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É verdade que a partida eliminatória foi deveras condicionada pela expulsão de Mamady Cissé, em lance de pênalti para o Ceará, ainda nos instantes iniciais no Nordeste. Mesmo assim, o Atlético se mostrou desorganizado, sem poder de reação e pouco criativo quando teve a bola para contra-atacar.
Para além dos problemas técnicos e táticos, chamou atenção a baixa intensidade do Galo no Castelão. Em uma das piores noites do ano, o time mineiro foi salvo pelo jovem lateral-esquerdo Pascini, que explodiu as redes com chutaço já nos instantes derradeiros.
Nos pênaltis, brilhou a estrela de Everson. O goleiro defendeu duas cobranças adversárias, estufou a meta de Bruno Ferreira na batida final e colocou o clube nas oitavas de final da Copa do Brasil.
O Atlético havia aberto vantagem no mata-mata ao vencer o jogo de ida na Arena MRV, em Belo Horizonte, por 2 a 1. Com placar idêntico na volta, precisou das penalidades para avançar.
Próximos jogos de Ceará e Atlético
Agora, o Ceará se concentra na nona rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, na qual terá clássico contra o arquirrival Fortaleza. O jogo será disputado a partir das 18h30 do domingo (17/5), na Arena Castelão.
Já o Atlético direciona atenções para a 16ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro, na qual enfrentará o Mirassol. O confronto terá início às 18h30 do sábado (18/5), na Arena MRV, em Belo Horizonte.
Ceará x Atlético: o jogo
Com peças distintas do usual na escalação, o Atlético iniciava a construção com o trio de zagueiros – suportado por Alan Franco, Cissé e Tomás Pérez. Na direita, Alan Minda alargava o campo, enquanto Renan Lodi fazia o mesmo pela esquerda. Reinier e Cassierra procuravam se associar à frente.
Logo aos 4 minutos, o Galo sofreu grande baque na Arena Castelão. Por meio de contra-ataque veloz, Fernandinho foi acionado nas costas da defesa mineira, de frente ao gol de Everson e acabou puxado pelas costas por Cissé – o lance resultou em pênalti marcado e cartão vermelho para o meio-campista guineense.
Alex Silva cobrou com categoria, no ângulo esquerdo do goleiro Everson, e abriu o placar fazendo valer a “lei do ex”: 1 a 0 para o Ceará. Naturalmente, um cenário de absoluta tensão se instaurou para o Atlético na eliminatória.
Instantes depois, o Vozão chegou a marcar gol por cobertura, mas o tento foi anulado por falta no goleiro Everson. Aos 22 minutos, de toda forma, o Ceará ampliou o placar por meio de triangulação pela esquerda, que terminou com bela jogada individual de Dieguinho: ele finalizou e viu Lodi cortar quase em cima da linha, mas contou com rebatida nas costas de Everson para balançar as redes: 2 a 0.
O panorama era de um Atlético completamente atordoado em Fortaleza. Sem alternativas de construção e desorganizado defensivamente, o time mineiro via o Vozão ameaçar a cada vez que subia ao ataque.
Ainda na etapa inicial, Domínguez tirou Ivan Román e Reinier de campo para as entradas de Natanael e Cuello. As alterações visavam, respectivamente, ao aumento da consistência defensiva e à promoção de mais velocidade para os contra-ataques.
No fim das contas, pouco mudou. Um péssimo primeiro tempo do Galo, que foi irreconhecível na Arena Castelão – para além dos problemas técnicos e táticos, uma equipe pouco competitiva no Nordeste.
Segundo tempo
No intervalo, Domínguez acionou Pascini e Alexsander nos lugares de Renan Lodi e Alan Minda, respectivamente. Logo no primeiro minuto, Everson já foi obrigado a fazer grande defesa em lance cara a cara com João Gabriel, em mais uma falha defensiva do Atlético.
O cenário seguia de controle por parte do Ceará, que acertou o travessão com falta de média distância aos 10 minutos. Mesmo com as mexidas, o Galo se mostrava incapaz de criar soluções diante da defesa adversária.
A cada minuto, o Vozão parecia mais próximo do terceiro gol do que o Atlético do desconto no placar. Em diversas situações, os zagueiros do time de “Barba” se viam expostos em situações de mano a mano.
Cauã Soares também saiu do banco de reservas – este na vaga de Tomás Pérez. O Galo seguia, de toda maneira, sem sequer ameaçar a meta defendida por Bruno Ferreira.
Até que, já aos 45 minutos do segundo tempo, em triangulação pela esquerda, Cassierra encontrou Pascini em vantagem na grande área. O jovem lateral-esquerdo avançou e, com personalidade, estufou as redes no “apagar das luzes”: 2 a 1, e gol salvador vindo das categorias de base para o Atlético.
Os pênaltis de Ceará x Atlético
Cassierra abriu com categoria, deslocou Bruno Ferreira e converteu para o Atlético: 1 a 0.
Alano bateu bem e igualou para o Ceará: 1 a 1.
Alexsander parou em Bruno Ferreira e perdeu no Castelão: 1 a 1.
Fernando parou em Everson e também perdeu: 1 a 1 prevaleceu no placar.
Cuello cobrou com categoria, deslocando o goleiro, e voltou a colocar o Galo na frente: 2 a 1.
