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De apenas figurante no início da temporada ao posto de campeão da Superliga Feminina de Vôlei. O Praia Clube escreveu uma história impressionante em 2025/26, e esse roteiro foi concluído com um desempenho arrasador sobre o Minas neste domingo (3/5). Com o Ginásio Ibirapuera, em São Paulo, lotado e dividido, o time de Uberlândia atropelou o rival por 3 sets a 0 (29/27, 25/21 e 25/13) e conquistou o título mais almejado do voleibol nacional.
Vencedor em 2017/18 e 2022/23, o Praia Clube chegou ao tricampeonato da Superliga Feminina de Vôlei com uma arrancada impressionante na reta final. Quarto colocado na fase inicial – a qual contou com deslizes, com uma sequência de três derrotas na parte inicial -, a equipe aurinegra acelerou nos playoffs, eliminou Bauru e Flamengo e bateu, de forma incrível, o Minas na decisão.
Com amplo domínio, o time que não havia vencido o maior rival deixou esse feito para o maior palco possível. De forma irretocável, o Praia Clube do português Rui Moreira detonou o Minas, que fez partida fraca tecnicamente e se despediu de Pri Daroit e Júlia Kudiess com o sétimo vice da Superliga na história, além de conquistar só o Mineiro em 2025/26.
Como foi a final entre Minas e Praia Clube?
Para a grande final, o técnico Lorenzo Pintus, que está de saída do Minas, escalou a equipe com Thaisa, Júlia Kudiess, Hilary Johnson, Pri Daroit, Maria Khaletskaya, Julia Nowicka e Nyeme. Já o Praia Clube do português Rui Moreira, que já renovou contrato, entrou em quadra com Adenízia, Gabi Martins, Payton Caffrey, Monique Pavão, Macris e Natinha.
A decisão começou com um susto. Logo após o segundo ponto, Gabi Martins sentiu dores no pé e foi atendida na quadra. Recuperada, a central do Praia Clube ajudou o time em uma parcial que se estendeu bastante, principalmente pelo equiílibrio, mas também por um deslize do time de Uberlândia.
Em um set marcado por erros dos dois times – incluindo um rali com diversas falhas em 18 a 16 -, o Praia esteve com quatro bolas de vantagem em 21 a 17, mas viu o rival fazer exatamente quatro pontos em sequência. Com isso, as equipes não abriram vantagem e prolongaram a disputa até que Julia Nowicka cometeu dois erros fatais. A levantadora polonesa tocou na rede e, logo na sequência, invadiu, o que decretou a vitória praiana: 29 a 27.
Já o segundo set teve um roteiro completamente diferente. Sem se desmotivar pela derrota inicial, o Minas demonstrou muita concentração desde o começo e teve ótimas vantagens, como 10 a 5 e 14 a 10. Entretanto, foi justamente nesse momento com quatro bolas de vantagem que a equipe de Belo Horizonte “derreteu” diante do brilho das ponteiras do Praia Clube.
O time aurinegro contou com os bons saques de Michelle Pavão para protagonizar uma sequência impressionante de oito pontos, os quais contou com o brilho de Payton Caffrey, responsável por quatro bolas cravadas seguidas. Ao todo, neste segundo set, a ponteira brasileira marcou sete pontos, enquanto a estadunidense fez oito. Os desempenhos excelentes comandaram o Praia Clube para uma vitória até “tranquila”: 25 a 21.
Já o terceiro set foi um definitivo atropelo do Praia Clube. Em uma atuação terrível, o Minas viu o rival abrir vantagem e ganhar a Superliga com um sonoro 25 a 13, garantindo o tri com um ataque fatal de Payton Caffrey.
Fonte:noataque.com.br
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Vencedor em 2017/18 e 2022/23, o Praia Clube chegou ao tricampeonato da Superliga Feminina de Vôlei com uma arrancada impressionante na reta final. Quarto colocado na fase inicial – a qual contou com deslizes, com uma sequência de três derrotas na parte inicial -, a equipe aurinegra acelerou nos playoffs, eliminou Bauru e Flamengo e bateu, de forma incrível, o Minas na decisão.
Com amplo domínio, o time que não havia vencido o maior rival deixou esse feito para o maior palco possível. De forma irretocável, o Praia Clube do português Rui Moreira detonou o Minas, que fez partida fraca tecnicamente e se despediu de Pri Daroit e Júlia Kudiess com o sétimo vice da Superliga na história, além de conquistar só o Mineiro em 2025/26.
Como foi a final entre Minas e Praia Clube?
Para a grande final, o técnico Lorenzo Pintus, que está de saída do Minas, escalou a equipe com Thaisa, Júlia Kudiess, Hilary Johnson, Pri Daroit, Maria Khaletskaya, Julia Nowicka e Nyeme. Já o Praia Clube do português Rui Moreira, que já renovou contrato, entrou em quadra com Adenízia, Gabi Martins, Payton Caffrey, Monique Pavão, Macris e Natinha.
A decisão começou com um susto. Logo após o segundo ponto, Gabi Martins sentiu dores no pé e foi atendida na quadra. Recuperada, a central do Praia Clube ajudou o time em uma parcial que se estendeu bastante, principalmente pelo equiílibrio, mas também por um deslize do time de Uberlândia.
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O time aurinegro contou com os bons saques de Michelle Pavão para protagonizar uma sequência impressionante de oito pontos, os quais contou com o brilho de Payton Caffrey, responsável por quatro bolas cravadas seguidas. Ao todo, neste segundo set, a ponteira brasileira marcou sete pontos, enquanto a estadunidense fez oito. Os desempenhos excelentes comandaram o Praia Clube para uma vitória até “tranquila”: 25 a 21.
Já o terceiro set foi um definitivo atropelo do Praia Clube. Em uma atuação terrível, o Minas viu o rival abrir vantagem e ganhar a Superliga com um sonoro 25 a 13, garantindo o tri com um ataque fatal de Payton Caffrey.
Fonte:noataque.com.br