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Parte do acervo do Museu do Homem do Nordeste (Muhne), do Recife, estará presente no Google Arts & Culture, a partir desta terça-feira (22), com mais de 565 itens e, também, uma exposição do Mestre Vitalino (1909-1963), montada especialmente para a estreia virtual.
Pertencente à Fundação Joaquim Nabuco, o Muhne tem mais de 16 mil peças em seu acervo, que revelam a pluralidade das culturas negras, indígenas e brancas, desde as origens até os diferentes desdobramentos e misturas. As coleções são caracterizadas pela variedade, com artigos provenientes das casas das famílias dos senhores de engenhos, até objetos simples, de uso cotidiano das famílias pobres. O museu foi idealizado pelo sociólogo-antropólogo Gilberto Freyre.
A experiência virtual permite acessar as coleções por estado, da Bahia ao Maranhão, ou material utilizado para a confecção das peças, como borracha, cera, couro, gesso, porcelana e tecido. Estão entre os itens a calunga Dona Joventina, boneca do Maracatu Estrela Brilhante. Talhada em madeira há 112 anos pelas mãos de um santeiro desconhecido, a história da calunga é repleta de disputas, controvérsias e muito mistério. Há também uma coleção de cachaças com rótulos repletos de arte, mamulengos, rendas de bilro, arupembas, foices, estrovengas, joalherias e instrumentos musicais. Para chegar ao Muhne pelo Google Arts & Culture, basta ir ao site.
Mestre Vitalino
A exposição de estreia apresenta um recorte da Coleção Vitalino, do Muhne. As peças do artista brasileiro evidenciam a cultura do Nordeste do Brasil até meados do Século 20. Pernambucano de Caruaru, Vitalino Pereira dos Santos é um dos mais importantes artesãos do Brasil. O caruaruense também é conhecido por suas peças de cerâmica, que trazem figuras inspiradas nas crenças populares, nos rituais e no imaginário da população da região.
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Parte do acervo do Museu do Homem do Nordeste (Muhne), do Recife, estará presente no Google Arts & Culture, a partir desta terça-feira (22), com mais de 565 itens e, também, uma exposição do Mestre Vitalino (1909-1963), montada especialmente para a estreia virtual.
Pertencente à Fundação Joaquim Nabuco, o Muhne tem mais de 16 mil peças em seu acervo, que revelam a pluralidade das culturas negras, indígenas e brancas, desde as origens até os diferentes desdobramentos e misturas. As coleções são caracterizadas pela variedade, com artigos provenientes das casas das famílias dos senhores de engenhos, até objetos simples, de uso cotidiano das famílias pobres. O museu foi idealizado pelo sociólogo-antropólogo Gilberto Freyre.
A experiência virtual permite acessar as coleções por estado, da Bahia ao Maranhão, ou material utilizado para a confecção das peças, como borracha, cera, couro, gesso, porcelana e tecido. Estão entre os itens a calunga Dona Joventina, boneca do Maracatu Estrela Brilhante. Talhada em madeira há 112 anos pelas mãos de um santeiro desconhecido, a história da calunga é repleta de disputas, controvérsias e muito mistério. Há também uma coleção de cachaças com rótulos repletos de arte, mamulengos, rendas de bilro, arupembas, foices, estrovengas, joalherias e instrumentos musicais. Para chegar ao Muhne pelo Google Arts & Culture, basta ir ao site.
Mestre Vitalino
A exposição de estreia apresenta um recorte da Coleção Vitalino, do Muhne. As peças do artista brasileiro evidenciam a cultura do Nordeste do Brasil até meados do Século 20. Pernambucano de Caruaru, Vitalino Pereira dos Santos é um dos mais importantes artesãos do Brasil. O caruaruense também é conhecido por suas peças de cerâmica, que trazem figuras inspiradas nas crenças populares, nos rituais e no imaginário da população da região.