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string(91) "Duda Santos celebra papel de princesa na TV: 'A Duda pequena estaria pulando de felicidade'"
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Criada por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Júnior, a trama ambientada nos anos 1920 tem como tema central a trajetória de Alika que, ao lado da mãe, a rainha Niara, interpretada por Erika Januza, se vê obrigada a deixar Batanga após um violento golpe de Estado dado pelo vilão Jendal, vivido por Lázaro Ramos. Alika e Niara encontram refúgio no Rio Grande do Norte, na fictícia cidade de Barro Preto, onde passam a viver sob novas identidades: Lúcia e Vera. É lá que a princesa passa a elaborar estratégias de como voltar à Batanga, reassumir o seu posto de herdeira e governar o reino.
“A Alika vive em um reino construído para ela, onde não precisa se apequenar”, explica Duda. A preparação para viver a princesa incluiu um mergulho em referências culturais e cinematográficas, como os filmes “Pantera Negra” e “A Mulher Rei”, além de conversas e pesquisas que ajudaram a atriz a compreender melhor o universo da personagem e suas raízes simbólicas.
Para Duda, participar de uma história com esse pano de fundo tem um significado que vai além da ficção. “Esse trabalho tem me ensinado muito a entender o nosso tamanho, sobre não se apequenar, não apequenar os nossos sentimentos, as nossas vontades, porque é pensar mesmo como teria sido um mundo construído para mim”, reflete a atriz.
Na novela, a jornada de Alika também passa por um choque cultural importante. Ao chegar ao Brasil, a princesa se depara com uma realidade que nunca havia vivido em Batanga: o racismo. “Ela sabe que isso existe, mas nunca teve contato direto com isso. Quando chega aqui, enfrenta essa realidade pela primeira vez”, pontua Duda.
“Foi um papel que me fez questionar muito de onde eu vim”, afirma. Segundo a atriz, refletir sobre a própria origem foi uma das experiências mais marcantes durante o processo de construção da personagem. “Pensar de onde a gente vem é tão importante quanto pensar para onde a gente vai”, completa.
Representatividade
Duda, que ficou nacionalmente conhecida por interpretar a personagem Santinha na primeira fase do remake de “Renascer” (2024), atuou, em seguida, em “Garota do Momento” (2024), novela que se passa nos anos 1950, interpretando a protagonista Beatriz, trabalho que lhe rendeu muitos elogios. “A Alika é aventureira, está em um lugar de nobreza e de grandeza. A Beatriz vivia numa sociedade que não a deixava viver isso”, diz ela, comparando as personagens de “Garota do Momento e “A Nobreza do Amor”.
Ao olhar para a própria trajetória, Duda diz que ainda se surpreende com o caminho que vem trilhando. “Às vezes olho para trás e nem acredito em tudo que está acontecendo”, observa. “Eu estou muito feliz, pois sempre fiz personagens que eu acredito muito na minha carreira”, garante ela.
Para a atriz, protagonizar “A Nobreza do Amor” representa abrir caminhos e inspirar outras pessoas a sonhar. Contar uma história como essa, centrada em personagens negros e em temas ligados à identidade e pertencimento, é algo que a atriz considera importante para o momento atual da televisão brasileira: “Eu acredito muito no espelho. Quando a gente se vê, começa a acreditar que aquilo também é possível”.
“É uma novela muito potente. Acho importante que a gente conte histórias como essa. Eu tenho sido muito feliz nessa jornada”, avalia. “Eu penso muito na Duda pequena. Ela estaria pulando de felicidade ao ver tudo isso acontecendo”, celebra Duda.
Dividida entre dois amores
Em “A Nobreza do Amor”, a trajetória de Alika não se resume apenas à luta para recuperar o trono de Batanga. A princesa, segundo Duda Santos, se vê dividida entre dois tipos de relação.
De um lado está Omar, personagem de Rodrigo Simas, responsável por ajudá-la a escapar do golpe e salvar sua mãe. A ligação entre eles nasce marcada pela gratidão e pelo senso de dever. “Ela sente que deve algo a esse homem que salvou sua vida e a de sua mãe”, explica.
Já no Brasil, Alika acaba esbarrando em um sentimento inesperado ao conhecer Tonho, vivido por Ronald Sotto. O relacionamento começa de forma conturbada, entre provocações e desentendimentos, até que a personagem percebe estar diante de algo diferente. “É um amor romântico que ela nunca viveu. No começo ela até confunde com raiva, porque é algo novo para ela”, diz.
Para a atriz, o conflito entre esses dois caminhos se torna um dos motores dramáticos da novela: “Ela precisa escolher entre o amor que pode ajudá-la a salvar o reino e o amor romântico. É uma decisão difícil”, reflete.
