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Um total de 16 blocos que têm potencial de arrastar mais de 100 mil pessoas são alvo de monitoramento e esquemas especiais das forças de segurança mineiras e da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), neste carnaval da capital de Minas Gerais.
De acordo com informações divulgadas pelo Centro Integrado de Operações de Belo Horizonte (COP-BH), há atenção desde já sobre seis blocos.
São eles: o da Calixto, no Centro e Hipercentro, com estimativa de reunir 550 mil pessoas; e o BH na Folia, de Cleiton e Romário, no Bairro São Luís, na Região da Pampulha, cuja expectativa é de 300 mil pessoas.
A lista segue com o primeiro deles, o Então, Brilha!, com 200 mil pessoas, seguido pelo Bloco de Belô, na Regional Centro-Sul, cuja expectativa é de reunir 168 mil foliões, além do Bloco Quando Come se Lambuza, na área central, para 112 mil pessoas.
No Bairro Cruzeiro, Regional Centro-Sul, o bloco Gato Escaldado tem previsão de 80 mil foliões, mas pode surpreender neste novo trajeto.
"Para estes blocos, especificamente, nós criamos os planos de mobilização de superação emergencial junto à polícia e a Belotur. Todos os órgãos municipais nos auxiliaram a montar esse planejamento e, agora, o acompanhamento em todos", destacou a coronel Amanda Cristina Miranda, comandante do 1º Comando Operacional do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG).
Só o efetivo de guardas municipais escalado para acompanhar os desfiles e também vistoriar as estruturas chega a 2.500 agentes. E a ordem do prefeito Álvaro Damião é para que as pessoas possam se divertir com segurança, por meio de acolhimento e intolerância com crimes e abusos.
"A gente faz um carnaval com segurança. Já é marca de Belo Horizonte. Um carnaval da mulher, onde a mulher veste a roupa que ela quiser. Um carnaval das crianças, dos jovens, dos idosos, da família. É um carnaval para todo mundo", disse o prefeito.
Quem vai ser retirado da folia?
"Nossa orientação é para que as pessoas possam ter a liberdade e as famílias possam aproveitar o carnaval. Aqueles que exageram, que sejam retirados dos locais, mas que todos possam voltar para suas casas, onde suas famílias os esperam. Isso é o mais importante. Mas aqueles que cometem crimes e que cometem abusos, estes a gente vai retirar do carnaval", alertou Damião.
O COP-BH reúne diversas autoridades em local comum para decisões conjuntas e em tempo real, como BHTrans, DER-MG, Defesa Civil, fiscalização municipal, Superintendência de Limpeza Urbana, CBMMG, polícias civil e militar, entre outros, 24 horas por dia durante os dias da folia.
Em termos de estrutura, a PBH informou ter 1.854 banheiros públicos químicos fixos, sendo 49 para pessoas com deficiência, dos quais 276 nos blocos e 17 para pessoas com deficiência.
Em caso de emergências, estão à disposição dos foliões que passarem mal ou se acidentarem 15 ambulâncias de módulo Unidade de Suporte Básico (USB) e 15 de módulo Unidade de Suporte Avançado - UTI Móvel (USA).
Atuam, ainda, 210 brigadistas, 37 produtores e uma equipe de apoio de trânsito de 270 integrantes.
Começou a folia: confira como fica o clima em BH neste sábado de carnaval
No COP-BH, mais de 5 mil câmeras monitoram a folia e seus arredores, contando com drones com links compartilháveis entre as forças de segurança pública, saúde e trânsito, dotados de reconhecimento facial e de placas veiculares.
De acordo com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), foram empenhadas duas carretas do Centro Integrado de Comando e Controle Móvel. Elas funcionarão como bases fixas: uma na Região da Pampulha e outra na Avenida dos Andradas.
Um monitoramento de indivíduos que utilizam tornozeleira eletrônica também é adaptado à região dos blocos e aglomerações.
A carreta de segurança localizada na Pampulha conta com a "Cabine Rosa" da Polícia Militar, voltada para atendimento específico a mulheres vítimas de importunação sexual, assédio e outros crimes.
Folia e logística em Belo Horizonte
Efetivo de segurança: 2.500 guardas municipais atuam na fiscalização e proteção
Monitoramento eletrônico: 5 mil câmeras e drones com reconhecimento facial integram o sistema
Banheiros públicos: 1.854 unidades químicas fixas espalhadas pela cidade
Atendimento médico: 30 ambulâncias de suporte básico e avançado para emergências na folia
Unidades móveis: 2 carretas de Comando e Controle Móvel da Sejusp em pontos estratégicos
Orientações para um carnaval seguro
Cuidados com hidratação: beba água regularmente para evitar mal-estar sob o sol
Proteção de pertences: utilize doleiras ou pochetes por dentro da roupa para guardar celulares e documentos
Respeito e acolhimento: denuncie casos de importunação sexual ou abusos às autoridades locais
Atenção à mobilidade: utilize preferencialmente transporte público devido aos desvios no trânsito
Prevenção em saúde: procure os brigadistas ou postos médicos ao menor sinal de tontura ou ferimentos
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De acordo com informações divulgadas pelo Centro Integrado de Operações de Belo Horizonte (COP-BH), há atenção desde já sobre seis blocos.
São eles: o da Calixto, no Centro e Hipercentro, com estimativa de reunir 550 mil pessoas; e o BH na Folia, de Cleiton e Romário, no Bairro São Luís, na Região da Pampulha, cuja expectativa é de 300 mil pessoas.
A lista segue com o primeiro deles, o Então, Brilha!, com 200 mil pessoas, seguido pelo Bloco de Belô, na Regional Centro-Sul, cuja expectativa é de reunir 168 mil foliões, além do Bloco Quando Come se Lambuza, na área central, para 112 mil pessoas.
No Bairro Cruzeiro, Regional Centro-Sul, o bloco Gato Escaldado tem previsão de 80 mil foliões, mas pode surpreender neste novo trajeto.
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"Nossa orientação é para que as pessoas possam ter a liberdade e as famílias possam aproveitar o carnaval. Aqueles que exageram, que sejam retirados dos locais, mas que todos possam voltar para suas casas, onde suas famílias os esperam. Isso é o mais importante. Mas aqueles que cometem crimes e que cometem abusos, estes a gente vai retirar do carnaval", alertou Damião.
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Começou a folia: confira como fica o clima em BH neste sábado de carnaval
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Respeito e acolhimento: denuncie casos de importunação sexual ou abusos às autoridades locais
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