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Com a equipe principal, Vini Jr. e Casemiro marcaram, mas Amir Murillo diminuiu em gol de falta com desvio entre as bolas na rede da Seleção. Inclusive, após esse tento panamenho, a torcida até chegou a demonstrar preocupação com a atuação. Só que o segundo tempo mudou completamente o astral do Maracanã.
Em um intervalo de menos de 10 minutos, Rayan, Lucas Paquetá e Igor Thiago mostraram o quanto os reservas queriam mostrar serviço. Danilo Santos ainda ampliou, e Harvey conseguiu diminuir para o Panamá, que batalhou e foi um adversário aceitável para a preparação.
Esse jogo marcou a despedida da Seleção do país. A viagem para os Estados Unidos será nesta segunda-feira (1º/6). Em Morristown, em Nova Jersey, o Brasil se preparará para a Copa do Mundo e terá um último amistoso antes da estreia no Grupo C do Mundial. No sábado (6/6), às 19h (de Brasília), a equipe duelará com o Egito no Huntington Bank Field, em Cleveland.
O jogo entre Brasil e Panamá
Vini Jr. protagonista e período ruim após sofrer o gol
A partida começou bem mais animada do que era imaginado pela torcida que lotou o Maracanã. Positivamente e negativamente. Logo com 59 segundos, Vini Jr. aproveitou o erro de passe do Panamá na intermediária e acelerou pelo meio. O craque da Seleção Brasileira teve ousadia para ajeitar e chutar bem forte de fora da área, acertando o ângulo direito do goleiro Mosquera, que nada pôde fazer: 1 a 0.

Vini Jr. comemorando gol pela Seleção Brasileira
(foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)
Só que após o bom momento, o Brasil tomou um “banho de água fria”. Aos 13, Bruno Guimarães cometeu falta na intermediária. Na cobrança, Amir Murillo, um dos poucos jogadores da Seleção do Panamá que atua na Europa – pertence ao Besiktas, da Turquia -, tentou acertar o canto defendido pela barreira e contou com desvio fatal de Matheus Cunha para empatar o jogo – Alisson até tentou voltar, mas não deu tempo: 1 a 1.
Depois disso, o Panamá melhorou no jogo, e a torcida verde-amarela demonstrou uma certa insatisfação com os erros da Seleção. Durante 20 minutos, o time de Carlo Ancelotti finalizou apenas duas vezes e viu até o rival ficar com a posse de bola, o que irritou o exigente público que estava nas tribunas no Rio de Janeiro – possivelmente, as pessoas que estavam em casa também.
Só que o protagonista do Brasil voltou a se destacar aos 39. Vinicius Júnior recebeu na esquerda, passou por dois marcadores e completou a tradicional jogada com um bom chute. No entanto, antes da bola chegar à meta adversária, Casemiro “interceptou” e cabeceou de forma certeira para balançar a rede. No primeiro momento, o auxiliar assinalou impedimento, mas o VAR revisou, e a torcida brasileira comemorou o segundo gol: 2 a 1.
Novo time e desempenho totalmente diferente da Seleção
Ao fim do intervalo, um novo time entrou em campo. E com esses novos jogadores, uma pegada completamente diferente que resultou em três gols nos primeiros 17 minutos do segundo tempo.
Logo aos 8, Igor Thiago pressionou a saída de bola, e o goleiro Mosquera entregou a bola no pé de Rayan. A cria do Vasco foi esperta e bateu de primeira, acertando o ângulo: 3 a 1. No minuto 14, Douglas Santos recebeu na esquerda e tocou para trás. Danilo Santos fez o corta-luz e foi Lucas Paquetá que aproveitou, com um chute de primeira que ainda teve um desvio antes de ampliar: 4 a 1.
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Rayan e Endrick comemorando gol pela Seleção Brasileira
(foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)
O último gol desta boa sequência ocorreu aos 17. Igor Thiago recebeu na intermediária, deu uma caneta e entrou na área. Na dividida com Mosquera, a cria da base do Cruzeiro foi derrubada, e o árbitro alemão Daniel Schlager assinalou o pênalti. Com moral, o atacante do Brentford pegou a bola, deslocou o goleiro na cobrança e fez o quinto: 5 a 1.
