Gerson Brenner, que morreu na noite da última segunda-feira (23), aos 66 anos, tinha um plano de saúde vitalício pago pela Globo, onde o artista trabalhava em 1998, quando teve a carreira interrompida após ser baleado na cabeça durante uma tentativa de assalto.

A informação foi divulgada pela filha do artista, Victória Brenner, e a esposa, Marta Mendonça, em 2016, ao rebater ataques que a emissora recebeu na época por supostamente não ajudá-lo.

"A Globo é extremamente importante porque paga o plano de saúde vitalício do meu pai. É muito chato quando as pessoas vêm aqui dizer 'ai a Globo'. Parem de falar mal da emissora como se fosse culpada pelo que aconteceu com o meu pai", declarou a filha de Gerson Brenner no Instagram.

Já a esposa do artista falou sobre o assunto ao explicar os altos custos médicos do marido em entrevista ao jornal Extra: "Gerson ainda exige muitos cuidados. Moramos só nós dois, mas temos diariamente a companhia de um técnico de enfermagem e de um cuidador, que eu chamo de meu braço direito. De 15 em 15 dias, ele passa também por uma avaliação médica. Os custos são altos, mas ele tem um convênio vitalício com a Globo e pode ser bem cuidado. Dentro do que é possível, temos uma vida normal.".