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O lançamento da missão Artemis II, da Nasa, está marcado para esta quarta-feira (1) com previsão de decolagem às 19h24 (pelo horário de Brasília), do Centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral, na Flórida (EUA).
A missão histórica, de dez dias, levará quatro astronautas a um sobrevoo ao redor da Lua. A tripulação é composta pelos astronautas americanos Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, e pelo canadense Jeremy Hansen.
Será a primeira vez que uma mulher, um homem negro e um cidadão não americano vão participar de uma missão à Lua. O objetivo é testar os sistemas para um futuro pouso no satélite.
Em entrevista à Rádio Eldorado direto do complexo da Nasa na Flórida, Pedro Pallotta, especialista em Astronáutica do Canal Space Orbit, destacou a importância dos objetivos científicos da missão, com custo de cerca de US$ 4 bilhões (R$ 20 bilhões).
"Apenas estando lá, a gente vai poder entender a maioria dos detalhes do solo, da água, de como foi formada a nossa Lua e como a gente pode desenvolver tecnologia para viver no espaço. A corrida espacial durante a Guerra Fria foi fundamental, apesar de todas as tensões geopolíticas, para o desenvolvimento de tecnologias que nós utilizamos hoje a todo momento, como até o GPS, entre outras coisas. Então, toda vez que há disputa para chegar em algum lugar novo, principalmente no universo, que é a fronteira final, a gente vai ter a tecnologia avançando muito rápido e trazendo melhorias para as pessoas no nosso planeta", afirmou.
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O lançamento da missão Artemis II, da Nasa, está marcado para esta quarta-feira (1) com previsão de decolagem às 19h24 (pelo horário de Brasília), do Centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral, na Flórida (EUA).
A missão histórica, de dez dias, levará quatro astronautas a um sobrevoo ao redor da Lua. A tripulação é composta pelos astronautas americanos Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, e pelo canadense Jeremy Hansen.
Será a primeira vez que uma mulher, um homem negro e um cidadão não americano vão participar de uma missão à Lua. O objetivo é testar os sistemas para um futuro pouso no satélite.
Em entrevista à Rádio Eldorado direto do complexo da Nasa na Flórida, Pedro Pallotta, especialista em Astronáutica do Canal Space Orbit, destacou a importância dos objetivos científicos da missão, com custo de cerca de US$ 4 bilhões (R$ 20 bilhões).
"Apenas estando lá, a gente vai poder entender a maioria dos detalhes do solo, da água, de como foi formada a nossa Lua e como a gente pode desenvolver tecnologia para viver no espaço. A corrida espacial durante a Guerra Fria foi fundamental, apesar de todas as tensões geopolíticas, para o desenvolvimento de tecnologias que nós utilizamos hoje a todo momento, como até o GPS, entre outras coisas. Então, toda vez que há disputa para chegar em algum lugar novo, principalmente no universo, que é a fronteira final, a gente vai ter a tecnologia avançando muito rápido e trazendo melhorias para as pessoas no nosso planeta", afirmou.