Essa distância é pensada para garantir a segurança em caso de uma pane ou emergência. Com essa margem, o piloto teria mais tempo e espaço para manobrar a aeronave e tentar um pouso seguro, longe de edifícios e áreas com grande circulação de pessoas.
Exceções e corredores aéreos
Grandes metrópoles, como Rio de Janeiro e São Paulo, possuem rotas especiais para voos visuais (VFR), também conhecidas como corredores visuais. Os pilotos que sobrevoam essas regiões devem seguir trajetos específicos, como se fossem "avenidas no céu", para organizar o fluxo e evitar conflitos com outras aeronaves.
A apresentação de um plano de voo aos órgãos de controle de tráfego aéreo é obrigatória para voos por instrumentos (IFR), mas para voos visuais (VFR) é exigida apenas em certas áreas controladas, embora seja sempre recomendada. Esse documento informa a rota pretendida, a altitude e o destino, permitindo que o voo seja monitorado.
O descumprimento das normas de tráfego aéreo é considerado uma infração grave. Pilotos que voam fora das altitudes permitidas ou desrespeitam as rotas estabelecidas podem enfrentar processos administrativos, multas e até mesmo a suspensão ou cassação de suas licenças para voar.
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.






