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Aurinegras e minas-tenistas abrem a série melhor de três da decisão, em Brasília, em clássico recheado de muita rivalidade e história
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Vicente Ribeiro22/04/2022 06:01/ atualizado em 21/04/2022 21:01
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foto: Cristiano Andujar/CBVMelhores times da fase de classificação, Praia e Minas se encontram em mais uma decisão
Pela terceira vez, Praia Clube e Minas decidirão o título da Superliga Feminina. O Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, foi o local escolhido pela CBV para a série melhor de três que definirá o campeão na temporada 2021/22. O primeiro confronto será nesta sexta-feira, às 21h, com transmissão do SporTV2. As equipes travaram batalha mineira na final em 2018/19 e 2020/21, com as minas-tenistas levando a melhor e faturando a taça diante das rivais de Uberlândia. Em 2019/20, a competição foi interrompida de forma precoce por causa da pandemia.
O Praia Clube foi o melhor time da fase de classificação, com 58 pontos (20 vitórias e duas derrotas), enquanto o Minas terminou em segundo lugar, com 55 - ganhou 18 e perdeu quatro. A decisão em arena neutra, como em Brasília, aumenta a previsão de uma série marcada pelo equilíbrio entre os mineiros. Nas semifinais, a equipe de Uberlândia teve muito trabalho para eliminar o Flamengo, com dois triunfos e um revés. Já as minas-tenistas passaram pelo Sesi Bauru ao ganhar duas vezes.
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O segundo jogo da decisão será no próximo dia 29, sexta-feira, às 21h. Se necessário, a finalíssima está marcada para 3 de maio, às 21h30. Os ingressos estão à venda pelo site Eventim, mas os de cadeira inferior, inteira e meia, já estão esgotados para a partida desta sexta-feira. A arquibancada superior custa R$ 48, com meia-entrada a R$ 24.
Alvo de críticas pela opção pelo 'mando de quadra neutro', já que torcedores mineiros terão que se deslocar à capital federal para acompanhar as partidas, a CBV justificou, em nota oficial, que as equipes não se opuseram à disputa das finais longe de casa. A exemplo da temporada 2020/21, Minas e Praia decidirão a Superliga fora de seus domínios, já que a disputa na edição anterior ocorreu no Centro de Desenvolvimento de Vôlei, em Saquarema (RJ), em uma espécie de 'bolha', sem a presença de torcedores, por causa da pandemia.

Líder entre as pontuadoras no bloqueio, Carol é arma do Praia na final da Superliga
/ foto: Cristiano Andujar/CBV
DOMÍNIO MINEIRO
A decisão mineira, que se repetirá também na Superliga Masculina, com Minas e Cruzeiro brigando pela taça, mostra o poderio do estado no vôlei nacional. No feminino, Praia e Minas vêm dominando o cenário no Brasil, com recentes finais no Sul-Americano de Clubes, Supercopa e Copa Brasil, além das edições anteriores da principal competição da modalidade do país.
Na primeira final entre os rivais mineiros, em 2018/19, o Minas levou a melhor com duas vitórias na série melhor de três: 3 a 2, em casa, e 3 a 1, em Uberlândia. Em 2020/21, em Saquarema, a disputa foi mais acirrada. O Praia saiu na frente, com 3 sets a 1, mas as minas-tenistas viraram com triunfos por 3 a 1 e 3 a 2, e faturaram a taça pela quarta vez na história.
O Praia, que foi campeão uma vez, em 2017/18, contra o Rio de Janeiro, do técnico Bernardinho, busca o bi e espera fazer prevalecer o bom retrospecto contra o Minas nesta temporada. O time de Uberlândia bateu as rivais de BH em todas as finais: Mineiro, Supercopa e Sul-Americano de Clubes. Além disso, as aurinegras ganharam as duas partidas da fase de classificação da Superliga, ambas por 3 sets a 2.
Para as minas-tenistas, nada melhor que um 'repeteco' das decisões anteriores. Mas o jejum de triunfos sobre as rivais nesta temporada serve de alerta. "A rivalidade entre o Minas e o Praia já tem alguns anos. É muito legal a história que estamos construindo. Temos feito as finais dos últimos campeonatos e isso é muito bacana. Vai ser um jogo muito difícil. Os dois times chegam para a decisão em um bom momento depois de disputarem semifinais duras. Esses jogos vão ser decididos nos detalhes", projetou a central Carol Gattaz, capitã e que esteve nas conquistas anteriores do clube.

