IRÃ

A execução do manifestante Erfan Soltani, de 26 anos, foi adiada pelas autoridades do Irã, informou ONG de direitos humanos Hengaw à CNN Brasil.

Soltani foi preso há menos de uma semana, e sua execução estava prevista para esta quarta-feira (14).

"A ordem de execução previamente comunicada à sua família e agendada para quarta-feira não foi cumprida e foi adiada", explicou Arina Moradi, integrante da Hengaw. A organização afirmou ter feito contato com os familiares de Soltani mesmo com o apagão digital no Irã.

De acordo com o ONG, "devido à contínua interrupção da internet e às severas restrições de comunicação, não é possível, no momento, a cobertura em tempo real dos desdobramentos deste caso".

Mais cedo, o presidente americano, Donald Trump, disse ter sido informado que as "execuções" pararam no Irã, em meio a informes de grupos de defesa dos direitos humanos de que as autoridades iranianas reprimiram brutalmente os protestos contra o regime.

Durante um evento na Casa Branca, Trump disse ter sido informado de "fonte segura" que "o massacre no Irã está parando. Parou... E não há plano para execuções", acrescentou, sem dar mais detalhes.