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string(74) "Cine Humberto Mauro exibe mostra dedicada ao ator e diretor Clint Eastwood"
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string(4821) "O Cine Humberto Mauro apresenta, até 6 de março, mostra com uma seleção de filmes dedicada ao ator e cineasta americano Clint Eastwood, ganhador do Oscar por “Os Imperdoáveis”, uma das obras presentes na programação.
A mostra busca percorrer todas as fases da carreira de Eastwood, reunindo longas que manifestam a magnitude do diretor-ator para a história do cinema. A partir dela, é possível entender a razão de ele ser tão reconhecido e aclamado até os dias atuais pelos amantes e críticos da sétima arte.
“Estão presentes filmes que representam muito bem a carreira de Clint, todas as suas fases e temas que ele abordou. Temos longas de vários gêneros distintos, como, é claro, faroestes, filmes policiais e grandes dramas. Além de filmes que explicitam muito bem o seu trabalho como compositor, dois exemplos são ‘A Última Canção’ e ‘Bird’. Além de ‘As Pontes de Madison’, que é um filme de romance. Filmes de guerra, como: ‘A Conquista da Honra’ e ‘Cartas de Iwo Jima’. E, também, grandes sucessos de sua carreira que trazem de volta a persona de Eastwood. ‘Gran Torino’ e ‘Menina de Ouro’ são alguns deles”, salienta Vítor Miranda, da gerência do Cine Humberto Mauro.
“Na carreira dele também estão presentes obras que questionam o herói americano, como ‘Sniper Americano’ e filmes recentes nos quais Clint atuou, que abordam com precisão a situação atual do diretor, por exemplo ‘Cry Macho’ e ‘A Mula’. Ele pega muito esse estilo clássico e humaniza os personagens. Assim, conta a sua história em vários gêneros diferentes. É uma mostra bem vigorosa que possui grandes filmes da história do cinema”, diz.
Com mais de 60 anos de carreira, a imagem de Clint Eastwood é marcada na memória dos amantes da sétima arte pelas célebres atuações em clássicos faroestes, principalmente de anti-heróis carismáticos. Porém, a versatilidade do norte-americano prevalece não só na frente das câmeras, mas também atrás delas. Aos 91 anos, o cineasta continua ativo como ator, diretor, produtor e compositor.
“Apesar de começar a ser reconhecido nos seus papéis atuando, principalmente, nos filmes clássicos de Sergio Leone e Don Siegel, ele começou a dirigir seus próprios filmes nos anos 1970, junto, também, com Spielberg e Scorsese, que são diretores que permanecem produzindo até hoje. Ele representa esse elo entre o cinema moderno e o cinema contemporâneo”, explica Vítor Miranda.
Os filmes dirigidos por Eastwood ganharam notoriedade pelo estilo direto e objetivo, abordando temas humanos, complexos e sombrios, além do requintado desenvolvimento dos personagens. “Não por acaso, escolhemos o nome da mostra apenas como ‘Clint’. É direto ao ponto, assim como ele, que possui uma característica muito direta e clássica. Muitas vezes percebemos que não há uma mão pesada na direção, traduzindo para o público uma maneira mais discreta o que ele quer demonstrar”, relata.
Vencedor quatro vezes do Oscar e homenageado pela mesma Academia em 1995 em reconhecimento à longa carreira no cinema, além de ser o primeiro ator a estrelar em filmes considerados de “grande sucesso” por mais de 50 anos consecutivos, o norte-americano atingiu números que poucos astros de Hollywood conseguiram alcançar ao longo da carreira.
As performances, direções, produções e composições dele estão marcadas na história do cinema em mais de 100 filmes, que comprovam com clareza a grandiosidade de Clint para a sétima arte. “Ele é um dos primeiros nomes que as pessoas procuram para uma primeira cinefilia. Possui a relevância de ser um nome muito grandioso e prolífico para a história do cinema”, explica.
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“Estão presentes filmes que representam muito bem a carreira de Clint, todas as suas fases e temas que ele abordou. Temos longas de vários gêneros distintos, como, é claro, faroestes, filmes policiais e grandes dramas. Além de filmes que explicitam muito bem o seu trabalho como compositor, dois exemplos são ‘A Última Canção’ e ‘Bird’. Além de ‘As Pontes de Madison’, que é um filme de romance. Filmes de guerra, como: ‘A Conquista da Honra’ e ‘Cartas de Iwo Jima’. E, também, grandes sucessos de sua carreira que trazem de volta a persona de Eastwood. ‘Gran Torino’ e ‘Menina de Ouro’ são alguns deles”, salienta Vítor Miranda, da gerência do Cine Humberto Mauro.
“Na carreira dele também estão presentes obras que questionam o herói americano, como ‘Sniper Americano’ e filmes recentes nos quais Clint atuou, que abordam com precisão a situação atual do diretor, por exemplo ‘Cry Macho’ e ‘A Mula’. Ele pega muito esse estilo clássico e humaniza os personagens. Assim, conta a sua história em vários gêneros diferentes. É uma mostra bem vigorosa que possui grandes filmes da história do cinema”, diz.
Com mais de 60 anos de carreira, a imagem de Clint Eastwood é marcada na memória dos amantes da sétima arte pelas célebres atuações em clássicos faroestes, principalmente de anti-heróis carismáticos. Porém, a versatilidade do norte-americano prevalece não só na frente das câmeras, mas também atrás delas. Aos 91 anos, o cineasta continua ativo como ator, diretor, produtor e compositor.
“Apesar de começar a ser reconhecido nos seus papéis atuando, principalmente, nos filmes clássicos de Sergio Leone e Don Siegel, ele começou a dirigir seus próprios filmes nos anos 1970, junto, também, com Spielberg e Scorsese, que são diretores que permanecem produzindo até hoje. Ele representa esse elo entre o cinema moderno e o cinema contemporâneo”, explica Vítor Miranda.
Os filmes dirigidos por Eastwood ganharam notoriedade pelo estilo direto e objetivo, abordando temas humanos, complexos e sombrios, além do requintado desenvolvimento dos personagens. “Não por acaso, escolhemos o nome da mostra apenas como ‘Clint’. É direto ao ponto, assim como ele, que possui uma característica muito direta e clássica. Muitas vezes percebemos que não há uma mão pesada na direção, traduzindo para o público uma maneira mais discreta o que ele quer demonstrar”, relata.
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