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Em noite de estreia na Copa Libertadores, o América dominou do início ao fim, mas sofreu gol no fim e perdeu por 1 a 0 para o Guaraní, do Paraguai. Nesta quarta-feira (23), no Estádio Independência, em Belo Horizonte, as equipes protagonizaram um bom jogo de futebol pela segunda fase do torneio continental.
O Coelho foi soberano nas ações ofensivas. Com um ritmo muito forte desde o início, a equipe mineira criou as melhores oportunidades, mas esbarrou em erros no passe final, nas defesas do paraguaio Devis Vasquez e até no travessão. Aos 46min da etapa complementar, Josue Colmán fez linda jogada individual e contou com desvio da defesa para dar um 'banho de água fria' nos mandantes.
O América volta a enfrentar o Guaraní às 19h15 da próxima quarta-feira (2), no Estádio Defensores Del Chaco, em Assunção, no Paraguai. Com o resultado no jogo de ida, o time de Marquinhos Santos passa a depender de uma vitória por dois gols de diferença no país vizinho para avançar à terceira fase. Em caso de triunfo por um gol de diferença, a decisão ocorrerá nos pênaltis.
Domínio americano
O duelo teve um início bastante movimentado. Com organização e intensidade, o América buscava chegar ao gol adversário com um posicionamento diferente do habitual: Matheusinho atuava pela esquerda no ataque, enquanto Felipe Azevedo partia da direita.
Com muita movimentação pelos lados do campo, o América rondava a área do Guaraní com cada vez mais ímpeto, mas pecava no passe final. Aos 12min, Juninho quase anotou uma pintura no Horto: após 'escorada' de Patric, o capitão do Coelho dominou bonito de peito, deu chapéu no marcador com a esquerda e, de direita, finalizou de primeira, no travessão.
Do outro lado, o Guaraní tinha proposta clara: com uma postura reativa, marcava em bloco médio, em um 4-4-2, e buscava impedir as infiltrações do América por dentro. No entanto, apresentava pouquíssimo sucesso quando tentava puxar contra-ataques.
O polivalente Juninho era quem mais chamava a responsabilidade na estreia do Coelho na Libertadores. Presente em todas as partes do campo, roubava bolas, entregava intensidade, ditava o ritmo da equipe e ainda aparecia no ataque com perigo.
Aos 26min, nova chance de perigo. Matheusinho encontrou lindo passe para Wellington Paulista, que infiltrava nas costas da defesa paraguaia. O atacante saiu cara a cara e tirou o goleiro Devis Vasquez na finalização, mas a bola passou rente à trave.
Com o decorrer do tempo, diante de um Guaraní cada vez mais recuado, o time de Marquinhos Santos teve mais dificuldades para encontrar espaços no momento ofensivo. Eram frequentes as triangulações pelas laterais, mas as tentativas de cruzamento não tinham sucesso.
Pecado no fim
O início do segundo tempo trouxe novo gás ao América. Mais uma vez com muita velocidade, a equipe mineira escapava pelas laterais do campo e rondava a área do Guaraní com perigo. Aos 4min, boa oportunidade: Juninho recebeu na área, limpou e chutou cruzado, mas a bola passou rente à trave.
Aos 10min, boa jogada do América pela direita e mais uma ótima chance. Wellington Paulista recebeu de Felipe Azevedo na área, dominou, girou e finalizou para a defesa do goleiro Devis Vasquez. Pouco depois, o Guaraní respondeu a partir de um erro do Coelho na defesa, mas Jailson fez boa defesa (a sua primeira no jogo).
Na metade da etapa complementar, Marquinhos Santos promoveu as primeiras alterações: Pedrinho, estreante, entrou na vaga de Felipe Azevedo, enquanto Everaldo entrou no lugar do apagado Índio Ramírez. Na nova configuração, Matheusinho foi deslocado para a armação das jogadas e Everaldo assumiu a função na ponta-esquerda.
As mudanças surtiram efeito imediato. Pedrinho demonstrou muita qualidade técnica e escapou em boas arrancadas pela direita. O time mineiro se fazia cada vez mais presente no ataque, e o gol parecia uma questão de tempo.
Aos 28min, um susto. Após boa jogada individual pela esquerda, o Guaraní acertou a trave em finalização de cabeça. O América respondeu rápido: Éder e Juninho ameaçaram a meta adversária com remates. Depois disso, Marquinhos promoveu as entradas de Raúl Cáceres e Rodolfo nas vagas de Patric e Wellington Paulista, respectivamente.
Na reta final, o Coelho 'empilhou' jogadores no campo de ataque para tentar superar a recuadíssima defesa do time paraguaio. Já aos 39min, Henrique Almeida entrou no lugar do participativo Matheusinho, em uma tentativa de conferir mais estatura e poder de fogo ao ataque americano. Nos últimos minutos, pressão total do América. Com velocidade, o Coelho subia ao ataque e tentava as cartas finais, mas não obteve sucesso.
Já nos acréscimos, após bela jogada individual pela esquerda, um banho de água fria. Josue Colmán driblou, finalizou de fora da área e contou com desvio americano para abrir o placar no Horto. Derrota muito amarga para o América.
AMÉRICA 0x1 GUARANÍ-PAR
América
Jailson; Patric (Raúl Cáceres), Iago Maidana, Éder e Marlon; Lucas Kal, Juninho e Índio Ramírez (Everaldo); Felipe Azevedo (Pedrinho), Matheusinho (Henrique Almeida) e Wellington Paulista (Rodolfo).
