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"Nesta primeira edição vamos destacar a intrínseca relação entre Minas Gerais e Luxemburgo, passando pela história da Mineração e da Siderurgia e pela história dos descendentes de luxemburgueses que vivem em Minas Gerais há 100 anos. É uma celebração de todos os laços e semelhanças que ligam Luxemburgo e Brasil”, afirma Carlo Krieger, embaixador de Luxemburgo no Brasil.
Como primeira ação do festival, no dia 26 de fevereiro, sábado, em evento no Palácio da Liberdade, para imprensa e convidados, ocorreu apresentação musical da Orquestra Sesiminas Musicoop, exposição transmídia e pré-estreia do documentário interativo “A Colônia Luxemburguesa”, no Belas Artes. A transmissão foi ao vivo para Esch-Alzette, a segunda maior cidade de Luxemburgo que, na mesma data, recebeu o título de Capital Europeia da Cultura.
Na próxima quarta (9), os mineiros de João Monlevade - símbolo da siderurgia em Minas, com grande influência luxemburguesa - têm acesso físico a esse percurso, por meio de um quiosque de aço instalado na Praça do Povo. O espaço intitulado "[L]AÇO" – referência à siderurgia, ao afeto e à memória – abrigará até o mês de outubro, para visitação das 9h às 16h, uma exposição transmídia gratuita, com iPads que conectam, de maneira interativa, ao documentário “A Colônia Luxemburguesa”.
O Festival continua até o mês outubro, em João Monlevade, que recebe ainda a exposição de fotografias históricas sob curadoria de Clarice Fonseca, que também assina a produção do evento. A artista plástica brasileira-luxemburguesa Joanna Scharlé expõe, na Prefeitura da cidade, uma série inédita com recorte na produção mais recente de Joanna, mesclando pintura em acrílica, nankin e telas produzidas com técnica mista. Serão no total 15 obras em diferentes formatos.
Ao lado da estrutura do quiosque L[AÇO] na Praça do povo, uma padaria produzirá, durante o Festival Brasil-Luxemburgo, o bolinho de carnaval - típico quitute da culinária luxemburguesa, com receita exclusiva desenvolvida pela embaixatriz Nicole Krieger.
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"Nesta primeira edição vamos destacar a intrínseca relação entre Minas Gerais e Luxemburgo, passando pela história da Mineração e da Siderurgia e pela história dos descendentes de luxemburgueses que vivem em Minas Gerais há 100 anos. É uma celebração de todos os laços e semelhanças que ligam Luxemburgo e Brasil”, afirma Carlo Krieger, embaixador de Luxemburgo no Brasil.
Como primeira ação do festival, no dia 26 de fevereiro, sábado, em evento no Palácio da Liberdade, para imprensa e convidados, ocorreu apresentação musical da Orquestra Sesiminas Musicoop, exposição transmídia e pré-estreia do documentário interativo “A Colônia Luxemburguesa”, no Belas Artes. A transmissão foi ao vivo para Esch-Alzette, a segunda maior cidade de Luxemburgo que, na mesma data, recebeu o título de Capital Europeia da Cultura.
Na próxima quarta (9), os mineiros de João Monlevade - símbolo da siderurgia em Minas, com grande influência luxemburguesa - têm acesso físico a esse percurso, por meio de um quiosque de aço instalado na Praça do Povo. O espaço intitulado "[L]AÇO" – referência à siderurgia, ao afeto e à memória – abrigará até o mês de outubro, para visitação das 9h às 16h, uma exposição transmídia gratuita, com iPads que conectam, de maneira interativa, ao documentário “A Colônia Luxemburguesa”.
O Festival continua até o mês outubro, em João Monlevade, que recebe ainda a exposição de fotografias históricas sob curadoria de Clarice Fonseca, que também assina a produção do evento. A artista plástica brasileira-luxemburguesa Joanna Scharlé expõe, na Prefeitura da cidade, uma série inédita com recorte na produção mais recente de Joanna, mesclando pintura em acrílica, nankin e telas produzidas com técnica mista. Serão no total 15 obras em diferentes formatos.
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