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Com adaptação afrocentrada e elenco formado por sete atores-cantores e quatro músicos, o espetáculo “Aida: a rainha da bateria”, promete fazer o público infantojuvenil mergulhar no universo do samba e da cultura afro-brasileira. Baseada na famosa ópera de Giuseppe Verdi, a adaptação tem apresentação única a preço popular no próximo domingo (25), 17h, no Palácio das Artes.
Na versão da Cyntilante Produções para a narrativa original, Aida é a filha da Rainha de Bateria Râmfis. É a herdeira de uma “ancestralidade de resistência”, marcada por obstáculos impostos pela patroa, Amnéris, uma influenciadora digital, e pelo bicheiro Jacaré, patrono da escola de Samba Canários da Terra. Apoiada por sua comunidade e guiada pela profecia do Babalorixá Amonasro, seu pai, Aída busca conquistar seu lugar como Rainha da Bateria no desfile de Carnaval.
Ao longo do espetáculo, o público será embalado pelas melodias da ópera de Verdi em arranjos de samba-canção, choro, partido alto, ijexá, samba-enredo, e outras variações do gênero.
“Aida: A eainha da bateria” é a terceira ópera da tetralogia da Cyntilante, que já montou “João e Maria - Opereja” (2023) – adaptação para o sertão da clássica história dos irmãos que se perdem na floresta - e “A Guitarra Mágica” (2024) – ópera rock inspirada na peça A Flauta Mágica, de Mozart. O diretor adianta que a próxima e última obra da tetralogia já está marcada: “será inspirada em ‘O Guarani’ de Carlos Gomes. “Vamos mergulhar na cultura dos povos originários”, revela Fernando Bustamante.
Segundo ele, a proposta de “Aida” é celebrar e valorizar a identidade e a cultura afro-brasileira. “Nos empenhamos em resgatar a cultura afro-brasileira e a cosmologia iorubá. Entendemos a importância de cada vez mais trazermos esse debate para o centro da cena”, diz.
Serviço:
"Aida: a rainha da bateria"
Onde: Palácio das Artes - avenida Afonso Pena XXX
Quando: 25/01 - domingo - 17h
Ingressos: R$ 25, à venda no site do Sinparc, nos postos da Belotur ou no Aplicativo Vá ao Teatro.
Mais informações www.cyntilante.com.br
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Com adaptação afrocentrada e elenco formado por sete atores-cantores e quatro músicos, o espetáculo “Aida: a rainha da bateria”, promete fazer o público infantojuvenil mergulhar no universo do samba e da cultura afro-brasileira. Baseada na famosa ópera de Giuseppe Verdi, a adaptação tem apresentação única a preço popular no próximo domingo (25), 17h, no Palácio das Artes.
Na versão da Cyntilante Produções para a narrativa original, Aida é a filha da Rainha de Bateria Râmfis. É a herdeira de uma “ancestralidade de resistência”, marcada por obstáculos impostos pela patroa, Amnéris, uma influenciadora digital, e pelo bicheiro Jacaré, patrono da escola de Samba Canários da Terra. Apoiada por sua comunidade e guiada pela profecia do Babalorixá Amonasro, seu pai, Aída busca conquistar seu lugar como Rainha da Bateria no desfile de Carnaval.
Ao longo do espetáculo, o público será embalado pelas melodias da ópera de Verdi em arranjos de samba-canção, choro, partido alto, ijexá, samba-enredo, e outras variações do gênero.
“Aida: A eainha da bateria” é a terceira ópera da tetralogia da Cyntilante, que já montou “João e Maria - Opereja” (2023) – adaptação para o sertão da clássica história dos irmãos que se perdem na floresta - e “A Guitarra Mágica” (2024) – ópera rock inspirada na peça A Flauta Mágica, de Mozart. O diretor adianta que a próxima e última obra da tetralogia já está marcada: “será inspirada em ‘O Guarani’ de Carlos Gomes. “Vamos mergulhar na cultura dos povos originários”, revela Fernando Bustamante.
Segundo ele, a proposta de “Aida” é celebrar e valorizar a identidade e a cultura afro-brasileira. “Nos empenhamos em resgatar a cultura afro-brasileira e a cosmologia iorubá. Entendemos a importância de cada vez mais trazermos esse debate para o centro da cena”, diz.
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"Aida: a rainha da bateria"
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