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Criada por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Júnior, a trama ambientada nos anos 1920 tem como tema central a trajetória de Alika que, ao lado da mãe, a rainha Niara, interpretada por Erika Januza, se vê obrigada a deixar Batanga após um violento golpe de Estado dado pelo vilão Jendal, vivido por Lázaro Ramos. Alika e Niara encontram refúgio no Rio Grande do Norte, na fictícia cidade de Barro Preto, onde passam a viver sob novas identidades: Lúcia e Vera. É lá que a princesa passa a elaborar estratégias de como voltar à Batanga, reassumir o seu posto de herdeira e governar o reino.
“A Alika vive em um reino construído para ela, onde não precisa se apequenar”, explica Duda. A preparação para viver a princesa incluiu um mergulho em referências culturais e cinematográficas, como os filmes “Pantera Negra” e “A Mulher Rei”, além de conversas e pesquisas que ajudaram a atriz a compreender melhor o universo da personagem e suas raízes simbólicas.
Para Duda, participar de uma história com esse pano de fundo tem um significado que vai além da ficção. “Esse trabalho tem me ensinado muito a entender o nosso tamanho, sobre não se apequenar, não apequenar os nossos sentimentos, as nossas vontades, porque é pensar mesmo como teria sido um mundo construído para mim”, reflete a atriz.
Na novela, a jornada de Alika também passa por um choque cultural importante. Ao chegar ao Brasil, a princesa se depara com uma realidade que nunca havia vivido em Batanga: o racismo. “Ela sabe que isso existe, mas nunca teve contato direto com isso. Quando chega aqui, enfrenta essa realidade pela primeira vez”, pontua Duda.
“Foi um papel que me fez questionar muito de onde eu vim”, afirma. Segundo a atriz, refletir sobre a própria origem foi uma das experiências mais marcantes durante o processo de construção da personagem. “Pensar de onde a gente vem é tão importante quanto pensar para onde a gente vai”, completa.
Representatividade
Duda, que ficou nacionalmente conhecida por interpretar a personagem Santinha na primeira fase do remake de “Renascer” (2024), atuou, em seguida, em “Garota do Momento” (2024), novela que se passa nos anos 1950, interpretando a protagonista Beatriz, trabalho que lhe rendeu muitos elogios. “A Alika é aventureira, está em um lugar de nobreza e de grandeza. A Beatriz vivia numa sociedade que não a deixava viver isso”, diz ela, comparando as personagens de “Garota do Momento e “A Nobreza do Amor”.
Ao olhar para a própria trajetória, Duda diz que ainda se surpreende com o caminho que vem trilhando. “Às vezes olho para trás e nem acredito em tudo que está acontecendo”, observa. “Eu estou muito feliz, pois sempre fiz personagens que eu acredito muito na minha carreira”, garante ela.
Para a atriz, protagonizar “A Nobreza do Amor” representa abrir caminhos e inspirar outras pessoas a sonhar. Contar uma história como essa, centrada em personagens negros e em temas ligados à identidade e pertencimento, é algo que a atriz considera importante para o momento atual da televisão brasileira: “Eu acredito muito no espelho. Quando a gente se vê, começa a acreditar que aquilo também é possível”.
“É uma novela muito potente. Acho importante que a gente conte histórias como essa. Eu tenho sido muito feliz nessa jornada”, avalia. “Eu penso muito na Duda pequena. Ela estaria pulando de felicidade ao ver tudo isso acontecendo”, celebra Duda.
Dividida entre dois amores
Em “A Nobreza do Amor”, a trajetória de Alika não se resume apenas à luta para recuperar o trono de Batanga. A princesa, segundo Duda Santos, se vê dividida entre dois tipos de relação.
De um lado está Omar, personagem de Rodrigo Simas, responsável por ajudá-la a escapar do golpe e salvar sua mãe. A ligação entre eles nasce marcada pela gratidão e pelo senso de dever. “Ela sente que deve algo a esse homem que salvou sua vida e a de sua mãe”, explica.
Já no Brasil, Alika acaba esbarrando em um sentimento inesperado ao conhecer Tonho, vivido por Ronald Sotto. O relacionamento começa de forma conturbada, entre provocações e desentendimentos, até que a personagem percebe estar diante de algo diferente. “É um amor romântico que ela nunca viveu. No começo ela até confunde com raiva, porque é algo novo para ela”, diz.
Para a atriz, o conflito entre esses dois caminhos se torna um dos motores dramáticos da novela: “Ela precisa escolher entre o amor que pode ajudá-la a salvar o reino e o amor romântico. É uma decisão difícil”, reflete.