Técnico do Minas, Nicola Negro vê uma decisão sem favoritismo: derrotas para o Praia são passado
/ foto: Orlando Bento/Minas
Já o técnico minas-tenista, o italiano Nicola Negro, considera impossível apontar qualquer tipo de favoritismo na decisão. "São dois times fortes, que estão preparados e que se conhecem muito bem. Os outros jogos contra o Praia ficaram no passado. O que vale agora é quem está melhor no momento e quem interpretará melhor os jogos da final. Está tudo aberto e em partidas assim os detalhes fazem a diferença", comentou o comandante.
Do lado do Praia, o respeito ao poderio do Minas é nítido. A experiente meio de rede Walewska, que encerrará a carreira após as finais em Brasília, disse que a virada sobre o Flamengo, nas semifinais, deu muita confiança ao time. "Estamos mentalmente muito fortes. Nos classificamos para a final em uma semifinal tensa, contra uma equipe que nos testou de todas as maneiras. Com isso, chegamos muito mais fortalecidas para enfrentar o que está por vir", avaliou a veterana de 42 anos, presente na primeira conquista da Superliga como capitã do Praia.
A central Carol, que mais uma vez está entre os destaques da Superliga Feminina, também avaliou que a virada sobre o Flamengo foi um ingrediente a mais para o Praia no lado psicológico. "Estamos muito felizes de chegar a mais uma decisão. Tivemos uma semifinal muito difícil contra o Flamengo, foi uma grande preparação para essa final. O Minas tem jogadoras experientes e uma levantadora muito veloz, a Macris. Estamos unidas e com um grupo muito forte", observou a meio de rede, que já marcou 120 pontos de bloqueio nesta edição e lidera a estatística nesse fundamento. "Fico feliz, trabalhamos todos os dias para isso. Essa marca só faz sentido quando conseguimos transformar isso para o grupo", acrescentou.
Enquanto o Praia Clube buscará o bi da Superliga, o Minas jogará pela quinta conquista nacional. Antes de 2018/19 e 2020/21, o tradicional time de BH ergueu e taça da Superliga 2001/02 e da antiga Liga Nacional, em 1992/93.
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Vicente Ribeiro22/04/2022 06:01/ atualizado em 21/04/2022 21:01
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Pela terceira vez, Praia Clube e Minas decidirão o título da Superliga Feminina. O Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, foi o local escolhido pela CBV para a série melhor de três que definirá o campeão na temporada 2021/22. O primeiro confronto será nesta sexta-feira, às 21h, com transmissão do SporTV2. As equipes travaram batalha mineira na final em 2018/19 e 2020/21, com as minas-tenistas levando a melhor e faturando a taça diante das rivais de Uberlândia. Em 2019/20, a competição foi interrompida de forma precoce por causa da pandemia.
O Praia Clube foi o melhor time da fase de classificação, com 58 pontos (20 vitórias e duas derrotas), enquanto o Minas terminou em segundo lugar, com 55 - ganhou 18 e perdeu quatro. A decisão em arena neutra, como em Brasília, aumenta a previsão de uma série marcada pelo equilíbrio entre os mineiros. Nas semifinais, a equipe de Uberlândia teve muito trabalho para eliminar o Flamengo, com dois triunfos e um revés. Já as minas-tenistas passaram pelo Sesi Bauru ao ganhar duas vezes.
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O segundo jogo da decisão será no próximo dia 29, sexta-feira, às 21h. Se necessário, a finalíssima está marcada para 3 de maio, às 21h30. Os ingressos estão à venda pelo site Eventim, mas os de cadeira inferior, inteira e meia, já estão esgotados para a partida desta sexta-feira. A arquibancada superior custa R$ 48, com meia-entrada a R$ 24.
Alvo de críticas pela opção pelo 'mando de quadra neutro', já que torcedores mineiros terão que se deslocar à capital federal para acompanhar as partidas, a CBV justificou, em nota oficial, que as equipes não se opuseram à disputa das finais longe de casa. A exemplo da temporada 2020/21, Minas e Praia decidirão a Superliga fora de seus domínios, já que a disputa na edição anterior ocorreu no Centro de Desenvolvimento de Vôlei, em Saquarema (RJ), em uma espécie de 'bolha', sem a presença de torcedores, por causa da pandemia.

Líder entre as pontuadoras no bloqueio, Carol é arma do Praia na final da Superliga
/ foto: Cristiano Andujar/CBV
DOMÍNIO MINEIRO
A decisão mineira, que se repetirá também na Superliga Masculina, com Minas e Cruzeiro brigando pela taça, mostra o poderio do estado no vôlei nacional. No feminino, Praia e Minas vêm dominando o cenário no Brasil, com recentes finais no Sul-Americano de Clubes, Supercopa e Copa Brasil, além das edições anteriores da principal competição da modalidade do país.
Na primeira final entre os rivais mineiros, em 2018/19, o Minas levou a melhor com duas vitórias na série melhor de três: 3 a 2, em casa, e 3 a 1, em Uberlândia. Em 2020/21, em Saquarema, a disputa foi mais acirrada. O Praia saiu na frente, com 3 sets a 1, mas as minas-tenistas viraram com triunfos por 3 a 1 e 3 a 2, e faturaram a taça pela quarta vez na história.
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Do lado do Praia, o respeito ao poderio do Minas é nítido. A experiente meio de rede Walewska, que encerrará a carreira após as finais em Brasília, disse que a virada sobre o Flamengo, nas semifinais, deu muita confiança ao time. "Estamos mentalmente muito fortes. Nos classificamos para a final em uma semifinal tensa, contra uma equipe que nos testou de todas as maneiras. Com isso, chegamos muito mais fortalecidas para enfrentar o que está por vir", avaliou a veterana de 42 anos, presente na primeira conquista da Superliga como capitã do Praia.
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