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O Banco Central (BC) anunciou a redução da taxa Selic para 14,75% ao ano - esta é a primeira queda na taxa básica de juros em quase dois anos. A decisão foi tomada por unanimidade pelo Comitê de Política Monetária (Copom) em reunião nesta quarta-feira (18/3).
A queda era esperada pelo mercado financeiro, mas a redução, de apenas 0,25%, frustrou as expectativas. Segundo o Banco Centro, incertezas devido à guerra no Oriente Médio exige cautela dos países emergentes devido ao ambiente marcado pela volatilidade de preços de ativos e commodities.
No cenário doméstico, a instituição destacou que o crescimento da atividade econômica segue em ritmo moderado, mesmo que o mercado de trabalho demonstre resiliência. O BC também cita que a última pesquisa Focus mostrou que as expectativas de inflação para 2026 e 2027 estão acima da meta, com valores estimados de 4,1% e 3,8%, respectivamente.
“O Comitê segue acompanhando como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza. Os indicadores do final de 2025 mostraram desaceleração na atividade econômica, enquanto o cenário segue sendo marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, e pressões no mercado de trabalho”, afirmou o BC em comunicado.
A Selic é o principal instrumento de controle da inflação por parte do Banco Central, sendo responsável por nortear a oferta de créditos no país. Em fevereiro, a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), atingiu 0,7%. Mesmo com a alta, o índice ficou em 3,81% no acumulado de 12 meses, abaixo de 4% pela primeira vez desde maio de 2024.
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O Banco Central (BC) anunciou a redução da taxa Selic para 14,75% ao ano - esta é a primeira queda na taxa básica de juros em quase dois anos. A decisão foi tomada por unanimidade pelo Comitê de Política Monetária (Copom) em reunião nesta quarta-feira (18/3).
A queda era esperada pelo mercado financeiro, mas a redução, de apenas 0,25%, frustrou as expectativas. Segundo o Banco Centro, incertezas devido à guerra no Oriente Médio exige cautela dos países emergentes devido ao ambiente marcado pela volatilidade de preços de ativos e commodities.
No cenário doméstico, a instituição destacou que o crescimento da atividade econômica segue em ritmo moderado, mesmo que o mercado de trabalho demonstre resiliência. O BC também cita que a última pesquisa Focus mostrou que as expectativas de inflação para 2026 e 2027 estão acima da meta, com valores estimados de 4,1% e 3,8%, respectivamente.
“O Comitê segue acompanhando como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza. Os indicadores do final de 2025 mostraram desaceleração na atividade econômica, enquanto o cenário segue sendo marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, e pressões no mercado de trabalho”, afirmou o BC em comunicado.
A Selic é o principal instrumento de controle da inflação por parte do Banco Central, sendo responsável por nortear a oferta de créditos no país. Em fevereiro, a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), atingiu 0,7%. Mesmo com a alta, o índice ficou em 3,81% no acumulado de 12 meses, abaixo de 4% pela primeira vez desde maio de 2024.