Marcos, entre as vítimas estão 98 crianças e 52 mulheres.
Na quarta-feira, a ministra de Assuntos Sociais do Líbano, Haneen Sayed, afirmou que o número de deslocados internos já chega a 816 mil pessoas. Desse total, cerca de 126 mil estão abrigadas em centros de acolhimento.
O Hezbollah entrou no conflito em apoio ao Irã, que foi alvo de ataques militares dos Estados Unidos e de Israel no início do mês. O presidente americano Donald Trump e o primeiro-ministro israelense Binyamin Netanyahu afirmam que a ofensiva busca enfraquecer o programa nuclear iraniano e promover mudanças no regime do país.
Durante os ataques, o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi morto. Dias depois, seu filho Mojtaba Khamenei assumiu a liderança do país.