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Relembrando que Belo Horizonte (MG) não tinha tradição de Carnaval de rua até pouco mais de dez anos atrás, o prefeito Álvaro Damião (União Brasil) comemorou a dimensão da folia em 2026 com um tom nostálgico. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele comparou imagens da festa nos anos 1990 com o cenário atual, tomado por multidões e blocos em todas as regionais da capital.
“Quem te viu, quem te vê. Carnaval de rua em BH, o melhor do Brasil”, escreveu o prefeito, enquanto aparecia curtindo a festa nas imagens mais recentes.
A comparação tem fundamento. Durante décadas, especialmente nos anos 1990 e início dos anos 2000, BH ficou conhecida como a cidade que esvaziava no Carnaval. Sem grandes blocos e com programação tímida, o belo-horizontino costumava viajar para cidades históricas, praias ou outros destinos de folia.
O cenário começou a mudar só a partir do fim dos anos 2000, quando pequenos grupos passaram a organizar blocos de rua de forma espontânea. O movimento ganhou força entre 2009 e 2013, período considerado o marco do renascimento do Carnaval belo-horizontino, com a criação de novos blocos e a ocupação das ruas por iniciativas culturais e políticas.
Um dos símbolos desse processo foi a marchinha “Fora Lacerda”, criada em tom de protesto contra a gestão do então prefeito Marcio Lacerda e as restrições à ocupação do espaço público. O protesto virou bloco, o bloco virou tradição, e a tradição se transformou em um movimento que redefiniu o Carnaval da cidade.
A partir dali, surgiram cortejos que se tornaram ícones da festa, como o Então Brilha, criado em 2010, e uma nova geração de blocos que transformou o que era um feriado vazio em um dos maiores eventos culturais de Belo Horizonte. Em pouco mais de uma década, o Carnaval deixou de ser resistência cultural para virar política pública, produto turístico e marca da cidade.
Em 2026, a prefeitura projeta até 6,5 milhões de foliões nos blocos e impacto econômico superior a R$ 1 bilhão. A programação reúne 612 blocos e cerca de 660 cortejos espalhados pelas nove regionais, incluindo quase 180 blocos estreantes.
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“Quem te viu, quem te vê. Carnaval de rua em BH, o melhor do Brasil”, escreveu o prefeito, enquanto aparecia curtindo a festa nas imagens mais recentes.
A comparação tem fundamento. Durante décadas, especialmente nos anos 1990 e início dos anos 2000, BH ficou conhecida como a cidade que esvaziava no Carnaval. Sem grandes blocos e com programação tímida, o belo-horizontino costumava viajar para cidades históricas, praias ou outros destinos de folia.
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Em 2026, a prefeitura projeta até 6,5 milhões de foliões nos blocos e impacto econômico superior a R$ 1 bilhão. A programação reúne 612 blocos e cerca de 660 cortejos espalhados pelas nove regionais, incluindo quase 180 blocos estreantes.