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Gulyas disse que a Hungria abriu uma conta em euros no Gazprombank da Rússia, que converte os pagamentos em rublos antes de transferi-los para fornecedores na Rússia. Esse sistema permite que os compradores europeus cumpram a exigência de Putin, feita no final de março, de que países “hostis” mudem para a moeda nacional da Rússia para comprar seu gás natural.
“Há outros nove países usando o mesmo esquema de pagamento, mas porque hoje a ideia de ser um bom europeu também significa que os líderes desses países não são honestos ao falar tanto na arena internacional quanto com seu próprio povo, os outros nove países não dirão que estão fazendo a mesma coisa”, disse Gulyas.
“Não deve haver dúvida na mente de ninguém de que os países que importam matérias-primas da Rússia usam exatamente o mesmo método para pagar pelo gás russo”, acrescentou.
Não está claro a quais países da UE Guylas estava se referindo. A gigante de energia russa Gazprom já interrompeu o fornecimento para a Polônia e a Bulgária depois que ambas se recusaram a pagar em rublos, mas um relatório da Bloomberg na semana passada afirmou, como Gulyas o fez, que 10 dos Estados-membros do bloco já abriram contas no Gazprombank e quatro pagaram efetivamente o gás russo utilizando este mecanismo.
A Hungria estaria pronta para vetar sanções da UE à indústria petrolífera da Rússia se as medidas restringissem a capacidade de Budapeste de importar energia, disse o ministro Gulyas.
O governo de Viktor Orbán alertou sobre graves danos à economia caso o acesso ao petróleo e gás natural russos seja bloqueado.
“Como tais decisões exigem unanimidade, não faz sentido que a comissão proponha sanções que afetem o gás natural e o petróleo bruto que restrinjam as aquisições húngaras”, disse Gulyas à HirTV no domingo.
Itália propõe permitir que empresas paguem gás russo em rublos
Em evento da UE, o governo italiano disse que é preciso permitir que as empresas de energia paguem pelo gás russo em rublos. É o que informa a agência Sputnik.
O ministro italiano da Transição Ecológica, Roberto Cingolani, disse antes do Conselho Ministerial de Energia da União Europeia em Bruxelas que as empresas deveriam ser autorizadas a pagar temporariamente o combustível fornecido pela Rússia em rublos.
"Acho que seria correto permitir que as empresas paguem em rublos [pelo gás russo] por pelo menos alguns meses enquanto lidamos com a estrutura legal e as consequências", disse ele, segundo informações do site Politico.
O ministro acrescentou que "quer uma declaração rápida e clara da Comissão Europeia a respeito desta possibilidade. Chingolani disse que pode levar meses para entender completamente as implicações legais de pagar o gás russo em rublos.
"Acredito que as empresas de petróleo e gás não podem correr o risco de pagar para serem posteriormente acusadas de violar sanções, mas ao mesmo tempo não podem correr o risco de não pagar em rublos", acrescentou.
Chingolani observou que o governo tem planos de ação para economizar energia durante o inverno, que incluem restrições de temperatura, produção de energia à base de carvão, promoção de fontes de energia renováveis.
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Gulyas disse que a Hungria abriu uma conta em euros no Gazprombank da Rússia, que converte os pagamentos em rublos antes de transferi-los para fornecedores na Rússia. Esse sistema permite que os compradores europeus cumpram a exigência de Putin, feita no final de março, de que países “hostis” mudem para a moeda nacional da Rússia para comprar seu gás natural.
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Não está claro a quais países da UE Guylas estava se referindo. A gigante de energia russa Gazprom já interrompeu o fornecimento para a Polônia e a Bulgária depois que ambas se recusaram a pagar em rublos, mas um relatório da Bloomberg na semana passada afirmou, como Gulyas o fez, que 10 dos Estados-membros do bloco já abriram contas no Gazprombank e quatro pagaram efetivamente o gás russo utilizando este mecanismo.
A Hungria estaria pronta para vetar sanções da UE à indústria petrolífera da Rússia se as medidas restringissem a capacidade de Budapeste de importar energia, disse o ministro Gulyas.
O governo de Viktor Orbán alertou sobre graves danos à economia caso o acesso ao petróleo e gás natural russos seja bloqueado.
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Itália propõe permitir que empresas paguem gás russo em rublos
Em evento da UE, o governo italiano disse que é preciso permitir que as empresas de energia paguem pelo gás russo em rublos. É o que informa a agência Sputnik.
O ministro italiano da Transição Ecológica, Roberto Cingolani, disse antes do Conselho Ministerial de Energia da União Europeia em Bruxelas que as empresas deveriam ser autorizadas a pagar temporariamente o combustível fornecido pela Rússia em rublos.
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O ministro acrescentou que "quer uma declaração rápida e clara da Comissão Europeia a respeito desta possibilidade. Chingolani disse que pode levar meses para entender completamente as implicações legais de pagar o gás russo em rublos.
"Acredito que as empresas de petróleo e gás não podem correr o risco de pagar para serem posteriormente acusadas de violar sanções, mas ao mesmo tempo não podem correr o risco de não pagar em rublos", acrescentou.
Chingolani observou que o governo tem planos de ação para economizar energia durante o inverno, que incluem restrições de temperatura, produção de energia à base de carvão, promoção de fontes de energia renováveis.