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string(85) "Após cortes de recursos dos EUA, OMS diz que HIV pode virar 'ameaça global'"
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string(2832) "A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse nessa terça-feira (28/11) estar preocupada com a suspensão de recursos dos EUA para programas de combate ao HIV e alertou que isso pode resultar em uma ''ameaça global''. O presidente Donald Trump, assim que tomou posse, anunciou cortes em ajuda humanitária ao órgão.
A OMS expressou preocupação com a pausa no financiamento de programas de HIV. Segundo a organização, as iniciativas atuais fornecem acesso ao tratamento da Aids em todo mundo, principalmente em países de baixa e média renda, e salvam a vida de mais de 30 milhões de pessoas. OMS fala em ''retrocesso'' e ''ameaça global''. Para o órgão, essa decisão aumenta o risco de morte de pessoas que vivem com HIV e mina os esforços para prevenir a transmissão em comunidades. ''Pode levar a aumentos em novas infecções e mortes, revertendo décadas de progresso e potencialmente levando o mundo de volta às décadas de 1980 e 1990'', afirma.
Os EUA são um grande financiador na luta contra a Aids. O principal programa é o PEPFAR (Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para a Luta contra HIV/Aids), que foi criado em 2003 pelo governo americano para controlar a pandemia de HIV até 2030. Parceiro de mais de 50 países, o PEPFAR tem apoiado serviços abrangentes de prevenção, cuidados e tratamento a milhões de pessoas por meio do tratamento antirretroviral.
EUA SÃO OS MAIORES DOADORES
Os EUA são os maiores doadores da OMS e fornecem recursos vitais que sustentam muitas de suas operações. Além de ser o maior financiador da OMS, com estimativa de doação de US$ 500 milhões, os norte-americanos também apoiam diversos programas de saúde pública, principalmente em regiões mais vulneráveis. "Com a saída dos EUA, esses financiamentos estão em risco", avalia o infectologista Julio Croda, pesquisador da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).
Os EUA contribuem com cerca de 18% do financiamento para a OMS. O país financia 75% do programa da OMS para HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis e mais da metade das contribuições para combater a tuberculose. Em 2020, Trump já havia tentado retirar os EUA da OMS, mas a medida foi revertida pelo presidente Joe Biden em 2021.
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A OMS expressou preocupação com a pausa no financiamento de programas de HIV. Segundo a organização, as iniciativas atuais fornecem acesso ao tratamento da Aids em todo mundo, principalmente em países de baixa e média renda, e salvam a vida de mais de 30 milhões de pessoas. OMS fala em ''retrocesso'' e ''ameaça global''. Para o órgão, essa decisão aumenta o risco de morte de pessoas que vivem com HIV e mina os esforços para prevenir a transmissão em comunidades. ''Pode levar a aumentos em novas infecções e mortes, revertendo décadas de progresso e potencialmente levando o mundo de volta às décadas de 1980 e 1990'', afirma.
Os EUA são um grande financiador na luta contra a Aids. O principal programa é o PEPFAR (Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para a Luta contra HIV/Aids), que foi criado em 2003 pelo governo americano para controlar a pandemia de HIV até 2030. Parceiro de mais de 50 países, o PEPFAR tem apoiado serviços abrangentes de prevenção, cuidados e tratamento a milhões de pessoas por meio do tratamento antirretroviral.
EUA SÃO OS MAIORES DOADORES
Os EUA são os maiores doadores da OMS e fornecem recursos vitais que sustentam muitas de suas operações. Além de ser o maior financiador da OMS, com estimativa de doação de US$ 500 milhões, os norte-americanos também apoiam diversos programas de saúde pública, principalmente em regiões mais vulneráveis. "Com a saída dos EUA, esses financiamentos estão em risco", avalia o infectologista Julio Croda, pesquisador da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).
Os EUA contribuem com cerca de 18% do financiamento para a OMS. O país financia 75% do programa da OMS para HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis e mais da metade das contribuições para combater a tuberculose. Em 2020, Trump já havia tentado retirar os EUA da OMS, mas a medida foi revertida pelo presidente Joe Biden em 2021.