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string(65) "Irã celebra vitória na guerra contra os Estados Unidos e Israel"
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string(4713) "Brasil247 - O Irã anunciou um acordo de cessar-fogo de duas semanas, apresentado como uma vitória estratégica no conflito contra Estados Unidos e Israel, abrindo espaço para negociações de um acordo permanente que deverão ocorrer em Islamabad. A trégua foi confirmada pelas autoridades iranianas e envolve compromissos iniciais que incluem garantias de não agressão e discussões sobre sanções e presença militar na região.
A informação foi divulgada na terça-feira (7) por meio de comunicado do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, publicado pela agência Mehr News Agency, que confirmou o acordo mediado pelo Paquistão e aprovado pelo novo líder supremo, aiatolá Mojtaba Khamenei.
Segundo o comunicado, o entendimento representa uma “vitória para o Irã” e resulta de um plano de dez pontos que teria sido aceito, em princípio, pelos Estados Unidos. Entre os compromissos listados estão a garantia de não agressão, o reconhecimento do controle iraniano sobre o Estreito de Ormuz, a aceitação do enriquecimento de urânio, o levantamento de sanções primárias e secundárias e o fim de resoluções do Conselho de Segurança da ONU e da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).
O texto também menciona a previsão de compensações ao Irã pelos danos sofridos, a retirada de forças militares americanas da região e a interrupção das hostilidades em múltiplas frentes, incluindo operações relacionadas ao Líbano.
O Conselho atribui o desfecho do conflito ao que descreve como resistência militar e mobilização popular. “O inimigo, na sua guerra injusta, ilegal e criminosa contra a nação iraniana, sofreu uma derrota inegável, histórica e esmagadora”, afirma o documento. A declaração ainda credita o resultado à liderança do aiatolá Mojtaba Khamenei e ao “sacrifício do líder mártir da Revolução Islâmica, o Grande Aiatolá Imam Khamenei”.
De acordo com o comunicado, os últimos 40 dias foram marcados por ações coordenadas do Irã e de aliados regionais no Líbano, Iraque, Iêmen e territórios palestinos. O texto afirma que essas ofensivas causaram impactos significativos na estrutura militar, econômica e política dos adversários, levando-os a aceitar negociações.
O Conselho também sustenta que, no início do conflito, os adversários acreditavam ser possível impor uma derrota rápida ao Irã, neutralizando suas capacidades militares e promovendo instabilidade interna. Segundo a declaração, esse cenário não se concretizou diante da resposta regional e da continuidade das operações militares iranianas.
Apesar do anúncio da trégua, o órgão ressalta que a consolidação do acordo ainda depende de negociações adicionais e da manutenção da unidade interna. “A finalização dos seus detalhes ainda requer perseverança, liderança prudente e unidade”, destaca o texto.
As negociações para um acordo definitivo devem ocorrer em Islamabad, sob mediação paquistanesa, segundo o próprio Conselho Supremo de Segurança Nacional.
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A informação foi divulgada na terça-feira (7) por meio de comunicado do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, publicado pela agência Mehr News Agency, que confirmou o acordo mediado pelo Paquistão e aprovado pelo novo líder supremo, aiatolá Mojtaba Khamenei.
Segundo o comunicado, o entendimento representa uma “vitória para o Irã” e resulta de um plano de dez pontos que teria sido aceito, em princípio, pelos Estados Unidos. Entre os compromissos listados estão a garantia de não agressão, o reconhecimento do controle iraniano sobre o Estreito de Ormuz, a aceitação do enriquecimento de urânio, o levantamento de sanções primárias e secundárias e o fim de resoluções do Conselho de Segurança da ONU e da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).
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De acordo com o comunicado, os últimos 40 dias foram marcados por ações coordenadas do Irã e de aliados regionais no Líbano, Iraque, Iêmen e territórios palestinos. O texto afirma que essas ofensivas causaram impactos significativos na estrutura militar, econômica e política dos adversários, levando-os a aceitar negociações.
O Conselho também sustenta que, no início do conflito, os adversários acreditavam ser possível impor uma derrota rápida ao Irã, neutralizando suas capacidades militares e promovendo instabilidade interna. Segundo a declaração, esse cenário não se concretizou diante da resposta regional e da continuidade das operações militares iranianas.
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