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“Tivemos um hiato grande com a pandemia e o governo anterior, com a mostra sendo retomada no início do ano, com duas edições – uma só na universidade (a UFRJ, que está na coordenação do festival) e outra agora. Com a demora, pegamos um período muito pesado de ocupação de cinema na cidade, mas esses lugares estão nos ajudando muito, trazendo outro público. Se não há tanto público espontâneo, a ideia é qualificá-lo”, afirma o coordenador Alexandre Pimenta.
Ele não esconde a felicidade de poder homenagear a montadora, viúva do diretor Andrea Tonacci (de “Serras da Desordem”), Cristina Amaral. Ela estava em Belo Horizonte até ontem para participar de duas sessões comentadas – intituladas “Cristina Amaral: Montagem e Pensamento” – durante o Festival do Filme Documentário e Etnográfico (forumdoc.bh), mas não pôde permanecer na capital para acompanhar a abertura hoje, às 19h, no Centro de Referência das Juventudes.
Serão exibidos quatro curtas da lavra de Cristina, entre eles “Sem Asas” (2019), curta-metragem de Renata Martins que trata do preconceito e da violência policial a partir das relações de uma família negra. “A montagem dela é muito bonita, muito delicada. Numa das cenas do filme, a farinha branca gruda no rosto de um garoto, durante confronto com a polícia, e vemos uma sucessão de imagens muito sensíveis sobre aquela violência”, destaca a também coordenadora Beatriz Goulart.
A programação de abertura é a mesma em todas as cidades, sempre com entrada franca. O tema deste ano é “Viver com Dignidade é Direito Humano”, ressaltando a importância da dignidade humana para assegurar a qualidade de vida e a liberdade. Além de “Sem Asas”, haverá exibições de “Abá”, “Belos Carnavais” e “Confluências”. Antes, às 17h, acontecem apresentações culturais do “Mesa de Thereza”, da atriz Eda Costa, que encenará trecho da peça “Memórias de Bitita”, e do cantor Anderson Tikuna.
As sessões prosseguirão até sexta-feira, com obras que refletem questões atuais e essenciais, abordando temas como igualdade, justiça social e respeito à diversidade. Haverá exibições especiais voltadas para alunos de escolas públicas e de movimentos de atingidos por barragens. Outro destaque é o longa “Cidade; Campo”, que será apresentado na quinta, às 19h, no CRJ, com a presença de Fernanda Vianna, que ganhou o Kikito de Melhor Atriz no Festival de Gramado por essa performance.
Serviço
O quê. Mostra Cinema e Direitos Humanos
Quando. De terça (26) a sexta-feira (29), das 8h às 21h
Onde. Auditório do Centro de Referência das Juventudes (rua Guaicurus, 50, praça da Estação), Teatro José Aparecido, da Biblioteca Pública Estadual (praça da Liberdade, 21, Lourdes), e Casa de Cinema da Faculdade de Educação (avenida Presidente Antônio Carlos, 6.627, Pampulha)
Programação completa disponível em:
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“Tivemos um hiato grande com a pandemia e o governo anterior, com a mostra sendo retomada no início do ano, com duas edições – uma só na universidade (a UFRJ, que está na coordenação do festival) e outra agora. Com a demora, pegamos um período muito pesado de ocupação de cinema na cidade, mas esses lugares estão nos ajudando muito, trazendo outro público. Se não há tanto público espontâneo, a ideia é qualificá-lo”, afirma o coordenador Alexandre Pimenta.
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As sessões prosseguirão até sexta-feira, com obras que refletem questões atuais e essenciais, abordando temas como igualdade, justiça social e respeito à diversidade. Haverá exibições especiais voltadas para alunos de escolas públicas e de movimentos de atingidos por barragens. Outro destaque é o longa “Cidade; Campo”, que será apresentado na quinta, às 19h, no CRJ, com a presença de Fernanda Vianna, que ganhou o Kikito de Melhor Atriz no Festival de Gramado por essa performance.
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O quê. Mostra Cinema e Direitos Humanos
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