Técnico: Marquinhos Santos
Guaraní-PAR
Devis Vasquez; Rodi Ferreira, Marcos Cáceres, Roberto Fernández e Guillermo Benítez; Marcelo González, Rodrigo Fernández, Jorge Mendoza (Sergio Bareiro) e Josue Colmán; Ariel Núñez (Alejandro Samudio) e Fernando Fernández (Ángel Benítez).
Técnico: Fernando Jubero
Motivo: jogo de ida da segunda fase da Copa Libertadores da América
Data: quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022
Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte
Árbitro: Wilmar Roldán (Colômbia)
Gol: Josue Colmán (Guaraní)
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O Coelho foi soberano nas ações ofensivas. Com um ritmo muito forte desde o início, a equipe mineira criou as melhores oportunidades, mas esbarrou em erros no passe final, nas defesas do paraguaio Devis Vasquez e até no travessão. Aos 46min da etapa complementar, Josue Colmán fez linda jogada individual e contou com desvio da defesa para dar um 'banho de água fria' nos mandantes.
O América volta a enfrentar o Guaraní às 19h15 da próxima quarta-feira (2), no Estádio Defensores Del Chaco, em Assunção, no Paraguai. Com o resultado no jogo de ida, o time de Marquinhos Santos passa a depender de uma vitória por dois gols de diferença no país vizinho para avançar à terceira fase. Em caso de triunfo por um gol de diferença, a decisão ocorrerá nos pênaltis.
Domínio americano
O duelo teve um início bastante movimentado. Com organização e intensidade, o América buscava chegar ao gol adversário com um posicionamento diferente do habitual: Matheusinho atuava pela esquerda no ataque, enquanto Felipe Azevedo partia da direita.
Com muita movimentação pelos lados do campo, o América rondava a área do Guaraní com cada vez mais ímpeto, mas pecava no passe final. Aos 12min, Juninho quase anotou uma pintura no Horto: após 'escorada' de Patric, o capitão do Coelho dominou bonito de peito, deu chapéu no marcador com a esquerda e, de direita, finalizou de primeira, no travessão.
Do outro lado, o Guaraní tinha proposta clara: com uma postura reativa, marcava em bloco médio, em um 4-4-2, e buscava impedir as infiltrações do América por dentro. No entanto, apresentava pouquíssimo sucesso quando tentava puxar contra-ataques.
O polivalente Juninho era quem mais chamava a responsabilidade na estreia do Coelho na Libertadores. Presente em todas as partes do campo, roubava bolas, entregava intensidade, ditava o ritmo da equipe e ainda aparecia no ataque com perigo.
Aos 26min, nova chance de perigo. Matheusinho encontrou lindo passe para Wellington Paulista, que infiltrava nas costas da defesa paraguaia. O atacante saiu cara a cara e tirou o goleiro Devis Vasquez na finalização, mas a bola passou rente à trave.
Com o decorrer do tempo, diante de um Guaraní cada vez mais recuado, o time de Marquinhos Santos teve mais dificuldades para encontrar espaços no momento ofensivo. Eram frequentes as triangulações pelas laterais, mas as tentativas de cruzamento não tinham sucesso.
Pecado no fim
O início do segundo tempo trouxe novo gás ao América. Mais uma vez com muita velocidade, a equipe mineira escapava pelas laterais do campo e rondava a área do Guaraní com perigo. Aos 4min, boa oportunidade: Juninho recebeu na área, limpou e chutou cruzado, mas a bola passou rente à trave.
Aos 10min, boa jogada do América pela direita e mais uma ótima chance. Wellington Paulista recebeu de Felipe Azevedo na área, dominou, girou e finalizou para a defesa do goleiro Devis Vasquez. Pouco depois, o Guaraní respondeu a partir de um erro do Coelho na defesa, mas Jailson fez boa defesa (a sua primeira no jogo).
Na metade da etapa complementar, Marquinhos Santos promoveu as primeiras alterações: Pedrinho, estreante, entrou na vaga de Felipe Azevedo, enquanto Everaldo entrou no lugar do apagado Índio Ramírez. Na nova configuração, Matheusinho foi deslocado para a armação das jogadas e Everaldo assumiu a função na ponta-esquerda.
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Já nos acréscimos, após bela jogada individual pela esquerda, um banho de água fria. Josue Colmán driblou, finalizou de fora da área e contou com desvio americano para abrir o placar no Horto. Derrota muito amarga para o América.
AMÉRICA 0x1 GUARANÍ-PAR
América
Jailson; Patric (Raúl Cáceres), Iago Maidana, Éder e Marlon; Lucas Kal, Juninho e Índio Ramírez (Everaldo); Felipe Azevedo (Pedrinho), Matheusinho (Henrique Almeida) e Wellington Paulista (Rodolfo).
Técnico: Marquinhos Santos
Guaraní-PAR
Devis Vasquez; Rodi Ferreira, Marcos Cáceres, Roberto Fernández e Guillermo Benítez; Marcelo González, Rodrigo Fernández, Jorge Mendoza (Sergio Bareiro) e Josue Colmán; Ariel Núñez (Alejandro Samudio) e Fernando Fernández (Ángel Benítez).
Técnico: Fernando Jubero
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Data: quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022
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