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string(72) "Gasly lidera 1º dia de testes da F-1 no Bahrein; Pietro fica em último"
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string(5073) "O francês Pierre Gasly surpreendeu nesta quinta-feira e foi o mais rápido no primeiro dia de testes da pré-temporada da Fórmula 1 no Bahrein, que sediará a corrida de abertura da temporada 2022 no dia 20. O piloto da equipe AlphaTauri desbancou os rivais da Mercedes e da Ferrari e anotou o melhor tempo do dia no período da tarde. O brasileiro Pietro Fittipaldi registrou o 15º e último tempo desta quinta.
Gasly liderou o dia com o tempo de 1min33s902, deixando para trás os carros da Ferrari, que já havia mostrado força na primeira bateria de testes da pré-temporada, na Espanha. O espanhol Carlos Sainz Jr. e o monegasco Charles Leclerc, pilotos do time italiano, vieram logo atrás do francês. Sainz anotou 1min34s359, à tarde, e Leclerc marcou 1min34s531 pela manhã, quando liderou a sessão.
Atrás do trio vieram o tailandês Alexander Albon (Williams), o britânico Lando Norris (McLaren), o finlandês Valtteri Bottas (Alfa Romeo), o alemão Sebastian Vettel (Aston Martin), o britânico George Russell (Mercedes) e o mexicano Sergio Pérez (Red Bull), fechando o Top 10.
Atual campeão mundial, o holandês Max Verstappen não foi para a pista nesta quinta. Já o britânico Lewis Hamilton foi para a pista pela manhã. Com 1min36s365, o piloto da Mercedes foi apenas o 11º mais veloz do dia.
Se não empolgou na tabela de tempos, a Mercedes foi o assunto do dia no paddock pelas mudanças apresentadas nos sidepods, as laterais do carro. Eles se tornaram menores em comparação ao que o time britânico exibiu na primeira bateria de testes, em Barcelona. De acordo com a direção do time, a alteração foi aprovada previamente pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA), que não se manifestou sobre o caso.
Além de Verstappen, outra baixa do dia foi Daniel Ricciardo. O australiano da McLaren sofreu um mal-estar e não foi para a pista. Norris acabou pilotando o carro nas duas sessões do dia. Nicholas Latifi, Yuki Tsunoda, Mick Schumacher e Kevin Magnussen, que teve seu retorno à F-1 confirmado na quarta, ainda não pilotaram nesta segunda bateria de testes.
A Haas, equipe de Magnussen e Schumacher, perdeu a sessão matutina por problemas logísticos. Mas foi para o asfalto no período da tarde com o brasileiro Pietro Fittipaldi. O neto do bicampeão Emerson completou 47 voltas e registrou 1min37s422 como melhor volta.
Foi a primeira vez que Pietro guiou o novo carro da equipe já no contexto das profundas mudanças no regulamento técnico da F-1 para este ano. "O treino foi muito bom. A gente conseguiu completar muitas voltas, que era a meta do dia. A gente ficou com os compostos de pneus duros, só para fazer muita quilometragem para a equipe, para conferir a confiabilidade do carro novo. A gente fez isso, com várias saídas, como se fosse uma simulação de corrida", comentou.
Ele explicou que o objetivo não foi extrair o máximo do carro nesta quinta. "Não foi focado em performance, mas em confiabilidade. Foi bom ter essa experiência com o carro novo. Ele é muito diferente, muito mais sensível, exige bastante dos pilotos. Era importante dar estas voltas para me acostumar com o carro novo, que tem uma forma diferente de pilotar", comentou.
CHANCE PERDIDA - Piloto reserva da Haas nos últimos anos, o brasileiro lamentou a oportunidade que perdeu de entrar no grid da F-1 neste ano. Isso porque o então titular Nikita Mazepin foi demitido do time americano em razão da invasão russa na Ucrânia. Mazepin é russo e contava com o patrocínio de empresa do seu país, por sinal liderada por seu pai, conhecido por ser amigo próximo do presidente Vladimir Putin.
Pietro, contudo, não conseguiu apresentar patrocinador para ocupar a lacuna deixada por Mazepin na Haas. "Obviamente eu queria muito estar no grid em 2022 e sei que estou pronto para isso, mas respeito a decisão do time e seguirei trabalhando intensamente com a equipe dando o meu melhor. Quero agradecer pelo imenso apoio que recebi do Brasil, com milhares de fãs se mobilizando e mostrando que nossa história na F-1 não acaba aqui. Vou continuar trabalhando forte para poder representar novamente o Brasil no grid", disse o brasileiro.
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Gasly liderou o dia com o tempo de 1min33s902, deixando para trás os carros da Ferrari, que já havia mostrado força na primeira bateria de testes da pré-temporada, na Espanha. O espanhol Carlos Sainz Jr. e o monegasco Charles Leclerc, pilotos do time italiano, vieram logo atrás do francês. Sainz anotou 1min34s359, à tarde, e Leclerc marcou 1min34s531 pela manhã, quando liderou a sessão.
Atrás do trio vieram o tailandês Alexander Albon (Williams), o britânico Lando Norris (McLaren), o finlandês Valtteri Bottas (Alfa Romeo), o alemão Sebastian Vettel (Aston Martin), o britânico George Russell (Mercedes) e o mexicano Sergio Pérez (Red Bull), fechando o Top 10.
Atual campeão mundial, o holandês Max Verstappen não foi para a pista nesta quinta. Já o britânico Lewis Hamilton foi para a pista pela manhã. Com 1min36s365, o piloto da Mercedes foi apenas o 11º mais veloz do dia.
Se não empolgou na tabela de tempos, a Mercedes foi o assunto do dia no paddock pelas mudanças apresentadas nos sidepods, as laterais do carro. Eles se tornaram menores em comparação ao que o time britânico exibiu na primeira bateria de testes, em Barcelona. De acordo com a direção do time, a alteração foi aprovada previamente pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA), que não se manifestou sobre o caso.
Além de Verstappen, outra baixa do dia foi Daniel Ricciardo. O australiano da McLaren sofreu um mal-estar e não foi para a pista. Norris acabou pilotando o carro nas duas sessões do dia. Nicholas Latifi, Yuki Tsunoda, Mick Schumacher e Kevin Magnussen, que teve seu retorno à F-1 confirmado na quarta, ainda não pilotaram nesta segunda bateria de testes.
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Ele explicou que o objetivo não foi extrair o máximo do carro nesta quinta. "Não foi focado em performance, mas em confiabilidade. Foi bom ter essa experiência com o carro novo. Ele é muito diferente, muito mais sensível, exige bastante dos pilotos. Era importante dar estas voltas para me acostumar com o carro novo, que tem uma forma diferente de pilotar", comentou.
CHANCE PERDIDA - Piloto reserva da Haas nos últimos anos, o brasileiro lamentou a oportunidade que perdeu de entrar no grid da F-1 neste ano. Isso porque o então titular Nikita Mazepin foi demitido do time americano em razão da invasão russa na Ucrânia. Mazepin é russo e contava com o patrocínio de empresa do seu país, por sinal liderada por seu pai, conhecido por ser amigo próximo do presidente Vladimir Putin.
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