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O Índice Firjan de Competitividade Global (IFCG), elaborado pela entidade, avaliou a situação dos países quanto à eficiência do Estado, ambiente de negócios, infraestrutura e capital humano em 2023. Há dez anos, em 2013, o Brasil ocupava a 40.ª colocação, ou seja, perdeu seis posições em uma década.
"Um dos graves problemas estruturais do Brasil é que as pessoas acabam não tendo acesso a uma educação de qualidade. Isso vira uma barreira para que consigam melhores postos de trabalho e um gargalo para as empresas que não conseguem mão de obra preparada para os novos tempos, à altura dos enormes desafios que as transformações tecnológicas impõem", disse o presidente da Firjan, Luiz Césio Caetano, em nota.
Os resultados têm como base dados divulgados pelo Banco Mundial e pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
O país mais competitivo, segundo o levantamento, é Cingapura, seguido por Suíça e Dinamarca. Figuram ainda à frente do Brasil no ranking os vizinhos sul-americanos Uruguai (33.º) e Chile (34.º), assim como os parceiros de Brics China (13.º), Índia (42.º) e África do Sul (45.º).
O Brasil ocupou a 52.ª colocação em Eficiência do Estado e a 51.º em Ambiente de Negócios. Em Infraestrutura, o País ficou em 47.º lugar. "A taxa de investimento em infraestrutura no Brasil é de 18% ao ano, bem inferior à taxa da China, com 43%, e da Índia, com 33%. Além disso, no Brasil o tempo médio para obtenção de energia elétrica é de, em média, 128 dias. Já na Índia são 53 dias", comparou a Firjan.
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