Eder cobrou no ângulo esquerdo de Everson e igualou a contagem: 2 a 2.
Lyanco também deslocou Bruno Ferreira e botou o Atlético em vantagem: 3 a 2.
Rafael Ramos parou em Everson: 3 a 2.
Everson cobrou o último e colocou o Galo nas oitavas de final: 4 a 2.
CEARÁ (2) 2 x 1 (4) ATLÉTICO
Ceará:Bruno Ferreira; Alex Silva (Rafael Ramos, no intervalo), Luizão, Eder, Júlio César e Fernando; João Gabriel e Dieguinho (Matheus Araújo, aos 30min do 2°T); Melk (Enzo Lodovico, aos 24min do 2°T), Fernandinho (Giulio, aos 30min do 2°T) e Gustavo Prado (Alano, aos 24min do 2°T)
Técnico: Mozart
Atlético:Everson; Ivan Román (Natanael, aos 32min do 1°T), Lyanco, Vitor Hugo e Renan Lodi (Pascini, no intervalo); Alan Franco, Tomás Pérez (Cauã Soares, aos 32min do 2°T) e Cissé; Alan Minda (Alexsander, no intervalo), Reinier (Cuello, aos 32min do 1°T) e Cassierra
Técnico: Eduardo Domínguez
Motivo: 3ª rodada do Grupo B da Copa Sul-Americana
Data: 29/4/2026
Estádio: Inca Garcilaso de la Vega, em Cusco
Árbitro: Matheus Delgado Candançan (SP)
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa (RJ) e Anderson José de Moraes Coelho (SP)
VAR: Wagner Reway (SC)
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É verdade que a partida eliminatória foi deveras condicionada pela expulsão de Mamady Cissé, em lance de pênalti para o Ceará, ainda nos instantes iniciais no Nordeste. Mesmo assim, o Atlético se mostrou desorganizado, sem poder de reação e pouco criativo quando teve a bola para contra-atacar.
Para além dos problemas técnicos e táticos, chamou atenção a baixa intensidade do Galo no Castelão. Em uma das piores noites do ano, o time mineiro foi salvo pelo jovem lateral-esquerdo Pascini, que explodiu as redes com chutaço já nos instantes derradeiros.
Nos pênaltis, brilhou a estrela de Everson. O goleiro defendeu duas cobranças adversárias, estufou a meta de Bruno Ferreira na batida final e colocou o clube nas oitavas de final da Copa do Brasil.
O Atlético havia aberto vantagem no mata-mata ao vencer o jogo de ida na Arena MRV, em Belo Horizonte, por 2 a 1. Com placar idêntico na volta, precisou das penalidades para avançar.
Próximos jogos de Ceará e Atlético
Agora, o Ceará se concentra na nona rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, na qual terá clássico contra o arquirrival Fortaleza. O jogo será disputado a partir das 18h30 do domingo (17/5), na Arena Castelão.
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Ceará x Atlético: o jogo
Com peças distintas do usual na escalação, o Atlético iniciava a construção com o trio de zagueiros – suportado por Alan Franco, Cissé e Tomás Pérez. Na direita, Alan Minda alargava o campo, enquanto Renan Lodi fazia o mesmo pela esquerda. Reinier e Cassierra procuravam se associar à frente.
Logo aos 4 minutos, o Galo sofreu grande baque na Arena Castelão. Por meio de contra-ataque veloz, Fernandinho foi acionado nas costas da defesa mineira, de frente ao gol de Everson e acabou puxado pelas costas por Cissé – o lance resultou em pênalti marcado e cartão vermelho para o meio-campista guineense.
Alex Silva cobrou com categoria, no ângulo esquerdo do goleiro Everson, e abriu o placar fazendo valer a “lei do ex”: 1 a 0 para o Ceará. Naturalmente, um cenário de absoluta tensão se instaurou para o Atlético na eliminatória.
Instantes depois, o Vozão chegou a marcar gol por cobertura, mas o tento foi anulado por falta no goleiro Everson. Aos 22 minutos, de toda forma, o Ceará ampliou o placar por meio de triangulação pela esquerda, que terminou com bela jogada individual de Dieguinho: ele finalizou e viu Lodi cortar quase em cima da linha, mas contou com rebatida nas costas de Everson para balançar as redes: 2 a 0.
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Ainda na etapa inicial, Domínguez tirou Ivan Román e Reinier de campo para as entradas de Natanael e Cuello. As alterações visavam, respectivamente, ao aumento da consistência defensiva e à promoção de mais velocidade para os contra-ataques.
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Os pênaltis de Ceará x Atlético
Cassierra abriu com categoria, deslocou Bruno Ferreira e converteu para o Atlético: 1 a 0.
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Alexsander parou em Bruno Ferreira e perdeu no Castelão: 1 a 1.
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Cuello cobrou com categoria, deslocando o goleiro, e voltou a colocar o Galo na frente: 2 a 1.
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Técnico: Eduardo Domínguez
Motivo: 3ª rodada do Grupo B da Copa Sul-Americana
Data: 29/4/2026
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Árbitro: Matheus Delgado Candançan (SP)
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa (RJ) e Anderson José de Moraes Coelho (SP)
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