Como resposta, o Panamá fez mais sete substituições – tinha mudado duas vezes no intervalo -, e o jogo ficou mais morno até chegar à reta final. Só que a partir deste momento, os times aceleraram novamente. Aos 35, Lucas Paquetá fez ótimo passe, e Danilo Santos marcou lindo gol, já que recebeu na área, driblou o marcador e finalizou com precisão: 6 a 1.
Mesmo com a goleada já consolidada, a Seleção Panamenha não se desestabilizou e conseguiu dar o troco com um golaço. Aos 38, Harvey recebeu na intermediária e chutou bem forte, acertando o ângulo direito de Ederson: 6 a 2.
Brasil 6 x 2 Panamá
Brasil:Alisson (Ederson intervalo); Wesley (Ibañez intervalo), Bremer (Danilo intervalo), Léo Pereira e Alex Sandro (Douglas Santos intervalo); Casemiro (Fabinho intervalo) e Bruno Guimarães (Danilo Santos intervalo); Luiz Henrique (Rayan intervalo), Raphinha (Lucas Paquetá intervalo), Matheus Cunha (Igor Thiago intervalo) e Vinicius Júnior (Endrick intervalo).
Técnico: Carlo Ancelotti
Panamá:Mosquera; Amir Murillo (Iván Anderson 39 do 2º), Fidel Escobar (Jiovany Ramos 20 do 2º), José Córdoba (Fariña 20 do 2º), Andrés Andrade (Roderick Miller 20 do 2º) e César Blackman (Eric Davis 20 do 2º); Yoel Bárcenas (Kadir Barría 20 do 2º) e Harvey (Griffith 39 do 2º); José Rodríguez (Tomás Rodríguez 20 do 2º) e Ismael Díaz (Cristian Martínez intervalo); Waterman (Fajardo intervalo).
Técnico: Thomas Christiansen
Motivo: amistoso
Data: 31/5/2026
Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro
Árbitro: Daniel Schlager (Alemanha)
Assistentes: Sven Washitzki-Günther (Alemanha) e Rafael Foltyn (Alemanha)
VAR: Pascoal Müller (Alemanha)
Gols: Vini Jr 1º, Amir Murillo 13 e Casemiro 39 do 1º; Rayan 8, Lucas Paquetá 14, Igor Thiago 17, Danilo Santos 35 e Harvey 38 do 2º
Cartões amarelos: Blackman
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Com a equipe principal, Vini Jr. e Casemiro marcaram, mas Amir Murillo diminuiu em gol de falta com desvio entre as bolas na rede da Seleção. Inclusive, após esse tento panamenho, a torcida até chegou a demonstrar preocupação com a atuação. Só que o segundo tempo mudou completamente o astral do Maracanã.
Em um intervalo de menos de 10 minutos, Rayan, Lucas Paquetá e Igor Thiago mostraram o quanto os reservas queriam mostrar serviço. Danilo Santos ainda ampliou, e Harvey conseguiu diminuir para o Panamá, que batalhou e foi um adversário aceitável para a preparação.
Esse jogo marcou a despedida da Seleção do país. A viagem para os Estados Unidos será nesta segunda-feira (1º/6). Em Morristown, em Nova Jersey, o Brasil se preparará para a Copa do Mundo e terá um último amistoso antes da estreia no Grupo C do Mundial. No sábado (6/6), às 19h (de Brasília), a equipe duelará com o Egito no Huntington Bank Field, em Cleveland.
O jogo entre Brasil e Panamá
Vini Jr. protagonista e período ruim após sofrer o gol
A partida começou bem mais animada do que era imaginado pela torcida que lotou o Maracanã. Positivamente e negativamente. Logo com 59 segundos, Vini Jr. aproveitou o erro de passe do Panamá na intermediária e acelerou pelo meio. O craque da Seleção Brasileira teve ousadia para ajeitar e chutar bem forte de fora da área, acertando o ângulo direito do goleiro Mosquera, que nada pôde fazer: 1 a 0.

