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O porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Ned Price, informou que os Estados Unidos irão restabelecer o Programa Cubano de Liberdade Condicional de Reunificação Familiar (CFRP, na sigla em inglês). Desde 2017, o CFRP estava suspenso pelo ex-presidente Donald Trump. As principais medidas do Programa abrangem as transferências financeiras, que estenderam o limite das remessas familiares e também o envio de doações para não membros da família, os processos de imigração e o aumento considerável de vôos entre os dois países. Além disso, será permitido que parentes cubanos de cidadãos ou residentes americanos migrem para os EUA, onde poderão buscar emprego enquanto aguardam legalização do visto.
A flexibilização nas restrições impostas a Cuba adotada por Washington sinalizam até o momento as mudanças mais significativas na relação dos EUA com a Havana desde que Joe Biden assumiu a Presidência. O governo de Biden ainda irá ampliar e facilitar o processamento de solicitações para emissão de visto em Havana. “Com estas medidas, pretendemos apoiar as aspirações de liberdade e maiores oportunidades econômicas dos cubanos, fornecendo ferramentas adicionais para buscar uma vida livre da opressão do governo cubano e buscar maiores oportunidades econômicas", declarou Price.
De acordo com o porta-voz, o governo norte-americano apoiará remessas de doações para empreendedores cubanos, tanto com o objetivo de capacitar ainda mais as famílias a apoiarem umas às outras quanto para que os empresários expandam seus negócios. “Incentivaremos o crescimento do setor privado cubano apoiando um maior acesso aos serviços de Internet, aplicativos, plataformas de comércio eletrônico dos EUA. Apoiaremos novos caminhos para pagamentos eletrônicos e atividades comerciais dos EUA com empresários cubanos independentes, inclusive por meio de maio acesso a microfinanças e treinamento”, disse Price.
Após o comunicado da Casa Branca, o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, classificou a resolução dos EUA de um passo limitado na direção certa, mas que não muda o embargo ao país, vigente de 1962. "A decisão não muda o embargo, a inclusão fraudulenta (de Cuba) em uma lista de estados patrocinadores do terrorismo, nem a maioria das medidas coercitivas de pressão máxima de Trump que ainda afetam o povo cubano. O anúncio do governo americano é um passo limitado na direção correta, mas nem os objetivos, nem os principais instrumentos da política dos Estados Unidos com relação a Cuba, que é um fracasso, mudam", comentou Rodríguez no Twitter.
Segundo dados da plataforma Castellum.ai, serviço de rastreamento de restrições econômicas no mundo, Cuba é o sétimo país mais sancionado do mundo, com 208 restrições vigentes atualmente.
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O porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Ned Price, informou que os Estados Unidos irão restabelecer o Programa Cubano de Liberdade Condicional de Reunificação Familiar (CFRP, na sigla em inglês). Desde 2017, o CFRP estava suspenso pelo ex-presidente Donald Trump. As principais medidas do Programa abrangem as transferências financeiras, que estenderam o limite das remessas familiares e também o envio de doações para não membros da família, os processos de imigração e o aumento considerável de vôos entre os dois países. Além disso, será permitido que parentes cubanos de cidadãos ou residentes americanos migrem para os EUA, onde poderão buscar emprego enquanto aguardam legalização do visto.
A flexibilização nas restrições impostas a Cuba adotada por Washington sinalizam até o momento as mudanças mais significativas na relação dos EUA com a Havana desde que Joe Biden assumiu a Presidência. O governo de Biden ainda irá ampliar e facilitar o processamento de solicitações para emissão de visto em Havana. “Com estas medidas, pretendemos apoiar as aspirações de liberdade e maiores oportunidades econômicas dos cubanos, fornecendo ferramentas adicionais para buscar uma vida livre da opressão do governo cubano e buscar maiores oportunidades econômicas", declarou Price.
De acordo com o porta-voz, o governo norte-americano apoiará remessas de doações para empreendedores cubanos, tanto com o objetivo de capacitar ainda mais as famílias a apoiarem umas às outras quanto para que os empresários expandam seus negócios. “Incentivaremos o crescimento do setor privado cubano apoiando um maior acesso aos serviços de Internet, aplicativos, plataformas de comércio eletrônico dos EUA. Apoiaremos novos caminhos para pagamentos eletrônicos e atividades comerciais dos EUA com empresários cubanos independentes, inclusive por meio de maio acesso a microfinanças e treinamento”, disse Price.
Após o comunicado da Casa Branca, o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, classificou a resolução dos EUA de um passo limitado na direção certa, mas que não muda o embargo ao país, vigente de 1962. "A decisão não muda o embargo, a inclusão fraudulenta (de Cuba) em uma lista de estados patrocinadores do terrorismo, nem a maioria das medidas coercitivas de pressão máxima de Trump que ainda afetam o povo cubano. O anúncio do governo americano é um passo limitado na direção correta, mas nem os objetivos, nem os principais instrumentos da política dos Estados Unidos com relação a Cuba, que é um fracasso, mudam", comentou Rodríguez no Twitter.
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