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“O Iêmen, sob a liderança do Ansaruallah, vai juntar-se em apoio ao Irã. Temos uma responsabilidade religiosa, moral e humanitária para fazê-lo. O momento depende das avaliações das forças armadas, assim como das consultas com Teerã e os seus aliados. Se Washington e os seus parceiros se apressarem a intensificar a situação contra o Irã, o Iêmen se antecipará intervindo. As consequências recairão sobre os agressores americanos e israelenses, bem como sobre as capitais cúmplices e silenciosas”, alertou o subsecretário do Ministério da Informação, Mohammed Mansour, se referindo ao fechamento do estreito de Bab el-Mandab, na costa do país, ser uma opção viável.
O estreito de Bab el-Mandab é o ponto de estrangulamento crucial para o comércio mundial que liga o Mar Vermelho às rotas marítimas globais. Os Houthis já interromperam esse tráfego marítimo através do Estreito de Bab el-Mandab, atacando navios comerciais no estreito e no Mar Vermelho, no final de 2023, intensificando as ações em 2024 em apoio ao grupo Hamas e em resposta ao conflito na Faixa de Gaza. Essa mobilização provocou um desvio significativo de navios cargueiros na zona, impactando o comércio global.
Recentemente, no começo de março deste ano, o grupo fez novas ameaças e alertas sobre o fechamento do estreito, como retaliação a ações de Israel e EUA na região. As ações dos Houthis visam pressionar o Ocidente e Israel através do bloqueio de 9% do comércio marítimo global.
Num discurso televisivo na quinta-feira (26), o líder rebelde dos Houthis, Abdel Malek al-Houthi, descreveu as enormes perdas sofridas pelo país devido ao envolvimento dos Estados Unidos no conflito do Iêmen, no entanto ainda não fez qualquer declaração oficial anunciando a entrada do grupo na atual guerra contra o Irã.
O Irã já fechou o Estreito de Ormuz, o principal canal para cerca de 20% do petróleo e gás natural do mundo, mergulhando os mercados petrolíferos globais no caos. O Estreito também é uma rota crítica para os fertilizantes, por onde passa cerca de 30% do comércio internacional do produto, ameaçando o fornecimento global de nutrientes essenciais para culturas como o milho e trigo.
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Recentemente, no começo de março deste ano, o grupo fez novas ameaças e alertas sobre o fechamento do estreito, como retaliação a ações de Israel e EUA na região. As ações dos Houthis visam pressionar o Ocidente e Israel através do bloqueio de 9% do comércio marítimo global.
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O Irã já fechou o Estreito de Ormuz, o principal canal para cerca de 20% do petróleo e gás natural do mundo, mergulhando os mercados petrolíferos globais no caos. O Estreito também é uma rota crítica para os fertilizantes, por onde passa cerca de 30% do comércio internacional do produto, ameaçando o fornecimento global de nutrientes essenciais para culturas como o milho e trigo.