Vini Jr. comemorando gol pela Seleção Brasileira
(foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)
Só que após o bom momento, o Brasil tomou um “banho de água fria”. Aos 13, Bruno Guimarães cometeu falta na intermediária. Na cobrança, Amir Murillo, um dos poucos jogadores da Seleção do Panamá que atua na Europa – pertence ao Besiktas, da Turquia -, tentou acertar o canto defendido pela barreira e contou com desvio fatal de Matheus Cunha para empatar o jogo – Alisson até tentou voltar, mas não deu tempo: 1 a 1.
Depois disso, o Panamá melhorou no jogo, e a torcida verde-amarela demonstrou uma certa insatisfação com os erros da Seleção. Durante 20 minutos, o time de Carlo Ancelotti finalizou apenas duas vezes e viu até o rival ficar com a posse de bola, o que irritou o exigente público que estava nas tribunas no Rio de Janeiro – possivelmente, as pessoas que estavam em casa também.
Só que o protagonista do Brasil voltou a se destacar aos 39. Vinicius Júnior recebeu na esquerda, passou por dois marcadores e completou a tradicional jogada com um bom chute. No entanto, antes da bola chegar à meta adversária, Casemiro “interceptou” e cabeceou de forma certeira para balançar a rede. No primeiro momento, o auxiliar assinalou impedimento, mas o VAR revisou, e a torcida brasileira comemorou o segundo gol: 2 a 1.
Novo time e desempenho totalmente diferente da Seleção
Ao fim do intervalo, um novo time entrou em campo. E com esses novos jogadores, uma pegada completamente diferente que resultou em três gols nos primeiros 17 minutos do segundo tempo.
Logo aos 8, Igor Thiago pressionou a saída de bola, e o goleiro Mosquera entregou a bola no pé de Rayan. A cria do Vasco foi esperta e bateu de primeira, acertando o ângulo: 3 a 1. No minuto 14, Douglas Santos recebeu na esquerda e tocou para trás. Danilo Santos fez o corta-luz e foi Lucas Paquetá que aproveitou, com um chute de primeira que ainda teve um desvio antes de ampliar: 4 a 1.
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Rayan e Endrick comemorando gol pela Seleção Brasileira
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Como resposta, o Panamá fez mais sete substituições – tinha mudado duas vezes no intervalo -, e o jogo ficou mais morno até chegar à reta final. Só que a partir deste momento, os times aceleraram novamente. Aos 35, Lucas Paquetá fez ótimo passe, e Danilo Santos marcou lindo gol, já que recebeu na área, driblou o marcador e finalizou com precisão: 6 a 1.
Mesmo com a goleada já consolidada, a Seleção Panamenha não se desestabilizou e conseguiu dar o troco com um golaço. Aos 38, Harvey recebeu na intermediária e chutou bem forte, acertando o ângulo direito de Ederson: 6 a 2.
Brasil 6 x 2 Panamá
Brasil:Alisson (Ederson intervalo); Wesley (Ibañez intervalo), Bremer (Danilo intervalo), Léo Pereira e Alex Sandro (Douglas Santos intervalo); Casemiro (Fabinho intervalo) e Bruno Guimarães (Danilo Santos intervalo); Luiz Henrique (Rayan intervalo), Raphinha (Lucas Paquetá intervalo), Matheus Cunha (Igor Thiago intervalo) e Vinicius Júnior (Endrick intervalo).
Técnico: Carlo Ancelotti
Panamá:Mosquera; Amir Murillo (Iván Anderson 39 do 2º), Fidel Escobar (Jiovany Ramos 20 do 2º), José Córdoba (Fariña 20 do 2º), Andrés Andrade (Roderick Miller 20 do 2º) e César Blackman (Eric Davis 20 do 2º); Yoel Bárcenas (Kadir Barría 20 do 2º) e Harvey (Griffith 39 do 2º); José Rodríguez (Tomás Rodríguez 20 do 2º) e Ismael Díaz (Cristian Martínez intervalo); Waterman (Fajardo intervalo).
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Árbitro: Daniel Schlager (Alemanha)
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