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Com casa cheia na Arena Nilson Nelson, em Brasília, time minas-tenista aproveita erros das rivais, faz 3 sets a 1 e abre 1 a 0 na série
O Minas saiu na frente na final mineira contra o Praia Clube na Superliga Feminina. O time minas-tenista venceu o rival de Uberlândia por 3 sets a 1, nesta sexta-feira, diante de ótimo público na Arena Nilson Nelson, em Brasília, que recebeu total de 9.556 pessoas. As parciais foram de 25/18, 25/22, 22/25 e 25/22.
Campeão em 2018/19 e 2020/21, o Minas está a uma vitória de voltar a levantar a taça diante do Praia Clube. Se ganhar o segundo jogo da decisão, na sexta-feira, dia 29, às 21h, no mesmo local, a equipe de BH faturará o troféu pela terceira vez consecutiva na final mineira.
O Praia, que busca o segundo título da Superliga - ganhou em 2017/18 - precisa vencer o jogo número dois para forçar o terceiro confronto, que está agendado para 3 de maio, terça-feira, às 21h30, novamente na Arena Nilson Nelson. Do contrário, o Minas conquistará pela quinta vez o posto de campeão nacional - foram três edições da Superliga e uma Liga Nacional até agora.
Depois de cinco derrotas para o Praia nesta temporada, incluindo as finais do Sul-Americano de Clubes, Supercopa e Mineiro, além das duas pela fase de classificação da Superliga, o Minas quebrou o jejum no momento certo, já que se aproximou de mais um título. As aurinegras, por outro lado, perderam a invencibilidade e terão que retomar a sequência em cima das rivais, para sobreviver na decisão.
O JOGO
Como esperado, até pelas campanhas dos times, o primeiro jogo da decisão foi muito equilibrado e com lindas disputas que resultaram em ralis emocionantes. Entretanto, o Minas aproveitou os erros de ataque do Praia em momentos cruciais, para abrir frente e pressionar o adversário.
Nenhuma das equipes abriu larga vantagem nas primeiras parciais. No caso do Praia, o problema foram os erros no ataque em momentos decisivos, o que permitiu ao Minas, com bom volume de jogo, fazer 2 a 0. O técnico Paulo Coco pediu tempo várias vezes e alertou as jogadoras aurinegras sobre as escolhas erradas, mas a situação não mudou.
No terceiro set, o Praia liderou e obrigou o Minas a correr atrás da reação. A oposta Brayelin Martínez cresceu na partida e foi peça importante para o time do Triângulo reduzir a desvantagem. As aurinegras chegaram a 21 a 16, as rivais reduziram a margem, mas a parcial foi da equipe uberlandense, com 25 a 22: 2 a 1.

Clássico mineiro foi disputado em alta intensidade e com casa cheia em Brasília
foto: Nadine Oliver/Inovafoto/CBV
O Praia começou bem o quarto set, mas o Minas reagiu e logo virou, com bons bloqueios, abrindo 8 a 5. O time de Uberlândia se perdeu em quadra, enquanto Carol Gattaz tomou conta da rede e as minas-tenistas pontuaram, transformando a parcial em um passeio. Na base da superação, as aurinegras buscaram reação e diminuíram a desvantagem. Entretanto, não foi suficiente para evitar o triunfo do MTC, em erro de saque de Tainara: 25 a 22 e 3 a 1.
A ponteira turca do Minas, Neri Ozsoy, foi eleita a melhor em quadra e recebeu o Troféu VivaVôlei. "Foi apenas o primeiro jogo, o Praia é um ótimo time e teremos que jogar melhor para ganhar o título. O segundo jogo vai ser mais difícil e precisamos jogar melhor", receitou. Ela terminou como a principal pontuadora, com 19 acertos, seguida pela oposta dominicana Brayelin Martínez, do Praia, com 16. Outro nome positivo do MTC foi a jovem oposta Kisy, com 15 bolas vencedoras.

Ponteira turca Neri Ozsoy fez 19 pontos e recebeu o VivaVôlei como melhor do jogo
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Campeão em 2018/19 e 2020/21, o Minas está a uma vitória de voltar a levantar a taça diante do Praia Clube. Se ganhar o segundo jogo da decisão, na sexta-feira, dia 29, às 21h, no mesmo local, a equipe de BH faturará o troféu pela terceira vez consecutiva na final mineira.
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Depois de cinco derrotas para o Praia nesta temporada, incluindo as finais do Sul-Americano de Clubes, Supercopa e Mineiro, além das duas pela fase de classificação da Superliga, o Minas quebrou o jejum no momento certo, já que se aproximou de mais um título. As aurinegras, por outro lado, perderam a invencibilidade e terão que retomar a sequência em cima das rivais, para sobreviver na decisão.
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Nenhuma das equipes abriu larga vantagem nas primeiras parciais. No caso do Praia, o problema foram os erros no ataque em momentos decisivos, o que permitiu ao Minas, com bom volume de jogo, fazer 2 a 0. O técnico Paulo Coco pediu tempo várias vezes e alertou as jogadoras aurinegras sobre as escolhas erradas, mas a situação não mudou.
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