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Após a polêmica de censura do filme "Como se tornar o pior aluno da escola", o Ministério da Justiça voltou atrás e decidiu mudar a classificação indicativa da obra de 14 para 18 anos. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (16/3) e assinada pelo secretário José Vicente Santini.
Na última semana, o longa "Como se tornar o pior aluno da escola", de 2017, teve um trecho viralizado na internet e apontado como apologia à pedofilia. Na cena em questão, o personagem de Fábio Porchat oferece aos adolescentes protagonistas uma saída à situação que se encontram mediante favores sexuais. Apesar do longa ter sido lançado há cinco anos, a volta aos holofotes se deu pela chegada do título na plataforma de streaming Netflix.
A possível apologia à pedofilia tornou-se um debate na internet. Parte dos internautas pediram a retirada do título da plataforma. O pedido foi endossado pelo governo, que exigiu a remoção, mediante multa diária caso a Netflix se negasse. Por outro lado, a medida gerou revolta e acusações de que a ação do governo seria um ato de censura. Artistas e celebridades saíram em defesa da liberdade de expressão.
Nesta quarta-feira (16/3), o Ministério da Justiça voltou atrás e decidiu permitir a exibição do filme, contanto que a classificação indicativa, que era de 14 anos, fosse alterada para 18 anos, já que a obra apresenta "conteúdo com tendências de coação sexual ou estupro, ato de pedofilia, e situação sexual complexa". Além disso, o texto prevê que o longa seja apresentado na televisão somente após as 23h.
Danilo Gentili e Fábio Porchat, pivôs da polêmica, se posicionaram nas redes sociais a favor da exibição do filme e da manutenção da liberdade de expressão. Danilo dedicou uma série de tweets e repostagens para apontar a contradição de personalidades que elogiaram a obra à época do lançamento, mas que, agora, estão em oposição à exibição.
Como se tornar o pior aluno da escola é um filme baseado no livro homônimo do comediante Danilo Gentili. Dirigido por Fabrício Bittar, o longa acompanha Bernardo e Pedro, adolescentes que têm dificuldade de cumprir as regras da escola em que estudam. Certo dia, a dupla encontra no banheiro um manual de como instaurar o caos no colégio sem que sejam notados. Danilo Gentili, Carlos Villagrán, Bruno Munhoz, Daniel Pimentel e Fábio Porchat integram o elenco.
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Após a polêmica de censura do filme "Como se tornar o pior aluno da escola", o Ministério da Justiça voltou atrás e decidiu mudar a classificação indicativa da obra de 14 para 18 anos. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (16/3) e assinada pelo secretário José Vicente Santini.
Na última semana, o longa "Como se tornar o pior aluno da escola", de 2017, teve um trecho viralizado na internet e apontado como apologia à pedofilia. Na cena em questão, o personagem de Fábio Porchat oferece aos adolescentes protagonistas uma saída à situação que se encontram mediante favores sexuais. Apesar do longa ter sido lançado há cinco anos, a volta aos holofotes se deu pela chegada do título na plataforma de streaming Netflix.
A possível apologia à pedofilia tornou-se um debate na internet. Parte dos internautas pediram a retirada do título da plataforma. O pedido foi endossado pelo governo, que exigiu a remoção, mediante multa diária caso a Netflix se negasse. Por outro lado, a medida gerou revolta e acusações de que a ação do governo seria um ato de censura. Artistas e celebridades saíram em defesa da liberdade de expressão.
Nesta quarta-feira (16/3), o Ministério da Justiça voltou atrás e decidiu permitir a exibição do filme, contanto que a classificação indicativa, que era de 14 anos, fosse alterada para 18 anos, já que a obra apresenta "conteúdo com tendências de coação sexual ou estupro, ato de pedofilia, e situação sexual complexa". Além disso, o texto prevê que o longa seja apresentado na televisão somente após as 23h.
Danilo Gentili e Fábio Porchat, pivôs da polêmica, se posicionaram nas redes sociais a favor da exibição do filme e da manutenção da liberdade de expressão. Danilo dedicou uma série de tweets e repostagens para apontar a contradição de personalidades que elogiaram a obra à época do lançamento, mas que, agora, estão em oposição à exibição.
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