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O comissário-geral da UNRWA manifestou receio de que a situação piore, dado o contínuo bombardeio israelense por terra e mar, além da invasão terrestre em curso. A Defesa Civil de Gaza, controlada pelo Hamas, reportou a morte de 504 pessoas desde a retomada dos bombardeios israelenses, com mais de 190 crianças entre as vítimas.
Na quarta-feira (19), o secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou os ataques ao pessoal da organização, após a morte de um funcionário do Escritório das Nações Unidas para Serviços de Projetos em um ataque a dois alojamentos em Deir al Balah, na Faixa de Gaza.
Em Jerusalém, milhares de manifestantes protestaram contra o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, acusando-o de adotar uma postura antidemocrática e de prosseguir com a guerra contra o Hamas sem considerar a situação dos reféns em Gaza. A manifestação, organizada por grupos de oposição, criticou a decisão de Netanyahu de destituir Ronen Bar, chefe do serviço de inteligência interno e de segurança, Shin Bet. Parentes dos reféns também participaram do protesto, criticando a retomada dos bombardeios em Gaza após uma trégua de quase dois meses.
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O comissário-geral da UNRWA manifestou receio de que a situação piore, dado o contínuo bombardeio israelense por terra e mar, além da invasão terrestre em curso. A Defesa Civil de Gaza, controlada pelo Hamas, reportou a morte de 504 pessoas desde a retomada dos bombardeios israelenses, com mais de 190 crianças entre as vítimas.
Na quarta-feira (19), o secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou os ataques ao pessoal da organização, após a morte de um funcionário do Escritório das Nações Unidas para Serviços de Projetos em um ataque a dois alojamentos em Deir al Balah, na Faixa de Gaza.
Em Jerusalém, milhares de manifestantes protestaram contra o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, acusando-o de adotar uma postura antidemocrática e de prosseguir com a guerra contra o Hamas sem considerar a situação dos reféns em Gaza. A manifestação, organizada por grupos de oposição, criticou a decisão de Netanyahu de destituir Ronen Bar, chefe do serviço de inteligência interno e de segurança, Shin Bet. Parentes dos reféns também participaram do protesto, criticando a retomada dos bombardeios em Gaza após uma trégua de quase dois meses.